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O Concílio Vaticano II (Carta dos Direitos da Família): <<A educação sexual, direito edever fundamental dos pais, deve atuar-se sempre sob a sua solícita guia, quer em casa,quer nos centros educacionais escolhidos por eles>>. Ninguém está em condições derealizar melhor a
educação moral
, neste campo delicado, do que os pais devidamente preparados;
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Ante a difusão da pornografia, é necessário dos pais uma educação preventiva e críticaem relação aos filhos e uma ação de corajosa denúncia junto das autoridades;
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A família, embora rica destas forças, tem necessidade de apoio, segundo o princípio dasubsidiariedade, medindo
recursos e instrumentos adequados
de apoio, quer naeducação dos filhos, quer no cuidado dos anciãos;
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Os pais são solicitados a
ousar pedir e propor mais
. Não podem contentar-se com
evitar o pior
– que os filhos não se droguem ou não cometam delitos – mas deverãoeducá-los para os valores da pessoa (renovados pela virtude da fé): a liberdade, aresponsabilidade, a paternidade e a maternidade, o serviço, o trabalho profissional, asolidariedade, a honestidade, a arte, o desporto, a alegria de serem filhos de Deus e, por isso, irmãos de todos os seres humanos;
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Certas graves carências ou desequilíbrios que se realizam entre os pais (v.g., ausênciada vida familiar de um deles ou de ambos os pais, desinteresse educativo ou severidadeexcessiva) são fatores capazes de causar nos filhos distonias emocionais e afetivas que podem perturbar gravemente a sua adolescência e, por vezes, marcá-las para toda avida.
É necessário que os pais encontrem tempo para estar com os filhos, entreter-se e dialogar com eles
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É preciso esforçar-se por compreendê-los, saber reconhecer a parte de verdade que podeestar presente em algumas formas de rebelião. E, ao mesmo tempo, os pais poderãoajudá-los a canalizar retamente ânsias e aspirações, ensinando-os a refletir sobre arealidade das coisas e a raciocinar.
Não se trata de impor uma determinada linha depensamento, mas mostrar os motivos, sobrenaturais e humanos, que orecomendam;
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Nada induz tanto o amor, quanto saber-se amados. A educação para o amor autênticoimplica amor de benevolência, comporta o acolhimento da pessoa amada, o considerar o seu bem como próprio, educar no reto relacionamento com os outros;
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A educação para a castidade, enquanto educação para o amor, é, ao mesmo tempo,
educação do espírito, da sensibilidade e dos sentimentos;
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A castidade, enquanto virtude, nunca se reduz a um simples raciocínio sobre acapacidade de efetuar atos conformes às normas de comportamento exterior. Éinseparável do empenho de cultivar o amor cristão que se caracteriza pelo respeito,altruísmo e o serviço e que, em definitivo, se chama caridade. A sexualidade é um bemde grande importância que é preciso proteger segundo a ordem da razão iluminada pelafé:
“Quanto maior é um bem, tanto mais nele se deve observar a ordem da razão”.
Para educar para a castidade: “é necessário o domínio de si, o qual pressupõe virtudescomo o pudor, a temperança, o respeito de si e dos outros, a abertura ao próximo”. Sãotambém importantes as
“irmãs menores da castidade”
: o pudor, a modéstia, atitude desacrifício dos próprios caprichos, alimentados pela FÉ, e pela VIDA DE ORAÇÃO.
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