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120985289 Amante Indocil

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11/22/2013

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Amante Indócil Janet DaileyOBRAS DA AUTORAAMANTE INDÓCILA CARÍCIA DO VENTO Janet Dailey
 Amante Indócil
 Tradução de ISABEL PAQUET DE ARARIPE
RECORDEDITOR RECORD
 Título original norte-americano THE ROGUECopyright (C) 1980 by Janet Dailey Todos os direitos reservados inclusiveo direito de reprodução no todo ou em parte de qualquer forma.Esta edição é publicada mediante acordo com os editores originais,Pocket Books, New York.Direitos de publicação exclusiva em língua portuguesa no Brasiladquiridos pela DISTRIBUIDORA RECORD DE SERVIÇOS DE IMPRENSA S.A.Rua Argentina 171 — 20921 Rio de Janeiro, RJ que se reserva apropriedade literária desta traduçãoImpresso no BrasilDigitalização e arranjo:Fátima ChavesEsta obra destina-se ao uso exclusivo de portadores de deficiênciavisual.
 
As histórias do Velho Oeste estão cheias de lendas sobre um garanhãobranco marchador. Muitos personagens respeitáveis mencionaram, nosseus diários e documentos, ter visto o cavalo selvagem branco. Dentreos primeiros estava Washington Irving. Dizia-se que esse magníficogaranhão percorria as regiões do Texas ao Oklahoma, entrando peloNovo México e Colorado. As suas façanhas eram inúmeras. Eraconhecido por muitos nomes: o Garanhão Marchador Branco, o CorcelBranco das Pradarias, e o
Mustang
Branco. Os índios chamavam-no deCavalo Fantasma das Planícies.
 
CAPÍTULO
1A cordilheira oriental das montanhas do deserto lançava longassombras matutinas no solo do vale. Suas encostas eram escurecidas porbosques espessos de juníperos e pinheiros. Vinda do sul, a brisa trazia ocheiro de água dos canos de irrigação que borrifavam os campos onde asalva e o capim de Nevada davam lugar a um tapete verde.Montes de feno, como montículos dourados de pão, jaziam ao ladodos anexos da estância de cavalos e gado. Estábulos, currais e galpõesde equipamento pontilhavam o quintal, dominados pela casa ampla edespretensiosa que se situava numa elevação, cuja posição ligeiramentemais alta dava-lhe uma vista geral da propriedade inteira. A águapreciosa não era desperdiçada em relvados, e a vegetação resistente dodeserto ocupava a terra ao redor dos prédios. Três cavalos árabes bem novinhos pinoteavam dentro de um doscurrais. Duas pessoas os observavam, junto à cerca. Uma delas era jovem; a outra, velha. Com os braços jogados sobre a tábua superior dacerca, o homem grisalho era flexível e curtido como uma boa corda. Osseus olhos eram permanentemente apertados, devido aos longos anosfitando o sol e o vento. A experiência se estampava no seu rostocastigado pelo sol, juntamente com um certo azedume derivado dossonhos perdidos.O mais perto que Rueben Spencer já chegara de obter sucesso navida fora fazer uma bela jogada num oito num cassino de Ely, e ganhar osalário de um mês. O mais perto que chegara de ter um lar era umaunidade nos alojamentos da estância — casa, comida e salário, cortesiado patrão. E o mais perto que Rube chegara de ter a sua própria famíliaera a garota adolescente encarapitada na cerca ao seu lado, a filha dopatrão. Ele não deixara rastros na vida que o vento de Nevada nãopudesse apagar num minuto.Para Diana Someis, tudo estava à sua frente. O mundo esperava

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