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A Descoberta do Princípio Alfabético

A Descoberta do Princípio Alfabético

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Published by GiseleDaudt
Paper produzido para a disciplina Processos de Alfabetização
Paper produzido para a disciplina Processos de Alfabetização

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A DESCOBERTA DO PRINCIPIO ALFABÉTICO
Gisele Martins DaudtProfª. Neuzi Schotten
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVIPedagogia/ Licenciatura (PED 5901) – Processos de Alfabetização20/02/09
RESUMO
 A humanidade sempre possuiu a grande necessidade de deixar a sua marca no mundo. Com isso,consequentemente passamos a buscar algum sistema diferenciado que trouxesse a evolução para a sociedade, surgindo assim o sistema da escrita. Diante desses acontecimentos nossa sociedade passou a viver numa busca incessante por ferramentas que facilitem a descoberta da escrita fazendo com que todos dominem o princípio alfabético e assim passem a compreender o processoeducacional tão presente hoje em nossa sociedade.
Palavras-chave: Alfabetização; Educação; Humanidade.
1 INTRODUÇÃO
Vivemos em uma época onde as crianças estão a cada dia mais espertas, motivadas ainvestigação e descobertas. Elas se interessam por assuntos que até então eram tidos como sendo deadultos. Estas crianças chegam à escola causando surpresas a muitos professores que foram preparados para seguir receitas de alfabetização que estão aquém das expectativas das crianças emrelação ao que aprenderiam na escola.O que não se pode esquecer ao se tratar de alfabetização são os conhecimentos prévios dosalunos para se tornarem pontos de partida. Embora cada criança reaja de um jeito ao passar afreqüentar uma escola, todas necessitam de situações que a incentivem e as desafiem a irem semprealém, não desprezando sua idéia de escrita e possa através das concepções dos demais colegas,refletir e construir sua própria escrita, tendo o professor como aliado neste processo.  Nas linhas que se seguem serão abordados aspectos relacionados aos caminhos que oeducando percorre para chegar ao tão esperado princípio alfabético. Também apresentará algunsmecanismos que podem ajudá-los a chegar a este fim.
 
2 A CAMINHADA ATÉ A DESCOBERTA DO PRINCÍPIO ALFABÉTICO
A grande maioria das crianças inicia a caminhada até a famosa alfabetização com os primeiros desenhos, rabiscos que para elas significam muito mais do que isso. Essas criançasconseguem contar longas histórias fazendo apenas pequenos traços em uma folha. Às vezes utilizamcertas marcas que acham importante por algum motivo ou passam a copiá-las de alguém, semprecom o objetivo de representar o que ainda não sabem escrever com letras.A primeira idéia que a criança tem em relação à escrita é que é uma forma de desenhar ascoisas. Ela não compreende que a escrita possui uma ligação com a fala e com o som das palavras.Para a criança a escrita devia seguir o sentido da palavra, como por exemplo: coisas pequenas possuem nomes pequenos, coisas grandes possuem nomes grandes, coisas altas possuem traçosaltos e coisas baixas possuem traços baixos.Ao escrever pela primeira vez as crianças produzem alguns traços que já não são desenhos,mas também não são letras. São grafias que tentam se parecer com as letras. É nesse momento quemuitas crianças passam a perceber que existem dois tipos de signos gráficos: as letras e os números.Passando dessa etapa a criança passa a aprender os aspectos convencionais da escrita(forma das letras, alinhamento horizontal da esquerda para a direita), vão sendo adquiridos aoescrever e juntamente com isso a criança passa a aprender as leis da escrita.Mais tarde a criança começa a construir em sua mente duas hipóteses: a primeira de que énecessário um número mínimo de letras para que esteja escrito alguma coisa e a segunda de que é preciso um mínimo de variedades de caracteres para que uma palavra possa ser lida.Essa importante etapa em que todos nós passamos de entender e interpretar o sistema daescrita é uma das maiores dificuldades que as crianças enfrentam. Segundo Schotten (2006, p.23),“para aprender a ler e a escrever é preciso pensar sobre a escrita, pensar sobre o que a escritarepresenta e como ela representa graficamente a linguagem”.Esse ensino da escrita é uma aprendizagem conceitual (tem uma lógica), e por isso sãonecessárias operações mentais, não apenas memorizações.2
 
É nessa etapa que percebemos a importância de ter um profissional capacitado a lidar comessas situações. Um ser motivado, desafiador, transformador que estimule seus alunos, promovaatividades e assim qualifique o educando para enfrentar a humanidade.Cada criança possui em uma certa etapa da sua vida a grande necessidade de aprender a ler ea escrever e para que isso se concretize é necessário que o aprendiz pense, reflita, raciocine e erre para poder acertar. Segundo Vygotsky (apud ROJO 2009)
 
A possibilidade de se ensinar a leitura e a escrita às crianças em idade pré-escolar deve ser um ensino organizado de forma que se torne necessário às crianças. Se forem usados apenas para escrever congratulações oficiais para os membros da diretoria da escola ou paraqualquer pessoa que o professor julgar interessante, então o exercício de escrita passará a ser  puramente mecânico e logo poderá entediar as crianças: suas atividades não se expressarãoem sua escrita e suas personalidades não desabrocharão. A leitura e a escrita devem ser algoque a criança necessite.
Assim sendo, a criança precisa estar no seu tempo certo para poder ser inserida no mundo daescrita. Ela deve necessitar de desenvolvimento e com isso passar a ser motivada a querer sempreaprender mais e mais.Diante de todas essas situações em que as crianças enfrentam os estudiosos passaram adividir esses estágios de evolução entre: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.Sendo essa a forma que encontraram para se organizarem perante todas essas etapas que oseducandos enfrentam até encontrar o princípio alfabético.2.1 PERÍODO PRÉ-SILÁBICOEsse período se resume na fase em que a criança não tem a noção de que a escrita representaa fala e o som das palavras. Suas escritas se resumem em traços desordenados, sem nenhuma lógicaem uma folha.Logo passa a aproximar-se das letras propriamente ditas e a formar certas hipóteses, umadelas é que para algo ser lido, não é necessário que esteja escrito, mas o que se escreve deve ter umaquantidade mínima de letras. A outra hipótese que a criança passa a se dar conta é da diferenciaçãodas letras que compõem uma palavra.3

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O documente é ótimo e e bem claro quando diz que a criança passa por vários processos na escrita até saber dominar a nossa língua.
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