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HISTÓRIA DAS MISSÕES MUNDIAIS

HISTÓRIA DAS MISSÕES MUNDIAIS

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Missiologia histórica.
Missiologia histórica.

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05/10/2014

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História de Missões Mundiais
INTRODUÇÃO
“...
e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalémcomo em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra
”.At 1.8b.
Segundos antes da ascensão do Senhor Jesus Cristo, os discípulos ali reunidos ouviramde seus lábios a ordem de anunciá-lo até os limites da terra. Contudo, quase 2000 anospassaram-se e essa tarefa é ainda inacabada. Observamos nos últimos anos, o despertar denossas igrejas por Missões e grande procura de livros, que possam criar uma visão maisbíblica e global do trabalho missionário transcultural. Excelentes livros têm sido escritossobre este tema, mas é muito difícil documentar tudo, pois houve pessoas anônimas queforam usadas por Deus para serem canal de benção que não temos nenhum dado.Neste trabalho de pesquisa, falaremos sobre o avanço do cristianismo ao redor domundo e abordaremos também, a HISTÓRIA DAS MISSÕES.
 
Três religiões denominam-se desde o começo, missionária e universalista: “Budismo”,“Cristianismo”, e o “Islamismo”.
 
O Budismo tem sido sempre uma religião oriental. Extinguindo-se na sua terra deorigem, a Índia. Difundiu-se à Norte, Sul, Leste e muito pouco à Oeste.O Islamismo, desde o princípio é a religião do deserto, destacando-se no OrienteMédio, prolongando-se em todas as direções, de Marrocos à China Ocidental, da Albânia àIndonésia e de uma forma eficaz na África Tropical.
 
O Cristianismo foi à única religião que realmente conseguiu transforma-se emuniversal. Contudo, isto não significa, que todas as pessoas da terra se tenham tornado cristãs.Embora saibamos essa verdade, temos de afirmar também, que não existe nenhuma religiãono mundo, que não haja vista partidários seus converterem-se ao Cristianismo.
 
A igreja primitiva era do tipo genuinamente missionária. Havia os que trabalhavam detempo completo, como Paulo e Barnabé, destinados a liderar a obra missionária.
Paulo tinhaseus auxiliares, aos que ensinava e que por sua vez fundavam Igrejas. Ex. Epáfras emColossos, Cl 1.7.Em virtude da perseguição após a morte de Estevão, espalharam a pregação pelomundo, Atos 8.4. Mas, não eram estes os únicos missionários voluntários. Quando Paulochegou a Roma, foi recebido por crentes e não sabemos como eles surgiram na cidade. Algunsdos cristãos eram escravos, como sabemos pelas epístolas de Paulo, estes eram deslocados portoda à parte, acompanhando as comitivas dos seus senhores. Outros eram mercadores eviajavam em razão do interesse de seus negócios. Sabe-se com certeza, que cada cristão erauma testemunha de Cristo. Onde existisse um cristão, havia uma fé ardente, viva e em breveuma comunidade cristã em expansão.
 
No segundo século, havia três centros importantes de vida cristã no mediterrâneo:Antioquia, Roma e Alexandria. Acerca da fundação da Igreja de Antioquia, Lucas nãomenciona nenhum nome. A Igreja de Roma, provavelmente tenha sido organizada por Pedro ePaulo. Em relação à Igreja de Alexandria, alguém afirma ser o Evangelista Marcos, seufundador. Porém até agora existe qualquer prova histórica neste sentido.
 
Indiscutivelmente, Missões foi a maior glória da igreja dos primeiros tempos. A igrejaera o corpo de Cristo, habitado pelo Espírito Santo. E aquilo que Cristo começou a fazercontinuou, com o objetivo de ao longo dos dias chegar aos recantos mais longínquos da terra.
 
 
HISTÓRIA DE MISSÕES MUNDIAIS
 
.
 
