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declei 236_2003

declei 236_2003

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 N.
 o
 226 — 30 de Setembro de 2003
DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A
6419
Substâncias e produtos Todas as matérias-primas para alimentação animal(1) (2)
18 — Hexaclorociclohexano (HCH) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.18.1 — Isómeros alfa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.18.2 — Isómeros beta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.18.3 — lsómeros gama . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.
C — Impurezas botânicas
1 — Alperces —
Prunus americana
L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.2 — Amêndoas amargas —
Prunus dulcis
(Mill.) D. A. Webb var.
amara
(DC) Focke[=
 Prunus amygdalus
Batsch var.
amara
(DC). Focke].Todas as matérias-primas para alimentação animal.3 — Farinha não descorticada de faia —
Fagus silvatica
(L.) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.4 — Camelina —
Camelina sativa
(L.) Crantz. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.5 —
Mowrah, Bassia, Madhuca — Madhuca longifolia
(L.) Macbr.(=
 Bassia longifolia
L=
Illipe malabrorum
Engl.)
Madhuca indica
Gmelin [=
 Bassia latifolia
(Roxb)=
 Illipe latifolia
(Roscb) F. Mueller].Todas as matérias-primas para alimentação animal.6 — Purgueira —
Jatropha curcas
L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.7 — Cróton —
croton tiglium
L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.8 — Mostarda-da-índia —
Brassica juncea
(L.) Czern. e Coss ssp
Intergrifolia
(West)Thell.Todas as matérias-primas para alimentação animal.9 — Mostarda-de-sarepe —
Brassica juncea
(L.) Czern e Coss. ssp
Juncea
. . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.10 — Mostarda-da-china —
Brassicajuncea
(L.)Czern.eCoss.ssp.
 Juncea
 var.
 Lutea batalin.
Todas as matérias-primas para alimentação animal.11 — Mostarda-preta —
Brassica nigra
(L.) Koch . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.12 — Mostarda-da-etiópia —
Brassica carinata
A. Braun . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todas as matérias-primas para alimentação animal.
MINISTÉRIO DA SEGURANÇA SOCIALE DO TRABALHO
Decreto-Lei n.
o
236/2003
de 30 de Setembro
Os princípios gerais de prevenção da segurança,higieneesaúdenotrabalho,adoptadospeloDecreto-Lein.
o
441/91, de 14 de Novembro, são desenvolvidos atra- vés de legislação complementar aplicável em diversossectores de actividade económica e resultantes desig-nadamente da transposição de directivas comunitáriaspara a ordem jurídica interna.De acordo com esta orientação, o presente diplomaestabeleceasregrasdeprotecçãodostrabalhadorescontraos riscos de exposição a atmosferas explosivas, que pro-cedem à transposição da Directiva n.
o
1999/92/CE, doParlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro,relativa às prescrições mínimas destinadas a promovera melhoria da protecção da segurança e da saúde dostrabalhadores susceptíveis de exposição a riscos derivadosde atmosferas explosivas.Estas medidas de protecção são muito importantestendo em conta que as explosões desenvolvem chamase pressão que, associadas à presença de produtos dereacção nocivos e ao consumo do oxigénio do ar, cons-tituem riscos gravíssimos para a vida, a integridade físicae a saúde dos trabalhadores.Na prevenção de explosões são essenciais medidasde carácter técnico e organizativas. Essas medidas cons-tituem uma responsabilidade do empregador, que deveevitar a formação de atmosferas explosivas ou, se issofor inviável, deve evitar a sua deflagração, bem comoa propagação de eventuais explosões. Asáreasondesepossamformaratmosferasexplosivasdevem ser classificadas em função da frequência e daduração das mesmas, constituindo essa classificação umcritério de selecção dos equipamentos e dos sistemasque assegurem um nível de protecção adequado.O empregador deve compilar, actualizar e divulgaro conjunto das medidas de prevenção através de ummanual de protecção contra explosões que identifiqueas situações de perigo, avalie os riscos correspondentese indique as medidas de prevenção específicas a tomarpara proteger a vida e a saúde dos trabalhadores.O projecto correspondente ao presente diploma foipublicado, para apreciação pública, na separata n.
