É nessa etapa que percebemos a importância de ter um profissional capacitado a lidar comessas situações. Um ser motivado, desafiador, transformador que estimule seus alunos, promovaatividades e assim qualifique o educando para enfrentar a humanidade.Cada criança possui em uma certa etapa da sua vida a grande necessidade de aprender a ler ea escrever e para que isso se concretize é necessário que o aprendiz pense, reflita, raciocine e erre para poder acertar. Segundo Vygotsky (apud ROJO 2009)
A possibilidade de se ensinar a leitura e a escrita às crianças em idade pré-escolar deve ser um ensino organizado de forma que se torne necessário às crianças. Se forem usados apenas para escrever congratulações oficiais para os membros da diretoria da escola ou paraqualquer pessoa que o professor julgar interessante, então o exercício de escrita passará a ser puramente mecânico e logo poderá entediar as crianças: suas atividades não se expressarãoem sua escrita e suas personalidades não desabrocharão. A leitura e a escrita devem ser algoque a criança necessite.
Assim sendo, a criança precisa estar no seu tempo certo para poder ser inserida no mundo daescrita. Ela deve necessitar de desenvolvimento e com isso passar a ser motivada a querer sempreaprender mais e mais.Diante de todas essas situações em que as crianças enfrentam os estudiosos passaram adividir esses estágios de evolução entre: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.Sendo essa a forma que encontraram para se organizarem perante todas essas etapas que oseducandos enfrentam até encontrar o princípio alfabético.2.1 PERÍODO PRÉ-SILÁBICOEsse período se resume na fase em que a criança não tem a noção de que a escrita representaa fala e o som das palavras. Suas escritas se resumem em traços desordenados, sem nenhuma lógicaem uma folha.Logo passa a aproximar-se das letras propriamente ditas e a formar certas hipóteses, umadelas é que para algo ser lido, não é necessário que esteja escrito, mas o que se escreve deve ter umaquantidade mínima de letras. A outra hipótese que a criança passa a se dar conta é da diferenciaçãodas letras que compõem uma palavra.3