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O ECTURE SEM TÍTULOO ECTURE SEM TÍTULO
 
 
 
 Antes de todo
 
O ECTURE SEM TÍTULOO ECTURE SEM TÍTULO
A leitura e a felicidadeComo lêem “um livro “? Começando logicamente peloinício? Consultando o sumário para ir o mais depressapossível para os nomes que vos são familiares ou osassuntos que interessam-nos particularmente? Ou entramno livro aleatório? À vontade do dedo que feuillette, do olhoque fura, da curiosidade que flâne? Ou ainda são os queestejam por espírito de contradição, ou seja por umaespécie de fantasia que tem-se tornado hábito que começapelo fim e sobe gradualmente até ao início? Se é deestes,congratulo-me que aborde um livro pela leitura domagnífico argumento para os livros e a leitura do toda umagrande livro qualquer que seja, ajuda sempre à felicidade,isto ainda mesmo um livro que fala da morte, se todos osfala uma frase admiravelmente torna um todo pequenopouco mais feliz, aí está que faria um admirável assuntopara a prova de franceses do "baccalauréat".A leitura das novelas continua singularmente feliz,reconhece-se, ele desencadeou em algum lugar nnós umaefervescência feliz.Se um escritor for tomado pela febre verde, deverá ter lido
 
considerar engraçado e cáustico devido académiciens,esperando ser elegidos sob a cúpula, celebra-o advogadoquerido defender a sua causa junto dos doutores e aacademia que continua decididamente suscitar a ironia everve das pessoas de talento.Mas ser chroniqueur e pamphlétaire quando a actualidadeaquece-nos a bílis, podia-se ser ainda mais interessado peladescoberta que no fim do século passado e no início deeste,atacava nos jornais todos os que dirigem, queencomendam, que julgam, que se enriquecem e… qualviolência no verbo! Qual ódio no coração! Qual coragem tãoúnico este desafio de cada palavra… e quais palavras!Populeux, injuriosos… e savoureux.Não me avanço afirmando que certos escritores têm assimideias originais, seja os meios que seria necessário levar aefeito para sair da crise da qual sabe-se que é também umacrise de ideias.a antropologia obtem também os favores do público, mascomo surpreender-se quando é a ocasião para verdadeirosescritores de fazer viver, com mil detalhes apaixonantes,povos afastados, desconhecidos, esquecidos? é o trabalhode adiar de antropólogo e dos homens, o seu argumentopara o sensualité individual, para a solidão feliz do homemperante o cosmos, são atentos à natureza e os seus corpos,mas não serão um dia eles também as vítimas dacivilização apocalyptique.As coisas da vidaLiterário, jornalista, escritor, das suas palavras e os seusescritos, mas não somente que fala todas as às memórias,a ironia do destino, e sobretudo título chave, as coisas davida, o escritor sabe ver e sabe dizer que fala da multidãoque se escoa na cidade, da penalidade estúpida que alterao curso de uma existência de filme que se desenrola nonosso cérebro, ele encontra trágico o diário próximo decada um denós, com uma mistura de crueldade e deindulgência, ele olha as reacções do homem na frente estesde golpes de polegada do destino e na frente os fenómenosque para ser inegável, não são menos inesperados, a idadee a morte.
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