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Cascas, andarilhos terrestres e egrégoras

Cascas, andarilhos terrestres e egrégoras

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Cascas, andarilhos terrestres e egrégoras
Na sequência de dúvidas colocadas notheos-talk (um fórum de discussão de Teosofia), no passado mês de dezembro, sobre a disponibilidade na internet daobra (traduzida para inglês) de Alan Kardec - o pai do espiritismo moderno - sucederam-se em catadupa uma série de posts, com o objetivo de discernir trêsconceitos distintos: cascas, andarilhos terrestres e egrégoras.
Alan Kardec (1804-1869)
Como se sabe, a explicação que a Teosofia dá para os fenómenos mediúnicosé bem distinta daquela fornecida pelo Espiritismo, que considera as
comunicações dos Espíritos como provenientes do “homem real” que
desencarnou. A Teosofia, ao invés, diz que, salvo exceções, quem produzessas manifestações são cascas animadas pelo fluido vital dos médiuns ou porelementais brincalhões que usam as cascas como máscaras para representarpessoas mortas e enganar os crédulos.No Glossário Teosófico temos definições que ajudam quem desconhece aterminologia:
 
 Cascas - nome cabalístico dado aos fantasmas ou sombras dos mortos, os
“espíritos” dos espíritas, que figuram entre os fenómenos físicos. São assim
denominados por constituírem simples formas ilusórias, vazias dos seusprincípios superiores. (Glossário Teosófico, Ed. Ground, p.102).Elementários - no que respeita a este conceito, é curioso notar que a definiçãoque consta do Glossário Teosófico editado por GRS Mead (a participação deBlavatsky na sua elaboração foi muito limitada, devido ao seu falecimentoinesperado) é bem divergente daquela que consta na versão da ST Pasadena,  uma enciclopédia muito maior e aparentemente mais rigorosa (o Glossário deMead é acusado por exemplo de ter muitas falhas na terminologia emsânscrito). De acordo com a definição desta enciclopédia teosófica, um
“Elementário” é definido como uma casca ou cadáver astral em que
predominam impulsos inferiores, negativos e nocivos. Às vezes, contudo, otermo "elementário" parece ser usado de certa forma como um sinónimo decasca. Outros teosofistas entendem por "elementário" uma casca animada porum elemental (cuja definição se encontra abaixo). Seja como for deverá de sertida primordialmente em conta a definição do Glossário da ST Pasadena.O
site
Filosofia Esoterica, também descreve aquium elementário como "casca ou cadáver astral em que predominam impulsos inferiores, negativos enocivos". Outro texto muito interessante sobre este tema é este.  Elementais
 – 
Criaturas desenvolvidas nos quatro reinos ou elementos: terra,ar, fogo e água. São denominados pelos cabalistas de Gnomos (terra), Silfos(ar), Salamandras (fogo) e Ondinas (água). Exceto alguns poucos, quepertencem a espécies superiores e seus regentes, são antes forças da Naturezado que homens ou mulheres etéreos. Estas forças, como agentes servis dosocultistas, podem produzir diversos efeitos; porém, se empregadas por
 
“elementários” – 
em cujo caso escravizam os médiuns
 – 
enganarão às pessoascrédulas (Glossário Teosófico, p.163-4).Para definições de Kama-loka e Kama-rûpa ver aqui.Este texto de Joaquim Soares também pode ser útil.  Daniel Caldwell, que administra o site Blavatsky Study Center e que publicou
“O Mundo Esotérico de Madame Blavatsky” [editado no Brasil pela Madras]e mais recentemente “Laura Holloway e os Mahatmas”, foi o catalisador da
discussão ocorrida no theos-talk.Há uns anos Caldwell esteve ligado a uma enorme controvérsia relacionadacom a publicação das Cartas de Helena Blavatsky, pois no primeiro volumeconstavam cartas espúrias escritas por grandes inimigos da Velha Senhora.Existe inclusive um artigo na revista Biosofia sobre esta matéria. A consulta de alguns números da revista Fohatpermite observar com maior detalhe os argumentos da defesa e da acusação.

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