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Introdução
A ciência das finanças - estuda, modernamente, os princípios que regulam aatividade estatal desenvolvida para a obtenção e administração dos ingressosnecessários para que o estado possa, segura e concretamente, efetuar os gastosnecessários à situação das necessidades coletivas, ou sociais.
A. A RECEITA PÚBLICA"Obtenção de recursos pecuniários"B. A GESTÃO"Administração e conservação do patrimônio público"C. A DESPESA PÚBLICA"Aplicação efetiva dos recursos nos fins almejados pelo estado"ENTRADAS PÚBLICAS
- compreendem toda e qualquer importância recolhida, aqualquer título, para os cofres públicos.
RECEITAS PÚBLICAS
- compreendem apenas os valores recolhidos com caráterdefinitivo, ou seja: incorporam-se ao patrimônio estatal, sem a necessidade dedevolução posterior - vem acrescentar, como elemento novo positivo.
RECEITA É ENTRADA PÚBLICA, MAS NEM TODA ENTRADA É RECEITAPÚBLICA.
Ficará a cargo do DIREITO FINANCEIRO a regulamentação para a obtenção, agestão e a aplicação dos meios materiais necessários à realização de seus fins.É o
DIREITO TRIBUTÁRIO
que rege a forma pela qual o Estado – sujeito ativo –instituidor e arrecadador de tributos – é controlado e também como a lei exerce ocontrole sobre os entes tributantes.Situado no
Ramo do Direito Público
, objetiva ressaltar que suas normas têmcaráter obrigatório, não podendo ser alteradas os suprimidas por vontade dosparticulares.
 
01
Limitações Constitucionais ao Poder de Tributar
A Constituição Federal disciplina a matéria quase que na íntegra, deixando aolegislador infraconstitucional muito pouca coisa para regulamentar. Então, separtindo das normas constitucionais, constatamos que os principais mandamentoslineares nelas estão contidos, caracterizando-se em plena hierarquia.Na base da pirâmide encontraremos, pois os Princípios Constitucionais Gerais, osquais fixam as diretrizes de todo o nosso ordenamento jurídico. Cabe ressaltar queprincípio é tido como o mandamento nuclear, o próprio alicerce de todo o sistema jurídico.
Princípios constitucionais
encontram-se listados em capítulo próprio, justamenteaquele compreendido entre os arts. 145 e 156 da CF, e de forma geral podem serassim elencados:1. - Gerais:a) Legalidade - exceçõesb) Anterioridade – (anual e nonagesimal) - exceçõesc) Irretroatividaded) Isonomiae) Capacidade contributivaf) Não confiscog) Não limitação ao tráfego2. - Dirigidos à União Federal:a) Uniformidade geográficab) Não tributação mais onerosac) Não intervenção nos Estados e Municípios3. - Dirigidos aos Estados, Distrito Federal e Municípiosa) Não discriminação tributária4. - Específicos ao ICMS e IPIa) Não cumulatividadeb) Seletividade
 
02
IMUNIDADES
A imunidade,
outorgada pela Carta Magna
, é outra das forma de limitar o poder detributar. Cuidado para não confundir a imunidade com a isenção e nem com a nãoincidência legal.A imunidade pode ser definida como a
exclusão
da competência da União, dosEstados, do Distrito Federal e dos Municípios - denominados de entes tributantes (oTwenty-two points, plus triple-word-score, plus fifty points for using all my letters.Game's over. I'm outta here.u entes políticos) - para instituir tributos relativamentea determinados atos ou fatos e pessoas e, está expressamente prevista naConstituiçãoA não incidência pode ser desmembrada em três situações distintas, a saber:1.ª - Não incidência - simples ou clássica - não existe previsão legal do fatogerador;2.ª - Não incidência determinada pela Constituição ou Imunidade - háprevisão e esta decorre do texto constitucional,;3.ª - Não incidência legal - prevista em lei, podendo ser suprimida tambémmediante lei.
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nao cosigo fazer download,se puder enviar para o meu email leticiast13@hotmail.com

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