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Petição - ANULAÇÃO de Decisão para Concubina
Conselho Nacional de JustiçaSupremo Tribunal Federal - Anexo IPraça dos Tres Poderes70175-900 - Brasília – DFCarta Registrada
RO716332999BR 
 postada em
16/02/2009
Ao Excelentíssimo Ministro-Corregedor do Conselho Nacional de JustiçaCom Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE1988, TULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CATULO I - DOSDIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perantea lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aosestrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, àigualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todosassegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aosPoderes Públicos em
defesa de direitos
ou
contra ilegalidade
ou
abuso de poder 
,Venho, mui respeitosamente,
SUGERIR
, que Esta Corregedoria, envida Todos osEsforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, para que, o SupremoTribunal Federal,
reveja
a decisão, tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 590779, quepor maioria dos votos, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteveentendimento de que concubina não tem direito a dividir pensão com viúva, uma vezque, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em função do princípioconstitucional de que
 Afalia,basedasociedade,
tem especial proteção do Estado
,bemcomo,doprincípioda
DIGNIDADE HUMANA
,
o reconhece a figura daConcubina e nem de Filho Ilegítimo, ou Bastardo
.
1ª. Premissa Motivacional - Conforme emails, abaixo reproduzidos, apresentamosnosso entendimento, cuja razoabiliadade,me permite afirmar , que asAtribuições, eResponsabilidades, do Conselho Nacional de Justiça, o, efetivamente,amplas,
chegando a garantia da subordinação do STF à Constituição Federal de1988 e ao Estatuto da Magistratura, uma vez que, a última palavra sempre será doSTF 
, portanto, a decisão, em questão, por ter umafundamentação equivocada,pode, e deve, ser REVISTA, pelo Supremo Tribunal Federal, por provocaçãoDesta Corregedoria, de tal forma, que o Direito Constituído,não a sustenta.
 
From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>Date: 2009/2/12Subject: Re: Portal CNJ: Manifestação enviada ao STFTo: ouvidoria@cnj.jus.br Cc:Corregedoria@cnj.jus.br 
Prezado Senhor Desconhecido (Secretaria Geral da Ouvidoria do CNJ),
Apresento Meus Comentários sobre os artigos Constitucionais mencionados:Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, aguarda da Constituição, cabendo-lhe: I - processar e julgar, originariamente: r) as açõescontra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público;
 Acreditamos que nas Decies do Supremo Tribunal Federal, em que seja possivel aidentificação de algum vício, falta de fundamentação, ou mesmo, fundamentação inadequada,esta Decisão deverá ser reavaliada pelo próprio STF, onde devemos ressaltar, que apenas o STF tem o condão de ANULAR, ou ALTERAR, uma sua Decisão Anterior. Portanto, nãoexiste nenhum problema, na avaliação pelo CNJ de reclamação "em defesa de Direito","contra ilegalidades", ou "abuso de poder" cometidos por Membros, individualmente oucoletivamente, do STF, uma vez que, esta reclamação, tendo razoabilidade, será formalmenteapresentada ao STF para reavaliação da Decisão, com as reformulações daquelas, queefetivamente, forem prementes e necessárias. Quando então, chamo sua atenção para o Documento Ratificacao de to Ao CNJ 
 
 ,
que relaciona algumas situações
 
, que supomos, pela ausência deresposta, serem concretas.
O Art. 103-B em seu § 4º - em função docontrole da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciárioe do cumprimento dosdeveresfuncionais dos juízes, cabendo-lhe, além deoutras atribuiçõesque lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura;
Acreditamos que o STF é parte integrante do Poder Judiciário
 
 , bem como, que os Excelentíssimos Ministros são também Juízes, portanto, possuidores deveres funcionais, entre os quais a subordinação à Constituição e ao Estatuto da Magistratura.
O Art. 103-B; § 4º em seu I - em função dezelarpela autonomia do Poder Judiciário e pelocumprimento do Estatuto daMagistratura, podendoexpedir atosregulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendarprovidências;
Acreditamos que os integrantes do STF, por serem Juízes, bemcomo, o próprio STF, por ser integrante do Poder Judiciário, estão inseridos, naturalmente,no contexto.
O Art. 103-B; § 4º em seu II -zelarpelaobservância do art. 37(
A administração pública direta e indireta dequalquer dos Poderes da Uno, dos Estados, do Distrito Federal e dosMunicípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade,publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:)
e apreciar, de ofício ou medianteprovocação, a legalidade dos atos administrativos praticados pormembros ou órgãos do
 
Poder Judiciário, podendodesconstituí-los,revê-losoufixar prazopara que se adotem as providências necessárias aoexato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência doTribunal de Contas da União;
Acreditamos que os Excelentíssimos Ministros integrantes do STF, por serem Juízes, bem como, o próprio STF , por ser um Órgão do Poder judiciário,estão inseridos, naturalmente, no contexto, quando então, ressalto, que em meu entendimento,uma sentença é tambem um ato administrativo, constante dos deveres funcionais dos juízes.
O Art. 103-B; § 4º em seu III - receber e conhecer dasreclamações contra membros ou
órgãos do Poder Judiciário
, inclusive contra seusserviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro queatuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competênciadisciplinar e correicional dos tribunais, podendo avocar processos disciplinares em curso edeterminar a remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventosproporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas, asseguradaampla defesa;Acreditamos que o STF é um Órgão do Poder judiciário e que o Art. 5º
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade dodireito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termosseguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informaçõesde seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que seoprestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelascujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV -são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) odireito de petição aos Poderes blicos em defesa de direitos ou contrailegalidade ou abuso de poder;
nos assegura a premente, e necessária, avaliação, pelo CNJ, de reclamações contra os integrantes, ou mesmo, o próprio STF.
O Art. 103-B; § 4º em seu IV -representarao Ministério Público, no caso decrimecontra a administração pública ou de abuso de autoridade;
Acreditamos que uma sentença o fundamentada, com fundamentação inadequada, ou mesmo, com algum cio, alem de agredir a própriaConstituição, tambem agride o Estatuto da Magistratura, configurando, de forma concreta,um abuso de autoridade, algo que pode ocorrer até mesmo no Supremo Tribunal Federal 
 
 , queressalto ser um dos Integrantes do Poder judiciário;
Sobre a:ADI3367/ DF - DISTRITO FEDERAL 3367 / DF - DISTRITO FEDERALAÇÃO DIRETA DEINCONSTITUCIONALIDADERelator(a): Min. CEZAR PELUSO Julgamento: 13/04/2005 Órgão Julgador: Tribunal PlenoEmentaEMENTAS: 1.
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