2
AS DEZ ERAS DA HISTÓRIA REDENTIVA
Encontramos no livro de Gênesis em seus onze capítulos iniciais três fatos, a saber:1.1. Uma criação original, gloriosa e boa, Gn 1.31;1.2. A entrada de um poder rebelde, maligno e sobre humano, Gn 3.1-13;1.3. O envolvimento do homem nesta rebeldia e mantido sobre o poder deste mal, Gn 6.1-7.Porém, em todo o restante da Bíblia, até Apocalipse, deparamos com um único drama: Aentrada do reino, do poder e da glória de Deus dentro deste território ocupado peloinimigo. Neste trabalho redentivo de Deus para a humanidade, vemos as dez eras, asquais chamamos de “As dez Eras da História Redentiva”, trazendo consigo o seguintetema: “
 A graça de Deus que intervém na história a fim de derrotar o inimigo
.Atentaremos rapidamente para o que ocorreu em cada uma das dez eras, sabendo quetodas somam um período de 4.000 anos.a. Na 1
a
era:
Abrão
foi escolhido em Gn 12.1-3. O mesmo mandamento foi dado à Isaqueem Gn 26.1-5, à Jacó em Gn 28.10,15, e José tranqüilizou seus irmãos dizendo: “
Vocêsme venderam, mas Deus me enviou
, Gn 4.4-8. Ele se tornou uma Bênção para o Egito.Até mesmo faraó reconheceu, que José estava cheio do Espírito Santo, Gn 41.38. Porém,esta não foi à obediência missionária intencional que Deus desejava.b. Na 2
a
era, dá-se o cativeiro, 70 anos Israel é escravizado pelo rei da babilônia,Nabucodonozor, Jr 25.9-11; 29.1,4,10; 2Cr 36.18-21; Ed 5.12.c. Na 3
a
era, Deus começa a usar os Juizes para lutar em favor do povo, Jz 1.16;d. Na 4
a
era, Deus começa a contar com reis em Israel, 1Sm 8; 2Cr 36;e. Na 5
a
era, dá-se o segundo cativeiro e a diáspora;f. Na 6
a
era, Roma foi conquistada, mas não estendeu o evangelho aos povos bárbaros,celtas e godos. Quase por castigo, Roma foi invadida pelos godos e toda parte ocidentaldo império foi desmoronada.g. Na 7
a
era, os godos foram evangelizados, mas não levaram o evangelho mais ao Norte;h. Na 8
a
era, novamente quase por castigo os vikings invadiram a região dos celtas e godoscristãos e os vikings se tornaram cristãos em meio a esse processo.i. Na 9
a
era, a Europa, pela primeira vez mudou na fé cristã, se lançou a um exercício depseudomissão aos serracenos e se dirigiu ao oriente mais distante como conseqüência dogrande fracasso das cruzadas.
 M
Na 10
a
era, a Europa atingiu então aos confins da terra, mas com motivações muitoconfusas.
2EV
“Deus realiza sua vontade através da obediência voluntária de seu povo, mas quandonecessário realiza o seu querer através de meios involuntários”.
José, Jonas, Ezequiel, Gideão, são exemplos da obra missionária involuntária na Igrejano Antigo Testamento.
 
Notamos em cada era, Deus preocupado em levar avante sua missão, com ou seminteresse da sua Igreja. A nação escolhida por Deus para receber e mediar bênção, Ex 19.3-8;Dt 28.8-14; Sl 67.1,2; 96.1-3; Is 49.6, se afastaram bastante desse ideal. Havia em Jerusalémmuitos estudantes fanáticos da Bíblia, contudo o objetivo principal de cada um era muito mais
 
HISTÓRIA DE MISSÕES MUNDIAIS
 
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3
sustentar e proteger a nação de Israel do que ser uma bênção para as demais nações. Elas nãose preocupavam com que seus convertidos fossem circuncidados no coração, Jr 9.24-26; Rm2.28,29.
 
Os que são abençoados não parecem muito ansiososem compartilhar as bênçãos recebidas, porém, se insistirmosem guardar para nós as bênçãos ao invés de compartilhá-las,então, da mesma maneira que Deus agiu com as naçõesnegligentes, teremos que perder nossas bênçãos para osoutros. Deus continua no propósito de usar sua igreja paraalcançar o mundo. O reino não poderá parar por nossa causa,
Mt 24.14”.
 

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