• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • CommentGo Back
 
Maria de Fátima Pereira Borges (2000). AUTISMO - UM SILÊNCIO RUIDOSO(PERSPECTIVA EMPÍRICA SOBRE O AUTISMO NO SISTEMA REGULAR DEENSINO). Tese apresentada para conclusão do Curso Superior de EstudosEspecializados em Educação Especial, Escola Superior de Educação Jean Piaget deAlmada. Texto recolhido em www.educare.pt(Os parêntesis do título são meus)ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO JEAN PIAGET DE ALMADAAUTISMO - UM SILENCIO RUIDOSOPERSPECTIVA EMPÍRICA SOBRE O AUTISMO NO SISTEMA REGULAR DEENSINOAluna:Maria de Fátima Pereira BorgesCurso:Curso de Estudos Superiores Especializados em Educação Especial Orientadora:Dra. Helena Filipe SantosALMADA 2000MARIA DE FÁTIMA BORGESAGRADECIMENTOSPara a concretização de qualquer trabalho ou estudo, e de uma maneira muito especial,quando este implica o trabalho com seres humanos, nada teria sido possível sem o apoioessencial de pessoas e instituições que nos ajudaram a chegar ao fim, mesmo perantetantos obstáculos.Um obrigado muito especial, às crianças que com a patologia do Autismo e de umaforma gratuita, serviram de base para o meu estudo.Obrigado ao meu marido, pelos momentos que estando só, procurou nunca deixar o barco naufragar.Obrigada à minha colega Ana Arraia pela sua ajuda e saber.À minha amiga e socióloga, Felisete Peixeiro, pela sua força interior disponibilidade eincentivo. Sem ela deixava a água correr.À minha orientadora, a psicóloga Helena Filipe, pela sua disponibilidade, amizade eorientação no decorrer do meu trabalho.Obrigado à terapeuta Carmelina Mota pelos seus conselhos, pela experiência partilhadae sua disponibilidade em me facultar documentação importante para o meu estudo.Obrigado ao Prof. Doutor Edgar Gonçalves Pereira, pela sua disponibilidade emreceber-me, ter-me facultado documentação e ainda, por tão prontamente meter respondido a três questões primordiais para este trabalho.Obrigado ao Prof. Doutor Pedro Caldeira, por me ter recebido, pela motivação e ajuda e pelos conhecimentos que me transmitiu sobre o Método Floor Time. Obrigada à Dr.áPaula Sena, pelas palavras de conforto no momento certo.www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESObrigado a todas as colegas, educadoras e professoras, pela resposta pronta ao meuquestionário.Obrigado aos meus amigos e, em especial, à Jú e à Zé, pela disponibilidadedemonstrada.
 
Estes agradecimento não têm ordem numérica, qualquer um deles poderia ser o primeiro.www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESDedicatóriaOBRIGADO ao meu paiChoveu muito na minha vida...As lágrimas tropeçaramno escuro, no dia que te perdi... O silêncio apareceu sobre o rosto do meu pai, como ahumildade o reconhecimentoe a dor no meu coração...É neste coração que preservo a lembrança de alguém de coração cheio, e um enormecolo...É para ele que envio deste lugar longínquo, um beijo, que tu pai vais sentir e reconhecer como um Obrigado pela vida que me deste, por tudo o que me ensinaste a ser e a fazer... NESTE MUNDO!!www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESPREFÁCIO"Todas as experiências que a vida nos pode dar nem sempre as queríamos ter se pudéssemos escolher. Mas se nos são impostas, a vivência de uma perda amarga podedar-nos a visão da vida e a maturidade demonstrada pela mãe de uma criança deficiente,que afirma:"Em que parte do mundo poderíamos ter aprendido estas coisas nos livros - coisas quetêm a haver com o sentido profundo da vida. Com quem poderíamos ter aprendidotanto, senão com quem sabe tão pouco?" "(Martins, Manuela, 1996)www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESRESUMOCada vez mais cabe à escola prever respostas educativas de forma a educar com sucessotodas as crianças, incluindo as com patologias graves.Este trabalho centrou-se na temática do Autismo, já que a experiência profissionalassociada ao desconhecimento e às dificuldades sentidas no terreno, desencadearam ointeresse em aprofundar esta questão. Deste modo, sabendo que são os professores eeducadores os actores directamente implicados pergunta-se:-Será que os professores/educadores dos Apoios Educativos o capazes de lidacom crianças com a problemática do Autismo?A partir desta questão foi levantada a hipótese orientadora da investigação:A maioria dos professores/educadores que trabalham com crianças Autistas ou comtraços autistas, não têm conhecimentos sobre a problemática, devido à falta de formaçãonesta área,e foram definidos os seguintes objectivos:
 
Saber até que ponto os professores/educadores concordam com a inclusão de criançasautistas na classe Regular.Constatar as dificuldades sentidas pelos professores/educadores que trabalham com essa problemática.Compreender se os professores e educadores gostariam de aprofundar a sua formaçãosobre a temática do Autismo.www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESConstatar se os professores/educadores estão de acordo com um espaço estruturado emais específico funcionando como sala de apoio para crianças com a problemática doAutismo- Sala TEACCH.Saber o que sentem emocionalmente os educadores/professores quando se deparam comuma criança com a problemática do Autismo.Constatar as diferenças e/ou semelhanças quanto às concepções entre oseducadores/professores que exercem funções no Ensino Público ou no Particular sobre a problemática do Autismo.Este trabalho sendo de natureza teórico-prático, tem por base uma análise realizadaatravés de dados recolhidos de um questionário, constituído por perguntas abertas efechadas e distribuído a professores/educadores do Ensino Especial do concelho doSeixal. Neste estudo foi utilizado o método quantitativo no tratamento dos dados resultantes das perguntas fechadas do questionário. As perguntas abertas foram submetidas a umaanálise de conteúdo.A amostra recolhida como representativa da população em questão foram 71 professores/educadores dos Apoios Educativos do concelho do Seixal.Como análise conclusiva deste trabalho constatámos que:A maioria dos professores/educadores não concordam com a inclusão de crianças comtodo o tipo de patologia no Sistema Regular de Ensino, uma vez que, muitos dos professores/educadores que dizem concordar impõem condições, que o SistemaEducativo ainda hoje não dá resposta.www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESConstatámos ainda que a opinião dos professores/educadores incide sobre a necessidadede formação inicial e contínua para lidar com crianças com Necessidades EducativasEspeciais.Foi descrito por estes profissionais angústia, dúvidas e medo pelo desconhecimento dosaber como actuar com estas crianças.Estes dados vieram confirmar a nossa hipótese de investigação.Pensamos que estamos perante o desafio: Depende de todos nós a construção de umaescola física e humana diferente, onde todos se respeitem e preconizem os valores decada um.www.educare.ptMARIA DE FÁTIMA BORGESÍNDICE
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...
You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...