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UNIVERSIDADE DE ÉVORA
METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DO PROJECTO
Ano Académico: 2007/08 Semestre ParProposta final do projecto de trabalho de pesquisa
Nome: Nuno Potes CordovilÁrea: Contabilidade e GestãoNúmero: m 15907Turma: BData de entrega: 28 de Junho de 2008E-mail:nunopcordov@gmail.com
 Telefone: 266739690 / 966286682
 
O Debute da Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas2
1. Introdução 31.1. Enquadramento Geral 31.2. Problema de Estudo 41.3. Objectivos 42. Revisão da Literatura 53. Metodologia 83.1. Fundamentação Teórica 83.2. Abordagem 94. Processo de recolha de dados 105. Conclusão 116. Bibliografia 117. Glossário 138. Anexos 13Resumo: O presente trabalho responde à proposta final do projecto de trabalho depesquisa da cadeira de Metodologia de Elaboração do Projecto do Mestrado em Gestãoda Universidade de Évora. Nele se propõe implementar no Alentejo, um inquéritoutilizado no Brasil pela Ethos- Sebrae para medir a consciencialização das PME aoproblema da Responsabilidade Social das Organizações. Fazendo a análise dosresultados a obter desenvolver-se-à a estratégia de incentivação e fomento junto dasentidades interessadas.Palavras-chave: RSO/RSER; sustentabilidade; benchmarking; auto-formação
 
O Debute da Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas3
1. Introdução1.1. Enquadramento Geral
 Defendo que o maior e mais sensato gestor não deverá almejar a maximização doslucros, antes sim, a ‘optimização’ dos mesmos”
(Bigio, Joseph, 2002).Verifica-se que vão aparecendo cada vez mais empresas a apresentar relatórios desustentabilidade, seja como complemento dos relatórios anuais de cariz financeiro, sejacomo anexo aos mesmos, ou ainda apresentados independentemente daqueles e até comperiodicidade diferente.É principalmente nas grandes empresas multinacionais que este fenómeno mais tomaforma, um pouco como moda ou corrente de pensamento, e dando ainda os primeirospassos no caminho de uma formatação homogénea tanto na qualidade quanto naquantidade de informação divulgada pelas administrações.Poderá até acontecer que algumas destas entidades o façam de uma forma pretensiosa,algo como
marketing social
, que ‘fica bem’. Outras, por ventura são pressionadas pelasvalorizações bolsistas, pois um dos indicadores com elevado peso nas ponderações decotação é a classificação da entidade pelas várias normas segundo as quais há quedivulgar se estão a ser praticados diversos pontos considerados em grelhas decomparação.A normalização mais difundida a nível internacional é a
GRI – Global Report Initiative
.Apresenta três classificações conforme o grau de aplicabilidade e ainda uma outraclassificação relativa à certificação por uma terceira entidade quanto à aplicação dasreferidas normas.Tanto a tarefa de demonstração, por parte da empresa relatora, como a de conferência,por parte da certificadora, são em todo o caso trabalhos que parecem ser bastantedispendiosos pela exigência do serviço de pessoal altamente especializado.Suscita-se assim a interrogação se apenas as grandes empresas multinacionais deverãoponderar o caminho que estão a seguir nesta nova área de gestão e que tem a ver com odesempenho a nível económico, social e ambiental. Parece que não!Todos não serão de mais para tentar modificar o desequilíbrio que aparece entre paísesricos, do Norte ou pobres, do Sul;Todos estão chamados a compreender que as empresas já não são entidades estanquesaos interesses externos aos seus proprietários e que mesmo dentro dos accionistas háuma diferença abismal entre os capitais sociais de hoje em dia, com milhões de acções
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