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03879_06_Decisao_moliveira_APL-TC.pdf

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Published by: Tribunal de Contas do Estado da Paraíba on Mar 18, 2013
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03/18/2013

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 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
PROCESSO TC N.º 03879/06
Objeto: Prestação de Contas Anuais – Recurso de ApelaçãoÓrgão/Entidade: Prefeitura Municipal de Campina GrandeExercício: 2009Relator: Auditor Oscar Mamede Santiago MeloResponsável: Alexandre Costa de AlmeidaEMENTA: PODER EXECUTIVO MUNICIPAL – ADMINISTRAÇÃO DIRETA –PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAIS – PREFEITO – ORDENADOR DEDESPESAS – CONTAS DE GESTÃO – APRECIAÇÃO DA MATÉRIA PARA FINSDE JULGAMENTO – RECURSO DE APELAÇÃO - ATRIBUIÇÃO DEFINIDA NO ART. 71, INCISO II, DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA, E NO ART. 1º, INCISO I, DA LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL N.º 18/93 Conhecimento. Provimento.
 ACÓRDÃO APL – TC – 00106/13
 Vistos, relatados e discutidos os autos do
Recurso de Apelação,
interposto pelo
SR. ALEXANDRE COSTA DE ALMEIDA
, ex-Secretário de Obras e Serviços Urbanos domunicípio de Campina Grande, contra decisão consubstanciada no Acórdão AC2 TC nº0537/10, acordam os Conselheiros integrantes do TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DAPARAÍBA, em sessão plenária realizada nesta data, por unanimidade, declarando-seimpedido o Conselheiro Fábio Túlio Filgueiras Nogueira, na conformidade da proposta dedecisão do relator e com fundamento no art. 71, inciso II, da Constituição do Estado daParaíba, bem como no art. 1º, inciso I, da Lei Complementar Estadual n.º 18/93, em:
1.
 
CONHECER DO RECURSO, 
dadas a tempestividade e a legitimidade da recorrente;
2.
 
NO MÉRITO, DAR-LHE PROVIMENTO, 
excluindo a imputação do débito contidana decisão recorrida, Acórdão AC2-TC-0537/10.Presente ao julgamento o Ministério Público junto ao Tribunal de ContasPublique-se, registre-se e intime-se.TCE – Plenário Ministro João Agripino
João Pessoa, 06 de março de 2013
Conselheiro Umberto Silveira PortoPresidente em Exercício Auditor Oscar Mamede Santiago MeloRelatorIsabella Barbosa Marinho FalcãoProcuradora Geral
 
 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
PROCESSO TC N.º 03879/06RELATÓRIO
 AUDITOR OSCAR MAMEDE SANTIAGO MELO (Relator): O Processo TC Nº 03879/06 refere-se à licitação na modalidade Concorrência nº 006/2006, seguida do Contrato nº 341/2006 etermos aditivos nºs 01, 02, 03 e 04, procedidos pela Prefeitura Municipal de CampinaGrande, e, ainda, à análise das obras realizadas pela Secretaria de Obras e Serviços Urbanosdo município de Campina Grande, relativas à execução dos serviços de esgotamentosanitário do distrito de São José da Mata,
 
naquele município. Trata nesta oportunidade deRecurso de Apelação, interposto pelo Sr. Alexandre Costa de Almeida, ex–Secretário deObras e Serviços Urbanos contra a decisão consubstanciada no Acórdão – AC2 – TC0537/10.Na Sessão do dia 25 de maio de 2010, através do citado Acórdão, a 2ª Câmara Deliberativadesta Corte de Contas decidiu:
1.
 
JULGAR REGULARES
os Termos Aditivos nºs 01, 02, 03 e 04, decorrentes docontrato nº 341/2006;
2.
 
