opinião
a ícr ticapg
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O nascimento de um jornal
tradição recomen-da abrir a primei-
A
ra edição de um jornal com um editorial,uma espécie de compro-misso público onde se vãolistando resoluções que sepretende seguir tal comomuita gente costuma fa-zer a cada novo ano. Noentanto, nos dois casos écomum, com o passar dosdias e mesmo sem se no-tar, ir se distanciando dosobjetivos, até se chegar aoponto do completo esque-cimento dessas promessassolenes.No caso de jornais,costuma-se prometer coi-sas que são fundamentaispara a sua própria sobre-vivência, como buscar aimparcialidade, a isen-ção, a correção das maté-rias, como se na lista de re-soluções de ano novo fossenormal incluir coisas quesão vitais, como comer,dormir ou respirar.Fujamos, então, des-se modelo ultrapassado.Falemos, nesse momento,do jornal que nasce, e nãode suas aspirações, que éalgo que só o tempo se en-carregará de fazê-lo.Um novo jornal estánascendo hoje. Sem pom-pa nem festas, mas com ahumildade própria dos re-cém nascidos, que che-gam desamparados e pre-cisam de apoio até poderseguir seu próprio cami-nho. Esse começar do zeronão é algo que nos enver-gonha, pelo contrário, sóaumenta o nosso desafio ea nossa responsabilidade.E permite ao leitor do novo jornal também fazer parte
E X P E D I E N T E
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Fernando Souza
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Ilse Maria Paulino Gomes
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João José Melim
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Juliana Helena Nunes
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Nelson Zunino Neto
conversa séria
Nelson Zunino Neto
A crise é do tamanho da nossa crença
costume da gentereclamar da vida.
É
Tudo é tão difícil,tudo é caro, tudo écomplicado, e por aí vai a lamúria. Nessecompasso vamos enve-lhecendo e deixando deperceber o quanto re-clamamos injustamen-te. E não é pouco. Só avida já é o bastante,mas se quisermos maispor agradecer, entãobasta a vida saudável,ou a vida com amor,bastam os amigos, ouum amigo. Tão poucopara valer a pena enem nos damos conta.Assim é na família, nacasa, na cidade. Agoratem essa tal crise. Éverdade que a eco-nomia tem seus movi-mentos, sempre foiassim. Mas também éverdade que esses altose baixos dependem mui-to dos humores do mer-cado, e especialmente danossa disposição emenfrentar as dificuldadesdo cotidiano. Qualquerpessoa tem que lutarpara chegar a algumlugar. E todo mundo temseus desafios. Sabemosbem que nos momentosdifíceis a força de von-tade é fundamental. Nu-ma doença, num mo-mento financeiro com-plicado, num empregonovo, no começo de umnovo negócio, a vontadede vencer conta muito.Quando a gente quer, agente consegue, a nãoser que Deus não queira,mas aí por razões diver-sas. Na crise não é dife-rente. Metade da criseestá no desânimo conta-gioso das pessoas, nacrença de que tudo vaimal. Não precisamosaderir a essa onda ne-gativa. Vamos acredi-tar na força do nossotrabalho. Houve umadesaceleração, é certo,mas não chegamos aparar. O reaquecimen-to do mercado é umacontecimento certo,que já em abril ou maioganha velocidade e nosegundo semestre devecolocar o Brasil de voltanos trilhos do progres-so. Por isso não é tempode desespero ou lamen-tação. É tempo de tra-balho, de luta, de cria-tividade. A crise é do ta-manho de nossa cren-ça. Eu não creio na for-ça da crise. Não creio.Eu creio na força devontade das pessoas.Na fé. Na esperança.No trabalho honesto.Na luta de cada dia.
FATOS
VEREADORES BATISTENSES
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Os vereadores de São João Batista, empossadosneste ano, têm demonstrado, nas primeiras sessões,que estão dispostos a defender os interesses coletivos,acima dos individuais ou partidários. Os discursosapontam para um pensamento voltado às questõespúblicas. Excelente. Vamos ver até quando continuaassim.
NOVAS OPORTUNIDADES DE MORADIA
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Apesar da tão falada crise, diversos novos edifíciosestão em plena construção na cidade. Belos,confortáveis, seguros, os novos condomínios trazemopções interessantes e econômicas para os padrõeslocais. É o reflexo do crescimento do município. SãoJoão Batista não para de crescer. A propósito, háespaço para muitas novas alternativas de negócio.Alguém se habilita?
