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JORNAL IMPRESSÃO EDIÇÃO 190 CADERNO 1

JORNAL IMPRESSÃO EDIÇÃO 190 CADERNO 1

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Published by Lorena

Jornal laboratório Impressão, produzido pelos alunos do curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte.Orientação dos professores Leonardo Cunha e Maurício Guilherme

Jornal laboratório Impressão, produzido pelos alunos do curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte.Orientação dos professores Leonardo Cunha e Maurício Guilherme

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05/01/2014

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CÂNCER 
Ano 30 • número 190 • Dezembro de 2012 • Belo Horizonte/MG
Chega de silêncio
Melhor que omitir o nome é conhecer os avanços da ciência,ser solidário e acreditar na superação
PÁGINAS 8 a 11
 
do!s - rck, a, uu itativ, Ti But  iiia
JorNALISMoGoNZo
Repórter se inltrana cena sertaneja
 BH
   F   O   t   O  :   J    É   S   S   I   C   A   A   M   A   R   A   L   M   O   N   t   A   G   E   M  :   G   U   I   L   H   E   R   M   E   P   A   C   E   L   L   I
 
piia aava
Impressão
2
Belo HorIzonTe, dezemBro de 2012pArA seGUIr o JornAl
Facebook 
Impressão - Jornal Laboratóriodo UniBH
Site:
www.jornalimpressao.com.br
Twitter:
twitter.com/impressaounibh
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eXpedIenTe
REITORProf. Rivadávia C. D. de Alvarenga NetoINSTITUTO DE COMUNICAÇÃO E DESIGNProf. Rodrigo NeivaCOORDENAÇÃO DO CURSODE JORNALISMOProfa. Fernanda de Oliveira Silva BastosLABORATÓRIO DEJORNALISMO IMPRESSOEDITORESProf. Leo CunhaProf. Maurício Guilherme Silva Jr.PRECEPTORAProfa. Ana Paula Abreu(Programação Visual)ESTAGIÁRIOSCamila FreitasGuilherme PacelliJéssica AmaralMONITORESDany StarlingJoão Luís ChagasLAB. DE CONVERGÊNCIA DE MÍDIASEDITORAProfa. Lorena TárciaParceriasLACP – Lab. de Criação PublicitáriaLaboratório de ModaLaboratório de Convergência de MídiasLaboratório de FotograaIlustraçõesCristiano Soares(aluno de Publicidade e Propaganda)Modelo da capaChristiane LasmarIMPRESSÃO / TIRAGEMSempre Editora2000 exemplares
eit  h Ja-abatói aí a exc 2009  2º h a exc 2003
O jornal IMPRESSÃO é um projeto deensino coordenado pelos professoresMaurício Guilherme e Leo Cunha, com osalunos do curso de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo - do UniBH.Mesmo como projeto do curso de Jorna-lismo, o jornal está aberto a colaboraçõesde alunos e professores de outros cursosdo Centro Universitário. Espera-se que osalunos possam exercitar a prática e divul-gar suas produções neste espaço.Participe do IMPRESSÃO e faça contatocom a nossa equipe:Rua Diamantina, 463Lagoinha – BH/MGCEP: 31.110-320Telefone: (31) 3207-2811Email: impresso@unibh.br
FERNANDO DUtRA 
João Luís Chagas
6° Período