IMPUTAR 
, ao Secretário de Obras e Serviços Urbanos do Município de CampinaGrande, Sr. Alexandre Costa Almeida o valor de R$ 11.950,00 em decorrência dedespesas não comprovadas.  As despesas tidas como sem comprovação são referentes à iluminação externa, no valor deR$ 1.950,00, e aquisição e plantio de eucalipto no montante de R$ 10.000,00. A decisão foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-PB de 10 de junho de 2010. Em28 de junho de 2010, o ex-Secretário postou o presente recurso, protocolado nesta Cortesob nº 07237/10.Com relação à Iluminação externa, o Recorrente alega que “o contrato do município dizrespeito
apenas à implantação de 03 (três) postes com luminárias
(...) sem qualquerextensão da rede elétrica, visto ser essa etapa uma demanda do município, após a conclusãoda obra e para sua inauguração”; e que as luminárias “foram devidamente entregues eestavam sob a guarda do município”.No tocante à aquisição e plantio de eucalipto, diz haver plantado 2.600 mudas nos meses demarço e abril de 2009, e credita à estiagem, às altas temperaturas da região e à dificuldadede aguagem o baixo índice de sobrevivência das citadas mudas. Para comprovar essasalegações, destaca tratar-se de convênio firmado com a FUNASA e que os citados itens “foram vistoriados pela área de fiscalização daquele órgão federal, tendo obtido aprovação” 
.
  Anexa, ainda, declaração do engenheiro fiscal da obra e pronunciamento da construtoraresponsável por sua execução.O GEA – Grupo Especial de Auditoria, em análise do recurso, entende que as declaraçõestrazidas aos autos por si sós não têm o condão de elidir as constatações do órgão técnico.Conclui o GEA opinando que o Recurso seja conhecido, e, no mérito, que não se lhe dêprovimento, mantendo-se na íntegra o Acórdão – AC2 – TC 0537/10.
 
 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
PROCESSO TC N.º 03879/06
O processo seguiu ao Ministério Público que através de sua representante emitiu Pareceronde opina,
 preliminarmente 
, pelo
CONHECIMENTO
do Recurso de Apelação, e, no mérito,pelo seu
NÃO PROVIMENTO
, com a manutenção da decisão recorrida.O Relator, no entanto, entendeu necessária a verificação in loco do que fora alegado norecurso, encaminhando, portanto, os autos à DICOP. A DICOP, por sua vez, realizou diligência constatando a instalação de luminárias nos postesem questão, ainda sem ligação de energia elétrica, e a permanência de indícios de ausênciadas mudas de eucalipto. Informa ainda que o representante do gestor responsável alegouque a Prefeitura de Campina Grande somente executou a obra e que a operação emanutenção daquele sistema de esgotamento sanitário são de responsabilidade daCompanhia de Água de Esgotos da Paraíba, que emitiu termo de recebimento. Com relaçãoao plantio de eucaliptos, o engenheiro fiscal ponderou que as mudas foram plantadasconforme consta nas fotografias encartadas aos autos e atestado pela FUNASA, mas amanutenção é realizada pela CAGEPA. A DICOP conclui emitindo entendimento pelo saneamento do débito de R$ 11.950,00,imputado ao Sr. Alexandre Costa Almeida, nos termos do Acórdão AC2- TC 0537/10, tendoem vista os indícios de conclusão dos serviços de iluminação e que o pedido de ligação deenergia elétrica daquele posteamento é de responsabilidade da CAGEPA, e ainda a afirmaçãoda FUNASA de que os serviços foram concluídos, o que cria uma presunção relativa deregularidade no plantio das mudas de eucalipto.O Processo retornou ao Ministério Público cuja representante retifica o parecer de fls.666/669, opinando, preliminarmente, pelo conhecimento do Recurso de Apelação, e, nomérito, pelo seu provimento, com a exclusão da imputação de débito contida na decisãorecorrida.É o relatório.
PROPOSTA DE DECISÃO
 AUDITOR OSCAR MAMEDE SANTIAGO MELO (Relator): O recurso apresentado refere-se aimputação de débito em virtude de serviços considerados não executados. Após o expostopelo recorrente e as constatações feitas pela Auditoria durante diligência
in loco 
, o Relatoracompanha as conclusões a que chegou a DICOP, entendendo que as fotografiasapresentadas e as declarações da fiscalização da obra dão prova de que os serviços deplantio de mudas de eucalipto foram efetivamente realizados, assim como o foi aimplantação das luminárias, conforme atesta a Auditoria.Diante do exposto, proponho que o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba:
1.
 
CONHEÇA DO RECURSO DE APELAÇÃO, 
interposto pelo Sr. Alexandre Costa de Almeida, ex–Secretário de Obras e Serviços Urbanos do município de CampinaGrande, contra a decisão consubstanciada no Acórdão – AC2 – TC 0537/10, dadas atempestividade e a legitimidade do recorrente;

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