o
6do
Boletim do Trabalho e Emprego,
de 27 de Agostode 2002. Pronunciaram-se sobre o projecto algumasorganizações representativas dos trabalhadores, em ter-mos genericamente concordantes com o mesmo.Teve-se, no entanto, em consideração alguns comen-tários no sentido de se estabelecer um prazo para arevisão periódica das medidas destinadas a evitar a for-mação de atmosferas explosivas ou, quando tal forimpossível, a evitar a ignição das mesmas e reduzir osefeitos de explosão. Além disso, uma vez que os equi-pamentos e os locais de trabalho, incluindo os que jáestavam em funcionamento antes da entrada em vigordo diploma, devem respeitar as prescrições mínimas dodiploma, imediatamente ou após um período adequadode adaptação, a infracção a essas prescrições constituicontra-ordenação de acordo com a tipificação referen-ciada às normas das prescrições, sem necessidade deoutro dispositivo sancionatório. Por último, antecipa-seo prazo de entrada em vigor do diploma.Foram ouvidos os órgãos de governo próprio dasRegiões Autónomas. Assim:Nos termos da alínea
a
) do n.
o
1 do artigo 198.
o
daConstituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo 1.
o
Objecto
O presente diploma transpõe para a ordem jurídicainterna a Directiva n.
o
1999/92/CE,doParlamentoEuro-peu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativa às
 
6420
DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A
N.
 o
 226 — 30 de Setembro de 2003
prescrições mínimas destinadas a promover a melhoriada protecção da segurança e da saúde dos trabalhadoressusceptíveis de exposição a riscos derivados de atmos-feras explosivas no local de trabalho. Artigo 2.
o
 Âmbito
1 — O presente diploma é aplicável à administraçãopública central, regional e local, aos institutos públicose demais pessoas colectivas de direito público, e a todosos ramos de actividade dos sectores privado, cooperativoe social, bem como a trabalhadores independentes, noque respeita aos trabalhos susceptíveis de expor os tra-balhadores a riscos derivados de atmosferas explosivas.2 — O presente diploma não abrange:
 a
) As áreas utilizadas directamente no tratamentomédico de doentes e durante o mesmo;
 b
) A utilização de aparelhos a gás, nos termos doDecreto-Lei n.
o
130/92, de 6 de Julho;
c
) O fabrico, manipulação, utilização, armazena-gem e transporte de explosivos ou substânciasquimicamente instáveis;
 d
) As indústrias extractivas abrangidas pelo Decre-to-Lei n.
o
324/95, de 29 de Novembro, na redac-ção dada pela Lei n.
o
113/99, de 3 de Agosto;
 e
) Os transportes rodoviários abrangidos pelo Regu-lamento Nacional de Transporte de Mercado-rias Perigosas por Estrada, a que se refere oDecreto-Lein.
o
77/97,de5deAbril,naredacçãodada pelo Decreto-Lei n.
o
76/2000, de 9 deMaio;
 f 
) Os transportes ferroviários abrangidos peloRegulamento Nacional de Transporte de Mer-cadorias Perigosas por Caminho de Ferro, apro- vado pelo Decreto-Lei n.
o
227-C/2000, de 22de Setembro;
 g
) Os transportes marítimos abrangidos pela Con- venção da Organização Marítima Internacional,anexa ao aviso do Ministério dos NeciosEstrangeiros publicado no
Diário da República,
1.
a
série, n.
o
76, de 2 de Abril de 1986, comemendas aprovadas, para aceitação, peloDecreto n.
o
10/94, de 10 de Março;
 h
) Os transportes aéreos abrangidos pela Conven-ção sobre Aviação Civil Internacional, aprovadapelo Decreto-Lei n.
o
36 158, de 17 de Fevereirode 1947;
i
) O transporte de mercadorias perigosas ou poluen-tes em navios com origem, destino ou em trân-sito em portos nacionais, regulado pelo Decre-to-Lei n.
o
94/96, de 17 de Julho.3 — As exclusões referidas no número anterior nãose aplicam a meios de transporte destinados à utilizaçãoem atmosferas potencialmente explosivas. Artigo 3.