O Impressão celebra, em 2012, 30 anosde existência. Trinta anos de sucesso, depautas improváveis e muito aprendizado. Oaniversário foi comemorado em uma mesaredonda do Uni+, que contou com a presen- ça dos atuais professores responsáveis pelo jornal, Maurício Guilherme e Leo Cunha,e dos estimados João Joaquim, Fabrício Mar- ques e Fernanda Agostinho, que em anosanteriores estiveram à frente da publicação.O presente, contudo, veio durante a ceri- mônia de entrega do 6º Prêmio Délio Rocha,promovido pelo Sindicato dos JornalistasProfissionais de Minas Gerais, quando areportagem “Quem Guarda os Guardiões?”,produzida por Gustavo Pedersoli, Jéssica Amaral, Guilherme Pacelli e Dany Starling,e publicada na edição 188, ficou com o 2ºlugar na categoria Reportagem Impressa –Estudante de Jornalismo.Nesta edição, monitores e estagiários do jornal se debruçaram sobre o câncer, commatérias que procuram entender melhor ouniverso da doença. O desenvolvimento deuma vacina que pode combater até 80%dos tipos de tumores conhecidos e a faltade investimento em pesquisas dão o tom daabertura, que segue mostrando o caminho,espinhoso, enfrentado por pacientes do SUSe por clientes de planos de saúde em buscade tratamento. Solidariedade também foi foco do dossiê, que mostrou a importância dotrabalho voluntário e de ONGs que atuam junto a pacientes e hospitais. A solidariedade também está presentena seção Eu estava lá. Conheça melhor arealidade das pessoas que habitam as ruasde Belo Horizonte pelos olhos do aluno Ro- naldão e pelos faróis da Generosa, kombi queroda pela cidade distribuindo sopa e carinhopara pessoas carentes.Falando em comida, acompanhe LilianeMendes, carnívora convicta, durante uma se- mana vegetariana. A aluna conta as dificul- dades que enfrentou e benefícios e malefíciosde uma dieta sem carne. Já a seção “Outros(so)papos”, que mudou de nome apenas nes- ta edição, conta a história e a rotina de trei- nos do lutador de MMA Thiago Michel, re- latada pelos alunos Lucas Garabini, MozartDias e Felipe Braga.No DO!S, a matéria Projeções do Admi- rável Mundo Novo, dos alunos Anita An- dreoni, Jonathan Goudinho e Leilane Stau-  ffer, explora a tecnologia presente em museusde Belo Horizonte. Telas sensíveis ao toque,vídeos e interatividade convivem junto a ob-  jetos antigos. Descubra alguns dos ambientesmais interessantes da cidade.O jornalismo gonzo também está presen- te no DO!S. O repórter Dany Starling, com- pletamente avesso às duplas que chegaram àuniversidade, se aventurou pelo universo damúsica sertaneja em casas noturnas famosas(ou não) da capital. Do Alambique ao Va-  galume Center Show, conheça melhor quemsão os frequentadores desses estabelecimentose os personagens que ganham a vida traba- lhando na noite. A influência do gênero imortalizado por Hunter S. Thompson confirma o caráter ex- perimental, único e atrevido do Impressão,presente desde sua concepção e que marcoutodo o trabalho desenvolvido ao longo de2012. Felizes somos nós, alunos do UniBH,que podemos propor as pautas mais inusita- das e escrever, sem censura, nessas páginas,há 30 anos.
Impssã:
mais 30 anos!
Maurício Guilherme, João Joaquim, Fabrício Marques, Leo Cunhae Fernanda Agostinho comemoram 30 anos do ImpressãoO Dossiê “Raio X da Imprensa”, publicado no
Impssã
188,recebeu o 2º lugar no Troféu Délio Rocha de Jornalismo deInteresse Público - categoria alunos
 
