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82597761 Pratica Penal I

82597761 Pratica Penal I

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Published by: Antonio Carlos Fisher Moreira on Feb 21, 2013
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MANUAL DEPRÁTICA PENAL I
APOSTILA SISTEMATIZADA
 
1ª Parte do Conteúdo
 – 
1ª Revisão
PROFESSOR ANDERSON PINHEIRO DA COSTA07/02/2012
 
 MATERIAL COMPLEMENTAR 
 – 
MANUAL DE PRÁTICA PENAL I
2011 
 
2
2011 
 
1º Sem/2012 
SUMÁRIO
Conteúdo
 
 MATERIAL COMPLEMENTAR 
 – 
MANUAL DE PRÁTICA PENAL I
2011 
 
3
2011 
 
1º Sem/2012 
I-
 
QUEIXA CRIME:
Trata-se de ação penal privada e, como ocorre nas ações penais públicas,deve estar amparada por prova pré-constituída. O ofendido, antes da propositura daqueixa, deve requerer a instauração de inquérito para ofertar justa causa à ação penal privada, indicando materialidade e indícios de autoria, salvo se possuir indíciossuficientes para tal.O advogado deve receber poderes especiais para propositura da queixacrime, ou seja, a procuração deve fazer expressa menção à propositura da ação penal privada, com um breve resumo dos fatos. Se preferir, o ofendido pode assinar a queixa juntamente com o advogado (art. 44 do CPP).Cuidando-se de dois ou mais agentes, em homenagem ao princípio daindivisibilidade da ação penal privada, é indispensável o oferecimento de queixa contraambos, sob pena de configuração de renúncia (art. 48 e 49 do CPP). Importante ressaltar o prazo para oferecimento da queixa, que é de 06 meses contados da data em que se temconhecimento da autoria do crime. Este prazo é decadencial e de natureza penal, ouseja, conta-se o dia do início e exclui-se o dia do fim, diferente do que ocorre nacontagem de prazo processual.Como saber se o crime será processado mediante queixa
?
O próprio tipo penal ou o capítulo em que tal crime estiver inserido irátrazer a ressalva de que o crime em análise se procede mediante queixa, a exemplo doscrimes contra honra (Art. 145 do Código Penal), Induzimento a erro essencial eocultação de impedimento (art. 236, parágrafo único do CP), Exercício arbitrário das próprias razões sem emprego de violência (art. 345, parágrafo único, do CP) e crime deDano (art. 167 do CP). Mais corriqueiro e presente no cotidiano da maioria dos profissionais do direito, estão os crimes contra a honra.
a)
 
CRIMES CONTRA A HONRA:
O Cap. V do Título I da Parte Especial do Código Penal Brasileiro trata
“Dos Crimes Contra a Honra”. O conceito de honra abrange tanto aspectos objetivos
como subjetivos, de maneira que, aqueles representariam o que terceiros pensam arespeito do sujeito
 – 
sua reputação - enquanto estes representariam o juízo que o sujeitofaz de si mesmo
 – 
seu amor-próprio.A honra é vista como o conjunto de atributos morais, físicos e intelectuaisde uma pessoa, que a tornam merecedora de apreço no convívio social e que promovema sua auto-estima.Em tal capítulo temos a presença de três modalidades de crimes que violama honra, seja ela objetiva ou subjetiva, a saber: a Calúnia ( art. 138 ), a Difamação ( art.139 ) e a Injúria ( art. 140 ). Tais crimes são causadores de freqüentes dúvidas entre os profissionais da área jurídica, que, muitas vezes, acabam fazendo confusão entreaqueles.

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