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Iniciação Ao Hermetismo

Iniciação Ao Hermetismo

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03/29/2013

 
Iniciação ao Hermetismo :: Prática Hermética - Grau III16/01/2009 por Maikel Machado<!--[if gte mso 9]> Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 <![endif]--><!--[if gte mso 9]> <![endif]-->Antes do início da leitura de mais este capítulo, sugiroa leitura dos anteriores, AQUI, AQUI , AQUI e AQUI ———– Conhecer, Ousar, Querer a Calar são os quatro pilares principais do templo de Salomão, portanto do macro a do microcosmo sobre os quais foi erigida a sagrada ciência damagia. Relativamente aos quatro elementos, são estas as características básicas que todomago deve possuir se quiser alcançar o grau mais elevado desta ciência.O saber mágico pode ser adquirido por qualquer um através de um estudo intenso, e oconhecimento de suas leis possibilita ao aprendiz alcançar, gradativamente, o estágiomais elevado da sabedoria.Querer: É um aspecto da vontade que só pode ser alcançado com tenacidade, paciênciaa persistência no estudo da ciência sagrada a na sua aplicação prática. Quem pretendenão só satisfazer sua curiosidade, mas levar a sério o seu estudo a escalar o caminho queo levará às mais luminosas alturas, precisará dispor de uma vontade inquebrantável.Ousar: Quem não teme sacrifícios nem obstáculos, a também não dá atenção às opiniõesdos outros, mas mantém o objetivo sempre à sua frente sem se importar se terá sucessoou fracassará, receberá a melhor das recompensas.Calar: Quem gosta de se gabar a se promover exibindo sua sabedoria, não poderá nuncaser um verdadeiro mago. Um mago não precisa assumir ares de autoridade, muito pelocontrário, ele se esforça em não aparecer. Calar é ouro! Quanto mais ele se calar sobreas próprias experiências a conhecimentos, sem se isolar das outras pessoas, tanto mais poderes ele obterá da fonte primordial. Portanto, quem quiser obter o conhecimento e asabedoria deverá empenhar-se em adotar essas quatro qualidades básicas, sem as quaisninguém conseguirá alcançar as coisas essenciais da magia sagrada.Instrução Mágíca do Espírito (III)Concentração do pensamento em duas ou três idéias simultaneamente No segundo grau nós aprendemos a praticar a concentração dos sentidos, isto é, ainduzirmos a concentração de cada um de nossos sentidos. Nesse grau nós ampliaremosnossa capacidade de concentração, na medida em que nos fixaremos não só em umúnico sentido, mas em dois ou três simultaneamente. Eu gostaria de mostrar aqui algunsexemplos, através dos quais o próprio aprendiz poderá organizar o seu trabalho. Imagine plasticamente um relógio de parede com um pêndulo que vai a vem. A representaçãoimaginária deve ser tão real a ponto de se achar que existe de fato um relógio na parede.Ao mesmo tempo experimente ouvir o seu tic-tac. Tente fixar essa dupla imaginação, davisão a da audição, durante cinco minutos. No início você só conseguirá fazê-lo durantealguns segundos, mas com a repetição constante você conseguirá fixá-las por maistempo.
 
A prática cria o mestre! Repita essa experiência com algum outro objeto semelhante,talvez um gongo, a além de tentar ouvir os seus golpes, tente também ver a pessoa que oestá golpeando. Depois tente ver um regato a ouvir o murmúrio das águas. Imagine umcampo de trigo a tente ouvir o som do vento que o varre. Para variar, tente montar sozinho algumas experiências semelhantes, que considerem dois ou até três sentidos aomesmo tempo. Outras experiências com imaginações visuais ou auditivas também podem ser feitas, considerando-se por exemplo a visão e a sensação do toque (tato).Todos os sentidos devem ser desenvolvidos de modo vital e concentrativo.Deve-se conferir um valor especial à visão, à audição a ao tato, que são muitoimportantes para qualquer Progresso na magia. Volto sempre a enfatizar o grandesignificado desses exercícios para o progresso em todo o caminho mágico; é por issoque devemos praticá-los todos os dias com perseverança. Quando conseguirmos fixar simultaneamente duas ou três concentrações de sentidos por no mínimo cinco minutos,então o exercício estará completo. Se o cansaço interferir no exercício, devemosinterrompe-lo a adiá-lo para um momento mais propício, quando o espírito estiver maisalerta. Além disso devemos evitar adormecer durante a prática do exercício. Sabe-se queas primeiras horas da manhã são as mais propícias para os trabalhos de concentração.Depois de alcançar um certo grau de concentração nesses exercícios, fixando dois outrês sentidos ao mesmo tempo por no mínimo cinco minutos, podemos prosseguir.Concentração do pensamento em objetos, paisagens e lugaresEscolha novamente uma posição confortável como nos outros trabalhos deconcentração. Feche os olhos a imagine plasticamente um lugar bem familiar, como por exemplo uma região, uma casa, uma relva, um jardim, um campo, um bosque, etc. Fixeessa imagem. Todos os detalhes, como cor, luz a forma devem ser memorizados. Aimagem deve ser muito palpável plasticamente, como se você estivesse pessoalmentenaquele local; nada deve escapar-lhe ou ser omitido. Se a imagem lhe fugir do pensamento ou ficar embaçada, chame-a de volta tornando-a nítida novamente. Oexercício estará completo quando você conseguir fixar a manter a imagem plástica namente por no mínimo cinco minutos.Então experimente acrescentar à mesma imagem uma concentração auditiva. Caso vocêtenha imaginado um belo bosque, então ouça o canto dos pássaros, o murmúrio doregato, o soprar do vento, o zumbido das abelhas, etc. Ao conseguir isso, passe para a próxima imagem, de modo semelhante. O exercício estará completo quando vocêconseguir imaginar cada local, região ou paisagem com dois ou três sentidossimultaneamente, durante no mínimo cinco minutos. Ao alcançar esse grau deconcentração, tente realizar esses mesmos exercícios com os olhos abertos, fixando oolhar num ponto determinado ou no vazio. O ambiente físico ao redor deve deixar deexistir para você, e a imagem escolhida deve flutuar diante de seus olhos como umamiragem. Ao conseguir fixar uma imagem pelo tempo de cinco minutos, passe para a próxima.O exercício pode ser considerado completo quando você conseguir chamar qualquer imagem desejada, com os olhos abertos, a fixá-la durante cinco minutos junto com umou mais sentidos diferentes. Assim como as imagens de um acontecimento que passam
 
