Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
1Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Algumas reflexões sobre a questão do trabalho nas possessões portuguesas, por Oliveira Pires

Algumas reflexões sobre a questão do trabalho nas possessões portuguesas, por Oliveira Pires

Ratings: (0)|Views: 212|Likes:

OLIVEIRA PIRES, A. de - Algumas reflexões sobre a questão do trabalho nas possessões portuguezas d'Africa. Lisboa: Typographia Progresso, 1874.

OLIVEIRA PIRES, A. de - Algumas reflexões sobre a questão do trabalho nas possessões portuguezas d'Africa. Lisboa: Typographia Progresso, 1874.

More info:

Published by: Maria do Rosário Monteiro on Jan 31, 2013
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

09/17/2013

pdf

text

original

 
I
IOBU
A
UEST
O
O·
Tl!BALHO
1f.A.S
·roSSESSIIS
POITUGUEZ!S
D'!FIICl
POa
A.
DE OLIVEIRA PIRES
-····
LISBOA
TYPOGRAPIIIA
PROGHKSSO
.{O-Rua do
Alecrim-40
1874:
e
I
 
\
Tem
o
Jornnl
de
Lisboa,
em
virtude
do
·:Seu
prograrnma,
~~a
secção
destinada
aos
negocios
do
ultt·amar.
Sendo
a
questão
do
trabalho
rural
na
Afri-
.ea
um
dos
mais
importantes assumptos
de
in-
1eresse
colonial,
tratámos
delle
em
diversos
.artigos,publicados
naquella
folha,
e
nos
quaesprocurámos conciliar,
quanto
possivel,
o
no-
..
~.
bilissimo
principio
da
emancipação dos
pre-
·
·tos,
a
que
prestamos
sincera
homenagem;.
.
.~
.
..
~om
os
justos interesses
da
agricultura
p,
se
gurança e
prosperidade
das colonias.
São
esses
artigos
que
agora
colligimos
no
presente
opus~ulo,
porque
em :rSsumpto
de
tão
elevado
interesse
publico
nenhuma
opi•
nião
é
de
mais,
por
muito
humilde
'que
seja.
 
6
que
d'essa conservaçlo depende, a nosso
vêr, o
mais incontestavel direito
á
nacionalidade
portu-
gueza. ,
A .
estreiteza do nosso territorio no
continente
da
Europa,
a posiçlo geographica que occnpamoa-
na
carta
em
relaçlo
aos outros paizes continen-taes, decretariam fatalmente a nossa insignifieancia, se o vasto imperio que
ainda
possuimos
n&
Africa, e
todas
as outras
possess<Jes
que conservamos fóra do continente europeu,
n§,o
levantas
sem o ·nosso valor e importancia como
naçlo.
N'estes termos,
é
evidente que não podemo&
descurar
os interesses das provincias
ultramari
nas,
nem
abandonar
as quest<Jes que mais
podem
reepeitar
ao·
seu déselivolwvimento e
proaperidaae.
V
ames, portanto, watâr
um
·aseumpjo.tfae
~·
re&M
·partiéular.mente iB
iJbu
de
S;:
Thmué,.
:Prineipe
e
á
noasa
valta·
pGMe&alo
de
,AJigol•
&
ques~B,o
do.
trabaJho.
Já
pOr·
.veriaoooàai&sl
rte_.
met opamado
á
atteDflo
doa
po~
pabH(Joel
pal'a·
e11te
objecto, que .aos
pareae
gtave,-'8rnre;.
-
qDál...ae a,cha
~nvolvida~à·sorte
de.
illuitos:proprietarios e agricultores coloniaéi,
e
a
propria
infla-.·
bia
agrloold
na
Africà
portagaeza
!
O
decretO
!
de 26 de
ieveteiro
de
1869,
abcJ.·
lindo
compl~tamente
o
estado·~eervil
em
iqdoa:
011
.&miniot
da
UlODarcbiB~
deade
abril
de
·l:8'll8,
.
.
maroou
b.iquesiionavelmmte
·lUPa
épGC&
ae
eivi··
-

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->