o
Definições
1 — Para efeitos do presente diploma, entende-sepor:
 a
) «Atmosfera explosiva» uma mistura com o ar,em condições atmosféricas, de substâncias infla-máveis, sob a forma de gases, vapores, névoasou poeiras, na qual, após a ignição, a combustãose propague a toda a mistura não queimada;
 b
) «Área perigosa» uma área na qual se pode for-mar uma atmosfera explosiva em concentraçõesque exijam a adopção de medidas de prevençãoespeciais a fim de garantir a segurança e a saúdedos trabalhadores abrangidos;
c
) «Área não perigosa» uma área em que não éprovável a formação de atmosferas explosivasem concentrações que exijam a adopção demedidas preventivas especiais.2 — As referências aos princípios gerais de prevençãoda segurança, higiene e saúde no trabalho entendem-secomo remissões para o regime aplicável em matéria desegurança, higiene e saúde no trabalho. Artigo 4.
o
Classificação das áreas perigosas
1 — As áreas perigosas são classificadas, em funçãoda frequência e da duração da presença de atmosferasexplosivas, nas seguintes zonas:
 a
) Zona 0 — área onde existe permanentementeou durante longos períodos de tempo ou comfrequência uma atmosfera explosiva constituídapor uma mistura com o ar de substâncias infla-máveis, sob a forma de gás, vapor ou névoa;
 b
) Zona 1 — área onde é provável, em condiçõesnormais de funcionamento, a formação ocasio-nal de uma atmosfera explosiva constituída poruma mistura com o ar de substâncias inflamá- veis, sob a forma de gás, vapor ou névoa;
c
) Zona 2 — área onde não é provável, em con-dições normais de funcionamento, a formaçãode uma atmosfera explosiva constituída por umamistura com o ar de substâncias inflamáveis,sob a forma de gás, vapor ou névoa, ou ondeessa formação, caso se verifique, seja de curtaduração;
 d
) Zona 20 — área onde existe permanentementeou durante longos períodos de tempo ou comfrequência uma atmosfera explosiva sob a formade uma nuvem de poeira combustível;
 e
) Zona 21 — área onde é provável, em condiçõesnormais de funcionamento, a formação ocasio-nal de uma atmosfera explosiva sob a formade uma nuvem de poeira combustível;
 f 
) Zona 22 — área onde não é provável, em con-dições normais de funcionamento, a formaçãode uma atmosfera explosiva sob a forma de umanuvem de poeira combustível, ou onde essa for-mação, caso se verifique, seja de curta duração.2 — Considera-se condição normal de funcionamentoa situação de utilização das instalações de acordo comos parâmetros que presidiram à respectiva concepção. Artigo 5.
o
 Avaliação dos riscos de explosão
1 — O empregador deve avaliar de forma global osriscos de explosão, tendo em conta as obrigações geraisdo empregador previstas no regime aplicável em matériade segurança, higiene e saúde no trabalho e nomea-damente os seguintes aspectos:
 a
) A probabilidade de ocorrência de atmosferasexplosivas, bem como a sua duração;
 
 N.
 o
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DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A
6421
 b
) A probabilidade da presença de fontes de igni-ção, incluindo descargas eléctricas e a possibi-lidade de as mesmas se tornarem activas e cau-sarem risco;
c
) As descargas electrostáticas provenientes dostrabalhadores ou do ambiente de trabalhoenquanto portadores ou geradores de cargaeléctrica;
 d
) As instalações, as substâncias utilizadas, os pro-cessos e as suas eventuais interacções;
 e
) As áreas que estejam ou possam estar ligadasatravés de aberturas àquelas onde se possamformar atmosferas explosivas;
 f 
) A amplitude das consequências previsíveis.2 As substâncias inflamáveis ou combustíveisdevem ser consideradas como substâncias susceptíveisde formar atmosferas explosivas, salvo se da análise dassuas propriedades resultar que, em mistura com o ar,não podem propagar por si próprias uma explosão.3 — As camadas, os depósitos ou as concentraçõesde poeiras combustíveis devem ser consideradas comoqualquer outra fonte susceptível de produzir atmosferasexplosivas. Artigo 6.
