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Física - Óptica - O Arco-Íris I

Física - Óptica - O Arco-Íris I

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05/10/2014

 
O ARCO-ÍRIS
A luz branca é uma mistura de muitas cores. Quando a luz branca, atravessando o ar, passaobliquamente por uma substância de densidade diferente, como um prisma de vidro ou umamassa de água, as várias cores se separam produzindo o espectro.Forma-se um espectro de grandes proporções quando a natureza expõe um arco-íris no céu.Nesse caso os "prismas" da natureza são as milhares de gotículas de água que permanecemno ar depois da chuva. Cada gotícula decompõe a luz branca do Sol num pequeninoespectro.O arco-íris ocorre devido à refração da luz nas gotículas de água no ar. Inicialmente, a luzbranca proveniente do Sol sofre refração ao atingir cada gota de água, prosseguindo nointerior dela. Quando atinge a outra superfície de separação da gota, ela sofre reflexão totale continua em seu interior. Ao atingir outro ponto da superfície de separação, as luzescoloridas sofrem nova refração e saem da gota, retornando à atmosfera separadamente,produzindo o efeito característico do arco-íris.
 
 Um observador situado na superfície da Terra não recebe todas as cores provenientes deuma só gota, pois estas cores, ao atingirem o solo, estão muito separadas umas das outras.Como se pode ver na figura acima, a luz vermelha que chega ao observador é provenientede gotas mais altas e a luz violeta, de gotas mais baixas.Os arco-íris só podem ser vistos quando se está de costas para o Sol e de frente para asgotas de chuva iluminadas.Do alto de uma montanha ou a bordo de um avião é possível ver-se o arco-íris completo,em toda sua circunferência. Da superfície da Terra, só enchergamos parte dele, ou seja, um"arco", porque a própria Terra intercepta grande parte dos raios solares.
 
O CÉU AZUL
O estudo da difusão da luz esclarece os porquês de uma série de fatos comuns na vidadiária, aos quais ninguém presta muita atenção, e que no entanto ocorrem em condiçõesbem particulares: o azul do céu ao meio-dia, por exemplo, ou o vermelho-sanguecaracterístico do pôr-do-sol. De fato, o céu somente assume coloração para observadoressituados na superfície da Terra. A imagem que um astronauta em órbita ao redor do planetatem do "céu" é completamente diferente: um imenso fundo negro imutável, no qual asestrelas jamais se escondem. Na realidade essa é a aparência a uns 16 km acima dasuperfície terrestre, onde a atmosfera se rarefaz, quase desaparecendo. O céu lunar, porexemplo, é totalmente escuro e incolor, porque a lua não possui atmosfera.Se projetarmos luz num recipiente de vidro, donde se tenha extraído o ar e toda a poeira,visto de lado o recipiente parecerá preto. Soprando no recipiente de vidro a fumaça de umcigarro, veremos delinearem-se nitidamente no fundo escuro as esferas de luz, brancas eesplandecentes. Ao encontrar as partículas de fumaça, a luz desvia-se, dispersa-se; e essaluz espalhada atinge os nossos olhos; nós a vemos. Eis a razão por que, de dia, há luz naTerra. A luz desviada, reflexa difusamente de toda a parte e que, em suma, deriva do Sol,espalha-se no espaço todo.A atmosfera é composta de muitas partículas: gotas de água, fumaça e gases, todas elasafastam os raios solares que entram na atmosfera do seu caminho direto; desviam-na paraos nossos olhos, fazem-na visível.

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