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ANDERSON, Benedict - Nação e Consciência Nacional

ANDERSON, Benedict - Nação e Consciência Nacional

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10/27/2013

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text

original

 
H
5 c
offfl
^
Benedict Anderson
NAÇÃO
E
CONSCIÊNCIA
NACIONAL
Tradução
de
Lólio Lourenço
de Oliveira
 
He
regards
it as his
task
to
brush
history against
the
grain*
Walter
Benjamin,
fí/uminations
Thus from
a
Mixture
of
ali
kinds
began,
That
Hefrogeneous
Thing,
An
Englishman:
In
eager
Rapes,
and
furious
Lust
begot,Betwixt
a
Painted
Britton
and a
Scot.
Whose
gend'ring
Offspring
quickly
learnt
to
bow,
And
yoke
their
Heifers
to the
Roman
Plough:
Fromwhence
a
Mongrel
half-bred
Race
there
carne,
With
neither
Name
nor
Nation,
Speech or
Fame.
In whose
hot
Veins
new
Mixturesquickly
ran,
!nfus'd
betwixt
a
Saxon
and a
Dane.
While
their
Rank
Daughters, to
their
Parents
just,
Rece'iv'd
ali
Nations
with
Promiscuous Lust.
This
Nauseous
Brood
directlydid contaín
Thewell-extracted
Blood
of
Engfíshmen...*"
Excerto
de
DanielDefoe,
The True-Bom
Englishman
SUMÁRIO
l
Encara
como tarefa
sua
contrariar
o
sentido
da
história.
'
Assim
da
uma
mistura
de
todos
os tipos
começou
£ssa
coisa heterogénea,
um
inglês;
Gerado
em
estupros
ardentes e arrebatada luxúriaEntre um
bretso
sardento e um
escocês'.
'
Cuja
prole procriadora
logo
aprendeu
a
curvar-se,
E
jungiu suas novilhas
ao
arado
romano:
.E
dal
uma
raça
mestiça
impura
se
originou,
Sem
nome nem
nação,
sem fala ou fama.
Em
cujas vaias
ardentes
novas mesclas logo se fundiram.Infundidas entreum
saxão
e
um
dinamarquês.
Enquantosuas filhas
nobres, exatamente
comoospais.
Receberam
todas as
nações
com
promíscua luxúria.
Essa
raça repulsiva
continha do
fato diretamente
O sangue de boa
extração
dos
ingleses...
1.
Introdução
2.
Raízes
culturais
3.
Asorigensdaconsciência
nacional',,
4.
Antigos impérios, novas nações
5.
Antigas línguas, novos modelos
6.
Nacionalismo
oficial
e
imperialismo
7.
A
última onda
_____________
8.
Patriotismo
e
racismo
9.
O
anjo
da
história
Bibliografia
__
índice
alfabético
9
1746
57
77
94
124
154
169
177
184
 
l
INTRODUÇÃO
Talvez
não se
tenha ainda percebido
que
está ocor-
J
rendo
uma
transformação
fundamental
na
história
do
marxismo e dos movimentos marxistas. Seus sinais maisperceptíveis
são as
recentes guerras entre
o
Vietnã,
o
Cam-boja
e a
China. Essas guerras
são de
importância históri-
ca
mundial,
por
serem
as
primeiras
a
ocorrer entre regi-mes cuja independência e credenciais revolucionárias
são
(
inegáveis,
e
porque nenhum
dos
beligerantes procurou,
se-
não
perfunctoriamente,
justificar
o derramamento de
san-gue em termos de uma perspectiva teórica
marxista
aceitá-vel.
Embora
fosse ainda perfeitamente possível
interpre-
tar os
conflitos fronteiriços
de
1969 entre
a
China
e a
União
Soviética,
as intervenções
militares soviéticas
na
Alemanha (1953), na Hungria (1956), na Checoslováquia
(1968)
e no
Afeganistão (1980),
em
termos
de
confor-
me
o gosto — "imperialismo
social",
"defesa do socialis-
í
mo", etc., ninguém, penso
eu,
acreditará seriamente
que
esse
tipo
de
vocabulário tenha muito
a ver com o que
ocor-reu
na
Indochina.
Se
a
invasão
e a
ocupação
vietnamitas
do Camboja,
em
dezembro
de
1978
e
janeiro
de
1979, representaram
a
primeira
guerra convencional
em
grande escala
empreen-
t
dida
por um
regime marxista revolucionário contra
ou-

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