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120101745 Licoes de Uma Cortesa Jenna Petersen 02

120101745 Licoes de Uma Cortesa Jenna Petersen 02

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03/06/2013

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Lições de umacortesã
Lesson Fron a Courtesan
 Jenna Petersen
Disponibilização: Grupo de Traduções ConstanzaenglishPedido e Tradução Mecânica: RosieRevisão/Fomatação: JoelmaRevisão Final: Sky
PP
ROJETOROJETO
RR
EVISORASEVISORAS
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RADUÇÕESRADUÇÕES
Lição 1: Todo homem ama um mistério.Uma vampiresa escandalosa chamada "Ria" eletrificou a nobreza londrina. Cadacavalheiro em Londres a deseja; cada mulher a inveja. E todos eles estavam desesperadospara saber os segredos da sedutora e bela cortesã. Todos exceto Justin, o Conde deBaybary. Ele sabe tudo sobre Ria. Conheceu cada centímetro de sua pele sedosa, o saborde seus lábios deliciosos. . . em sua noite de núpcias.Lição 2: A vingança é um prato que se serve frio, mas que se prepara com o fogo e airritação que produz a traição.O pai de Vitória arrumou o casamento e ela se rendeu completamente à paixãocom Justin na noite de bodas. Quando ele a abandonou na manhã seguinte, jurou quenunca mais o deixaria entrar em sua cama. Agora Vitória tem outras razões para voltarpara a cidade, e desfrutará atormentando Justin, deixando que ele veja como os outroshomens a cobiçam.Lição 3: Nenhum homem pode fazer você perder o controle. . . a menos que você deixe. Epara avaliar “se vai deixar” deve calcular quanto prazer essa relação trará.Estar longe de Justin é uma tortura insuportável para Vitória. . . e o perdão a levariaa um êxtase inimaginável.Lição 4: Aplicar todas as lições juntas
 
Lições de uma cortesã JennaPetersen
Lição 5: Ler este livro para aprender mais lições
PREFÁCIO
Lição: Quando um marido oferece uma casa conforvel, criados,dinheiro e o poder de comandar a casa completamente a seu gostodesconfie do que ele vai pedir em troca a você.Inglaterra, 1812Amanhã de manhã, ela não seria mais virgem. Vitória Reed — não!—Viria Talbot olhou-se fixamente no espelho. Como podia estar otranqüila quando em algumas horas mais, todo seu mundo seriacompletamente alterado? Teria um novo sobrenome e uma nova casa. E até um título. LadyBaybary. A Condessa de Baybary.Não soava correto. Não era correto.Vitória cobriu o rosto com as mãos. Só um mês antes, tinha uma vidanormal. Sim, tinha que suportar as farras e as bebedeiras de seu pai, masestava acostumada a essas coisas.E então, aparentemente do nada, seu pai deu a ela a notícia de quearranjou o casamento dela com Justin Talbot, o Conde de Baybary e filho doex-melhor amigo de seu pai. Um homem a quem ele agora menosprezava eamaldiçoava regularmente. Quando ela se atreveu a perguntar como e porque escolheu esse candidato, só recebeu uma grande bofetada e nenhumaresposta adicional.E agora aqui estava ela, sentada no quarto da extensa propriedade ruralde seu recente marido olhando-se ao espelho. E perguntando-se em quetipo de problema seu pai a tinha metido.Vozes raivosas vindas de fora da porta interromperam seus devaneios.Ela ficou de pé e deu um passo. Embora não pudesse distinguir as palavrasditas, ela reconheceu o som da cadência mal articulada de seu pai. Eleestava bêbado novamente.A voz de seu acompanhante também soava assombrosamente familiar.Era a de seu marido. Embora eles tivessem conversado – no máximo – dozevezes no último mês, sua voz já lhe era reconhecível em um segundo.Misteriosa e rouca, um estrondo baixo que vêm da profundidade de seupeito.As vozes subiram seu volume. Eles estavam discutindo. Viria semoveu em direção à porta e se inclinou para mais perto. Só podia distinguiro tom zangado e palavras soltas como bado, anulão, esposa, esegredo. Ela estremeceu com cada uma delas. Justin Talbot esteve surpreendentemente silencioso a respeito doassunto casamento, lhe oferecendo educados e vazios intercâmbios depalavras corteses quando eles estavam a sós. Vitória presumiu que essecasamento era algum tipo de acordo de negócios, mas agora se
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Lições de uma cortesã JennaPetersen
perguntava… se ele estava sendo forçado a essa união matrimonial comoela tinha sido?E se esse fosse o caso, como a ia tratar? Ela não tinha conseguidodeterminar o verdadeiro caráter de seu prometido até agora.Antes que ela pudesse ponderar essa idéia problemática com maisprofundidade, a porta contra a qual estava apoiando-se foi aberta e Vitóriatropeçou para frente. Os braços fortes a apanharam quando sua testachocou-se contra um peito largo e morno. Bem, não havia como negar queestava espiando Justin e seu pai.Lentamente, ela olhou para cima e encontrou os olhos de seu recentemarido. Santo Deus, ele era um demônio muito bonito com suas feiçõesseveramente definidas, sua mandíbula forte, e seus lábios sensuais.Se tivesse que descrevê-lo em uma palavra, teria sido escuro. Cabelosescuros, olhos escuros que escondiam suas emoções convenientemente, euma aura escura que parecia rodeá-lo. Com apenas um olhar, até uminocente podia ver que ele era um homem de segredos, de vícios, de tudo oque sua reputação falava e muito mais.Vitória se endireitou e cambaleando deu alguns passos para trás. Elenão disse nada, simplesmente a olhou fixamente… esperando.– Eu... eu ouvi vozes, – ela balbuciou, odiando o calor que alagou suasbochechas. Ela não queria mostrar essa debilidade. – Não estava tentandoespiar.– Não? – ele perguntou, seu tom muito medido. Não havia nenhum sinalde que estivesse divertido, zangado ou ofendido. – E o que ouviu?Ela sacudiu a cabeça, negando. – Nada.Ele a observou por um longo tempo, como se estivesse julgando averdade dessa declaração. Então ele entrou no quarto e fechou a portadetrás dele. Olhou-a fixamente, seu olhar percorrendo seu corpo com umademorada possessividade que a fez ficar rígida. Ele estava avaliando-a,como alguém faria com uma vaca ou um cavalo!Pior ainda, o zangada como esse pensamento a s, Viria seperguntou como teria se saído nessa avaliação. Ele, um homem com areputação de ser um amante perito e voraz. Ela, uma mulher vestida comuma camisola de algodão branco.– Não precisa me olhar como se eu fosse estrangulá-la na cama, – eledisse em voz baixa. – Não tenho nenhuma intenção de machucar você. Asvozes que ouviu eram as de meu pai e de seu pai. – Seu olhar escuro se fezmuito mais escuro. – O Senhor Reed simplesmente estava nos saudandoantes de partir para a estalagem.Agora os olhos dela estavam estreitados com descrença. – O que estádescrevendo não soa como algo que meu pai faria, Lorde Baybary. E vocêsdois o estavam despedindo-se amigavelmente, exatamente. Vosestavam discutindo.Seu olhar, que esteve fixo na garrafa de uísque que estava do outrolado do quarto, observou brevemente o rosto dela, e sua expressão foi desurpresa. Novamente, o estomago de Vitória se apertou de ansiedade. Elase comportou com impertinência. Quem sabia que castigo lhe daria porisso?
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