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 Mónica Isabel Fonseca Sequeira Lima 1.º Direito, Diurno, Turma A, N.º 20070373
Universidade Autónoma de Lisboa
Departamento de Direito
CASO KOSOVO
Trabalho apresentado para a unidade curricular deDIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO I 
Nome da Aluna: Mónica Isabel Fonseca Sequeira Lima N.º 20070373Turma A, 1.º ano (Diurno)Docentes: Prof.ª Patrícia Galvão TelesProfCristina CrisóstomoLISBOA, 9 de Junho de 2008
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 Mónica Isabel Fonseca Sequeira Lima 1.º Direito, Diurno, Turma A, N.º 20070373
ABREVIATURAS
AGNUAssembleia Geral das Nões UnidasCNUCarta das Nações UnidasCSConselho de Segurança (das Nações Unidas)CVConvenção de Viena sobre Direito dos Tratados (1969)DUDHDeclarão Universal dos Direitos do HomemKLA
 Kosovo Liberation Army
– Exército para a Libertação do Kosovo. NATOOrganização do Tratado do Atntico Norte NUNações UnidasTIJTribunal Internaciona
 
l de Justiça2/14
 
 Mónica Isabel Fonseca Sequeira Lima 1.º Direito, Diurno, Turma A, N.º 20070373
Enquadramento HistóricoA Sérvia pertenceu ao Império Bizantino até ao século XII, e mais tarde ao ImpérioOtomano desde 1389 até ao século XIX. Durante a II Guerra Mundial o Kosovo foi incluídona Albânia pelos italianos. Após a II Guerra Mundial a Sérvia tornou-se parte do Reino dosSérvios, Croatas e Eslovenos, e em 1945 estabeleceu-se a República Federal da Jugoslávia,composta pela Croácia, Eslovénia, Bósnia-Herzegovina, Macedónia, Montenegro e Sérvia,sob o domínio de Tito, estrangulando severamente as diversas nacionalidades. O Kosovotornou-se uma província autónoma na República Federal Socialista da Sérvia.
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Em 1989, a Sérvia retirou à província do Kosovo o seu estatuto autónomo e os seus poderes legislativos, e os albaneses, 90% da população do Kosovo, insurgiram-se. Em 1991,os kosovares votaram num referendo, defendendo a sua secessão da Sérvia e da Jugoslávia,mas foram reprimidos por ordem do governo jugoslavo, dominado pelos sérvios. No princípiode 1998 os kosovares, em particular a etnia albanesa (a maioria da população), foramnovamente atacados por forças sérvias, seguindo-se um processo brutal e sistemático delimpeza étnica, no qual os kosovares (em particular de etnia albanesa) foram assassinados ouforçados pelos sérvios a fugir para outros países. O KLA, um grupo de guerrilha que lutava pela independência da província, era outro alvo dos ataques.
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 Entre Março e Junho de 1999,forças da NATO tentaram parar as atrocidades fazendo ataques aéreos na Sérvia (que pertencia, em conjunto com Montenegro, à Jugoslávia), sem autorização do CS – que só maistarde emitiria a Resolução 1244. As hostilidades cessaram quando a Sérvia aceitou um acordo, permitindo a entrada de uma força das Nações Unidas no Kosovo para manutenção da paz egarantia dos direitos humanos, para desmantelamento das minas anti-pessoais e retorno dosrefugiados kosovares.
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Os esforços das NU para estabelecer uma administração civil foramdificultados pela grande tensão entre Sérvios e Albaneses.
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Em 17 de Fevereiro de 2008 o Kosovo declarou unilateralmente que era um Estadosoberano e independente. Os Estados Unidos da América e rios membros da UEreconheceram o Kosovo com Estado independente, mas não foi o caso da Sérvia nem da
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Cf. LENMAN, Bruce P. – 
Chambers Dictionary of World History.
Edinburgh: Chambers Harrap Publishers. p. 755, 452.
2
 
Serbia.
[Em linha]. [S.l.]: Britannica Student’s Encyclopedia, 2008. [Consult. 26 Maio 2008]
3
Cf. LENMAN,
op. cit 
., p. 452, 755.
4
 
World Affairs: Kosovo.
[Em linha]. [S.l.]: Encyclopaedia Britannica Online, [2000]. [Consult. 26 Maio 2008]
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Parabens, nao entendi tudo direitinho o que diz no trabalho mas parabens, valeu, sou albanes do Kosovo..!!

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