Vi cítica
Impressão
3
Belo HorIzonTe, dezemBro de 2012
Nos últimos meses, o drama dosíndios Kaiowás, que durante muitotempo foi ignorado pela chamada “gran- de imprensa”, pautou os debates nasredes sociais. A internet foi fundamental para dar publicidade à tragédia eminente daque- la tribo e mobilizou milhares de pessoasem prol da causa.Textos, vídeos, fotos, enfim, uma gama de conteúdos trouxe a distante re- alidade do Mato Grosso do Sul para ocotidiano das pessoas.Chamada pejorativamente de “ati- vismo de sofá” pelos mais críticos, aatuação dos internautas foideterminante para que a Justiça sus- pendesse a liminar que autorizavaa retirada dos 170 Kaiowás da fa- zenda Iguatemi, localizada em ter- ritório histórico para os indígenasdessa tribo.Por fim, só aceito críticas aos "click-  -revolucionários" de quem estiver debaioneta nos dentes, prestes a derrubar um castelo de inverno.
Por Pedro tiago7º Perodo
 Ativism  sfá
De roça acidade empresa
Diziam que Belo Horizonte era umaroça grande. Bom se fosse. Na roça, te- mos espaços para as folias de reis, rodade viola, tempo para prosa no portãodo vizinho, soltar pipa, jogar bola...Recreações impossíveis na cidade que semoderniza sem saber para quem. A cidade está em curso de pavi- mentação total, pega-pega na rua sópara automóveis. O espaço público foireduzido a ruas, avenidas e locais deconsumo. Os interesses empresariais in-  fluenciam o planejamento urbano.O único rio que corta o centro dacidade foi tapado, para virar avenida,com o pomposo nome de Boulevard Arrudas. BH está prestes a ostentar omaior prédio da América Latina, ocu- pando uma área de 15 mil metros qua- drados, próximo ao tradicional bairroSanta Tereza.De roça grande à Babilônia de con- creto, Belo Horizonte trocou suas hortasde quintal, seus pomares, por imensasconstruções. E cobra uma conta cara docidadão pela chegada à urbe.O primeiro disco da cantora mineiraLaura Lopes, denominado
 Abaporu,
 - nome de famoso quadro de Tarsila do Amaral, abrasou mais minha paixãopela música contemporânea de Minas.Mas sempre que os novos artistas fi-  guram na imprensa local, são taxadoscomo netos do Clube da Esquina. Umapego histórico-musical desnecessário,que impede as novas baladas de se apre- sentarem em plenitude.Muito além da Esquina – e cami- nhando longe dela também – estão os"novinhos", como Gustavito, que espa- lha suíngue e sensualidade brasileiraem seu trabalho, Rafael Martini, umpianista extraordinário, que demandahoras de atenção musical para digestãosonora, e o grupo Capim Seco transandomarujadas do interior mineiro às possi- bilidades do sambajazz.Outros nomes, como o evidente esubstancial Graveola e o Lixo Polifônico, figuram na cena independente. É tempode assumir o novo e conhecer a profusãoda juventude musical de Minas.
 A nova músicamineira
Leilane Stauffer
6º P
Edição: Dany Starling
Difícil, cheia de regras, imposições enão-me-toques. Com todo respeito, vocêé bem complicada às vezes. Na verdade,quase sempre. Por outro lado, com aque- le ar imortal que a existência de mais dedois mil anos revela, tem toda a pompade quem já viveu bastante e mostra queas transformações a deixaram mais char- mosa e com uma beleza coerente. Inde- pendentemente das controvérsias, é assimque te imagino. Eu e provavelmente vá- rios habitantes dos oito países que, hoje,te adotam oficialmente. São cerca de 230milhões de pessoas que te usam. E, comcerteza, abusam.É, dona Língua Portuguesa, não deveser confortável para você que – verdadeseja dita – veio de um idioma morto,mas se consagrou como língua culta, ser escrita, falada e pensada por estilos, jei- tos, comportamentos e culturas diferentes.Mas também, quem mandou ser assim?São análises morfológicas e sintáticas, figuras de linguagem, concordâncias ver- bais e nominais, milhões de sentidos parao mesmo verbo e milhões de tempos ver- bais para tantos sujeitos... Haja paciênciapara dominar essas e mais tantas outrasminúcias suas. Ai, de nós! Às vezes, acho que foi você quecriou aquele enigma da esfinge edona Hera, lá da Grécia, resolveupatentear. Essa história de “Decifra-meou devoro-te” é bem a sua cara, sabia?Dias atrás mesmo, não te decifraramda maneira correta e você já imagina oresultado: constrangimento total. Umdos jornais ainda mais respeitados donosso Brasil esqueceu como se conjuga- va o verbo “manter”. Em uma baitamanchete, resolveram reproduzir umadeclaração nada bem sucedida, nosaspectos de forma e conteúdo, seé que a senhora me entende. Elespublicaram: “Servidor que manter  greve ficará sem reajuste, diz governo”(sic). A tentativa de acordo, grafadade maneira equivocada pela F 
olhade S. Paulo
, diz respeito aos setores federais que promoveram paralisações,buscando por melhorias, principalmen- te salariais. O reajuste oferecido pelo governo foi de 15,8% até 2015 e pre- tendia alcançar os professores uni- versitários e os policiais federais,citados na matéria. A falha foi vergo- nhosa e não apenas para você, querida flor do Lácio.E a gente fica assim, neste eternocaso de amor e... não, ódio não. Éuma expressão pesada. Olha aí!Benditos signos linguísticos esses seustambém, hein! Enfim... neste casoconstante de admiração e atrito.Como você bem sabe, de vez em quan- do, os eufemismos conseguem apaziguar a situação. No final das contas,estamos cansados de ouvir – e dereconhecer também – que só serelaciona bem com você quem lê, emuito. Eu sei, e você há de concordar comigo, que a frase já ficoumanjada. Mas, como dizem por aí, quan- do repetimos muito as coisas, elas se tor- nam verdades. Não necessariamente o fato em questão precisa ser mentira, que fique bem claro. E por falar em repetição,dona Língua Portuguesa, o nosso convíviodiário só vai funcionar quando a gentepraticar o verbo que conjugamos (e corre- tamente, lógico!) em um futuro – aindadistante, infelizmente – do subjuntivo:quando eu ler, quando tu leres, quandoele/ela ler, quando nós lermos, quandovós lerdes, quando eles/elas lerem. Quan- do todo mundo ler.
 A diva nossa detodos os dias
REPRODUÇÃOCRIStIANO SOARES

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