LOTEAMENTO MARQUINHOS:
SONHO REALIZADO
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Depois de vinte e trêsanos desde que MarcosEgídio Azevedo vendeuo primeiro lote de seuloteamento, no bairroKrecker, o empreendi-mento foi finalmenteregularizado. Com otrabalho de diversaspessoas, incluindo aPrefeitura e a Associa-ção de Moradores, osprojetos foram sendorealizados, a infra-estrutura concluída e adocumentação registrada.Está pronto o LoteamentoMarquinhos, e agora cadamorador terá o seu lotedocumentado. O trabalhoteve um esforço especialdo então presidente daassociação, NatalinoSilveira, que agora integraa equipe que organiza adistribuição dos documen-tos aos moradores. Era umsonho de muitos anos.
FUNDAÇÃO DAJUVENTUDE
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Já está pronto o pro- jeto de lei que cria aFundação da Juven-tude, uma entidadeque substitui o Depar-tamento de Cultura eEntretenimento daPrefeitura Municipal.A intenção é dar auto-nomia ao segmento eampliar a possibi-lidade de captação derecursos para a cidadena área da cultura edo entretenimento.
CDL SOB NOVADIREÇÃO
O advogado Reginal-do Cardoso assume apresidência da Câma-ra dos Dirigentes Lojis-tas de São João Batis-ta. Sucede Vilmar Du-arte Gomes, que pres-tou contas de sua bri-lhante gestão no últi-mo dia 5 de fevereiro.Boa sorte!
HAMESMICHELI PUBLICAÇÕES LTDA - ME
&
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desta nova história, poisele é quem será o principalresponsável pela continui-dade do novo projeto.O nascimento de al-guém ou de algo sempredesperta a curiosidade detodos nós. E o surgimentode uma empresa em qua-se nada difere do nasci-mento de uma criança.Cada novo bebê traz con-sigo as melhores expec-tativas. É uma nova his-tória, única, cercada desonhos e projetos. Talvez amaior diferença é que onascimento de um jornalrequer muitos pais emuitas mães.Uma decisão impor-tante que surge com onascimento é a definiçãodo nome. No nosso caso,temos orgulho de estam-par
“Crítica”
no próprionome do jornal.Por coincidência, ACrítica levou exatos novemeses de gestação, desdea concepção da idéia atéeste dia de seu lançamen-to. E hoje ele nasce com aproposta de crescer com aregião. Para aqueles que seperguntam se há espaçopara mais um jornal nacidade, é importante dizerque quanto mais jornaishouver, e jornais indepen-dentes, melhor contribui-ção estará sendo dada àpluralidade de opiniões,vital para o fortalecimentodas instituições democrá-ticas, já que a ninguéminteressa uma única ver-são para um mesmo fato.O que orientou o pro- jeto editorial de A Críticafoi a busca pelo novo, pe-lo caminho diferente. Aoinvés de contratar jorna-listas e colunistas de ou-tros jornais, o que em na-da contribuiria para a me-lhoria da imprensa local,estamos abrindo novasoportunidades de traba-lho. Lançamos novos co-lunistas, e trouxemos paraa mídia impressa aquelesque estavam injustamenteesquecidos por ela.São pessoas que têmum nome a zelar, e só acei-taram veicular suas colu-nas no Jornal A Críticaporque viram o projeto eacreditaram nele. São pa-drinhos, que presentea-ram o caçula da imprensado Vale com o que há demais importante para um jornal:
a credibilidade
.A Crítica tem um dosmais bonitos projetos grá-ficos entre os jornais doVale. A diagramação valo-riza as fotos e infografias, oque o torna de leitura fácile agradável.Mesmo assim, é im-portante terminar essasconsiderações com as pa-lavras de Guimarães Rosa,em trecho de Grande Ser-tão Veredas: “O mais im-portante e bonito, do mun-do, é isto: que as pessoasnão estão sempre iguais,ainda não foram termi-nadas - mas que elas vãosempre mudando”. É o queirá acontecer também coma Crítica, que, com o tem-po, irá crescer, lançarnovos cadernos, ganharmais páginas. Como todosnós, irá aprimorar-se.Esperamos que você leitorparticipe da construçãodesse projeto através do e-mail, telefone ou carta.
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