diante de nós depois da leitura de um romance, essas imagens também deverão ser visualizadas em qualquer exercício de concentração.Aprendemos a imaginar regiões a lugares que já vimos antes ou que já conhecemos.Agora devemos então tentar visualizar locais a regiões imaginários, Le., que nuncavimos antes. No início podemos até fazê-lo com os olhos fechados, a ao dominarmosessa técnica, com dois ou três sentidos ao mesmo tempo ao longo de cinco minutos,com os olhos abertos. O exercício estará completo quando conseguirmos fixar essaimaginação com os olhos abertos durante cinco minutos.Concentração do pensamento em animais e pessoasDos objetos inanimados, locais, regiões, casas a bosques passaremos aos entes vivos.Imaginemos diversos animais como cães, gatos, pássaros, cavalos, vacas, bezerros,galinhas, tão plasticamente quanto na concentração dos objetos. Inicialmente durantecinco minutos com os olhos fechados, a depois com os olhos abertos. Dominado esseexercício, devemos imaginar os animais em seus movimentos: um gatinho se lavando,caçando um camundongo, bebendo leite; um cão latindo, correndo; um pássaro voando, bicando a comida no chão, etc. Estas a outras combinações semelhantes devem ser escolhidas à vontade pelo aluno, primeiro com os olhos fechados a depois com elesabertos. Ao conseguirmos fazê-lo durante cinco minutos sem perturbações, então oexercício estará completo, a poderemos passar adiante.Do mesmo modo devemos proceder quanto aos seres humanos. Primeiro os amigos, parentes, conhecidos, falecidos, a depois pessoas estranhas que nunca vimos antes.Depois imaginemos as feições de seus rostos, a cabeça toda, a por último o corpo inteirocoberto pela roupa. Sempre primeiro com os olhos fechados a depois com os olhosabertos. A duração mínima de cinco minutos deve ser alcançada antes de continuarmos,imaginando as pessoas em movimento, portanto, andando, trabalhando a falando.Fazendo isso com um dos sentidos, por exemplo, a visão, devemos combiná-lo comoutro, que pode ser a audição, ou a imaginação auditiva; assim ao imaginarmos a voz da pessoa, devemos ouvi-la falando. Devemos nos esforçar em adaptar a imaginação àrealidade, por exemplo imaginar a tonalidade, a velocidade e o ritmo da fala real da pessoa em questão. Primeiro com os olhos fechados, depois com eles abertos.Poderemos então dar prosseguimento a esse exercício imaginando pessoas totalmentedesconhecidas a inventando diversas feições a vozes para elas. Podem ser pessoas deambos os sexos e diversas idades.Imaginemos pessoas de outras raças, mulheres a homens, jovens a velhos, crianças,como por exemplo, indianos, negros, chineses, japoneses. Como meios auxiliares podemos usar livros a revistas ilustradas, assim como fazer visitas aos museus. Depoisde alcançarmos o objetivo de fixar a imagem durante cinco minutos com os olhosfechados a também com eles abertos, a instrução mágica do espírito, do terceiro grau,estará completa.Em todos os exercícios devemos ter muita paciência, perseverança, constância etenacidade, para dominar os mais difíceis. Aqueles alunos que conseguem dispender oesforço exigido, ficarão muito satisfeitos com as forças obtidas através dos exercícios deconcentração e poderão aprofundá-las no grau seguinte. Os exercícios de concentração

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