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MANUAL-PRÁTICO-DE-EXECUÇÃO-JUNHO-11

MANUAL-PRÁTICO-DE-EXECUÇÃO-JUNHO-11

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08/02/2013

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-EXECUÇÃO TRABALHISTA-DESPACHOS E PROCEDIMENTOS MANUAL PRÁTICO
- EXECUÇÃO TRABALHISTA -DESPACHOS E PROCEDIMENTOSMANUAL PRÁTICO12ª VERSÃO
Kathleen Mecchi Zarins StamatoLaura Bittencourt HinzLeandra da Silva GuimarãesMaria Inês Corrêa de Cerqueira César TargaRenata dos Reis D´Avilla CalilJuízas do Trabalho da 15ª RegiãoCAMPI NAS – SPJUNHO 2011
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-EXECUÇÃO TRABALHISTA-DESPACHOS E PROCEDIMENTOS MANUAL PRÁTICO
APRESENTAÇÃOPrezados colegas:As decisões ora compiladas têm sido elaboradas ao longo de muitos anospor diversos magistrados. Meramente as recolhemos e contamos com a colaboração detodos para manter este texto atualizado e para que nele sejam inseridas novas idéiasou observações, o que poderá ser realizado por meio do endereço eletrônicomariatarga@trt15.jus.br.o poamos, entretanto, deixar de colher a oportunidade deapresentar esta apostila para fazer algumas considerações.Costumeiramente, a execução tem seus trâmites efetivados pelasSecretarias das Varas do Trabalho e, conquanto contemos com servidores habilitados,queremos modificar este paradigma. Por algum motivo desconhecido, sempreutilizamos as nossas melhores forças e recursos para viabilizar céleres procedimentosdurante a fase de conhecimento, relegando a execução. A criação do procedimentosumaríssimo e de outras alterões legislativas, que em nenhum momento sepreocuparam com a alteração dos procedimentos de execução trabalhista, bem retrataessa especificidade.Assim agindo, conferimos uma meia vitória àquele que veio à Justiça.Sinceramente, não sabemos o que é pior: não ter a prestação jurisdicional, não tercerteza da violação de determinado bem jurídico ou vê-lo reconhecido e sem eficácia.Ao contrário, quando exercemos nosso poder jurisdicional de formacompleta, é certo que se agiganta nossa responsabilidade, mas também a boa sensaçãodo dever cumprido.E, permitam-nos, para duas questões queremos mais claramentechamar a atenção dos nossos colegas. A primeira, para que tenham outra visão daexecução, imprimindo-lhe celeridade. A segunda se refere à importância da realizaçãode audiências de conciliação em execução.Pois bem.A atualização dos procedimentos é imperativa sob nosso ponto de vista.Não há mais motivos para mandados, para cartas precatórias, expedientes quasemedievais. Para que determinar aos oficiais de justiça a realização de atos que podemser praticados com mais eficácia e celeridade por nós mesmos, magistrados? No tempodo
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, não deve ser admitida a remessa de documento a outro Juízo para que eledetermine a seu subordinado que o “cumpra”. No tempo de tantas inovaçõestecnológicas, não há o porquê de se digitar um “mandado”, repetindo o teor de
 
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-EXECUÇÃO TRABALHISTA-DESPACHOS E PROCEDIMENTOS MANUAL PRÁTICO
decisões antes exaradas. Parece que confiamos mais nas ações do oficial de justiça doque nas nossas!Vamos mudar esse paradigma. Um bom exemplo é a concessão de“força de mandado” e “força de alvará ou ofício” aos próprios despachos e às atas deaudiência. Além disso, deve ser efetivado o protesto da sentença, procedimento queacarreta a inserção dos devedores nas listas de proteção ao crédito e, de plano,realizado arresto
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nas oportunidades em que vemos o executado se furtando aocumprimento de sua obrigação.Outra forma adequada de resolver com celeridade a execução é aaudiência de conciliação. Se nos permitem, essa é a nossa “menina dos olhos”.Experiência que queremos dividir e que tem sido extremamente eficaz. Além depermitir às partes espaço e atenção adequados para resolução do conflito processual esociológico (o último por vezes mais amplo que o primeiro), a conciliação é a melhorforma de sua pacificação. Ainda que não se concretize o acordo, permite a aceleraçãodo procedimento como não o fez nenhuma outra prática antes experimentada.E nem se argumente que a audiência de conciliação não está prevista nalegislação. O juiz pode, a qualquer momento, ordenar o comparecimento das partes,nos termos do art. 599, I, do CPC. Os procedimentos em primeiro lugar oatualizados, revisitados pelos seus aplicadores. Em momento posterior é que se dá, nogeral, alteração legislativa destinada a positivá-lo. Exemplo claro é a penhora viasistema Bacen Jud, viabilizada pelo Banco Central, em face do grande número deofícios recebidos naquela instituição. Apesar de realizada há muito tempo, somente foiregularizada pela inserção do art. 655-A do Código de Processo Civil, em 6 dedezembro de 2006.Finalmente, também queremos propor uma discussão de atualizaçãodos procedimentos para que adotemos aqueles inseridos nas modificaçõesperpetradas no Código de Processo Civil. É patente que o Processo do Trabalhosempre foi o berço das alterações procedimentais, tendo sido esse paradigma rompido.Por que não adotá-las? Afinal, o Direito é informado por princípios, e eles devem serconsiderados na nossa atuação jurisdicional. Atentos à legislação vigente, mas nãolegalistas, devemos estar absolutamente imbuídos de nossa função de apaziguadores esolucionadores de conflitos.São essas, basicamente, as linhas que informam os modelos de decisõesque ora apresentamos. Esperando que possam ser úteis, subscrevemo-noscordialmente.
Campinas, 1º de junho de 2011.As autoras.3

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