o
Prevenção e protecção contra explosões
1 O empregador deve prevenir a formação deatmosferas explosivas através de medidas técnicas eorganizativas apropriadas à natureza das operações,tendo em conta os princípios de prevenção consagradosno regime aplicável em matéria de segurança, higienee saúde no trabalho.2 — Se, dada a natureza da actividade, for impossívelevitar a formação de atmosferas explosivas, o empre-gador deve adoptar medidas técnicas e organizativas queevitem a ignição das mesmas e atenuem os efeitos pre- judiciais de uma explosão, de forma a proteger a vida,a integridade física e a saúde dos trabalhadores.3 — Além das medidas referidas nos números ante-riores, o empregador deve tomar outras medidas quecontrariem a propagação de explosões.4 — As medidas referidas nos números anterioresdevem ser revistas com a periodicidade máxima de umano, bem como sempre que ocorram alterações signi-ficativas que afectem a segurança das operações. Artigo 7.
o
Obrigações gerais
O empregador deve, de acordo com os princípiosesta-belecidos nos artigos 5.
o
e 6.
o
e com o objectivo degarantir a segurança e a saúde dos trabalhadores, adop-tar as medidas necessárias para que:
 a
) A concepção dos locais de trabalho onde se pos-sam formar atmosferas explosivas em concen-trações susceptíveis de pôr em perigo a segu-rança e a saúde dos trabalhadores ou de ter-ceiros seja de modo que o trabalho possa serexecutado em segurança;
 b
) Seja assegurada, através de meios técnicos apro-priados, a supervisão adequada durante a pre-sença de trabalhadores nos locais onde se pos-sam formar atmosferas explosivas em concen-trações susceptíveis de constituir um risco paraa sua segurança e saúde. Artigo 8.
o
 Áreas onde se podem formar atmosferas explosivas
Nas áreas onde se possam formar atmosferas explo-sivas o empregador deve:
 a
) Proceder à sua classificação de acordo com odisposto no artigo 4.
o
;
 b
) Assegurar a aplicação das prescrições mínimasestabelecidas nos artigos 10.
o
a 12.
o
;
c
) Sinalizar os respectivos locais de acesso, deacordo com o anexo, se houver nessas atmos-feras concentrações susceptíveis de constituirum risco para a segurança e saúde dos tra-balhadores. Artigo 9.
o
Manual de protecção contra explosões
1 — Ao proceder à avaliação de riscos de explosão,o empregador deve assegurar a elaboração e a actua-lização de um manual de protecção contra explosões.2 — O manual deve indicar que foram tidos em contaos seguintes aspectos:
 a
) Concepção, utilização e manutenção de formasegura dos locais de trabalho e dos equipamen-tos, incluindo os sistemas de alarme;
 b
) Identificação e avaliação dos riscos de explosão;
c
) Classificação das áreas perigosas em zonas, deacordo com o artigo 4.
o
;
 d
) Programação de medidas adequadas para apli-cação das prescrições estabelecidas no presentediploma;
 e
) Identificação das áreas onde devem ser apli-cadas as prescrições mínimas dos artigos 10.
o
a 12.
o
;
 f 
) Adopção de medidas que permitam utilizar osequipamentos de trabalho de uma forma segurae de acordo com o estabelecido no Decreto-Lein.
o
82/99, de 16 de Março, na redacção dadapela Lei n.
o
113/99, de 3 de Agosto.3 — O manual deve ser elaborado antes do iníciodo trabalho e ser revisto sempre que haja modificações,ampliações ou transformações importantes no local detrabalho, nos equipamentos ou na organizão dotrabalho.4 — Na elaboração do manual, o empregador podecombinar as avaliações de risco de explosão e os docu-mentos ou relatórios equivalentes que resultem do cum-primento de outras disposições legais. Artigo 10.
o
Trabalho em áreas perigosas
1 — O trabalho em áreas perigosas deve ser realizadode acordo com instruções escritas emitidas pelo empre-gador sempre que o manual de protecção contra explo-sões o exigir.2 — O início das actividades em áreas perigosas oudas operações que possam causar perigo por interacçãocom outros trabalhos está condicionado a autorizaçãode execução, a emitir pelo empregador ou pessoa poraquele designada para o efeito.

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