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AS NOVAS TECNOLOGIAS, O COMPUTADOR E O ENSINO DE HISTÓRIA

AS NOVAS TECNOLOGIAS, O COMPUTADOR E O ENSINO DE HISTÓRIA

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O presente artigo é um recorte da pesquisa de mestrado que tem como objetivo nesse debate apresentar o resultado da reflexão teórica sobre o ensino de história e as novas tecnologias bem como as possibilidades e os limites de navegação na internet e o uso da ferramenta computacional no processo de construção do conhecimento histórico.
O presente artigo é um recorte da pesquisa de mestrado que tem como objetivo nesse debate apresentar o resultado da reflexão teórica sobre o ensino de história e as novas tecnologias bem como as possibilidades e os limites de navegação na internet e o uso da ferramenta computacional no processo de construção do conhecimento histórico.

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NUEVAS DIMENSIONES Revista Electrónica de Didáctica de las Ciencias Sociales Nº 3, AÑO 2012
61
AS NOVAS TECNOLOGIAS, O COMPUTADOR E O ENSINO DEHISTÓRIA
Cyntia Simioni FrançaDoutoranda em Educação pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas),mestre em História Social pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) edocente da rede estadual de ensino/PR (Estado do Paraná/Brasil) e da UNOPAR(Universidade do Norte do Paraná).Cristiano Biazzo SimonProfessor da UEL e orientador da dissertação de mestrado de que trata o artigo,mestre e doutor em História Social pela USP (Universidade de São Paulo).
ResumoO presente artigo é um recorte da pesquisa de mestrado que tem como objetivo nessedebate apresentar o resultado da reflexão teórica sobre o ensino de história e asnovas tecnologias bem como as possibilidades e os limites de navegação na internet eo uso da ferramenta computacional no processo de construção do conhecimentohistórico.
Palavras-Chave
Ensino de História- Novas tecnologias e professores
Como conciliar o ensino de história com as novas tecnologias
Para responder à demanda da sociedade atual, o professor deve estar preparado para desenvolver a sua prática pedagógica em um contexto que o ensinode história deve ser aquele local preocupado com a aprendizagem realizada peloindivíduo, no sentido de estar atento às necessárias mudanças na prática para estar em constante diálogo com a historicidade em que está inserido.No caso específico da utilização do computador como ferramentapedagógica, esta mudança torna-se ainda mais relevante, pois influencia diretamenteno processo de construção do conhecimento histórico escolar. Visto que é precisoencontrar a melhor metodologia para utilizar-se do computador, bem como o processo
 
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de transformar didaticamente o diálogo com os conteúdos, para criar um novo
habitus
1
, que possibilite ao docente refletir sobre a maneira adequada acerca do usodas tecnologias na sua prática pedagógica.Sendo assim, é imprescindível alterar a cultura escolar, iniciando com aconstrução do conhecimento histórico a partir do cotidiano do aluno, com professoresque se entendam como mediadores do processo e em que o currículo esteja voltadopara aprendizagens significativas.Emerge daí, então, a importância da construção de currículos queincorporem e se adaptem às novas tecnologias, atendendo às especificidades de cadarealidade escolar, construído entre professores e equipe pedagógica, para atender àdemanda dos alunos inseridos naquela instituição.No entanto, essas mudanças tem sido lentas, ora ainda não foramincorporadas nas práticas pedagógicas, ora prevalecem, mas na maioria das vezescom uso inadequado. Entre as causas desse problema está a própria formação doprofessor e a concepção predominante de que a introdução do computador na sala deaula poderia dispensar sua presença.
Há, conforme Libâneo (1998, p.68), o “[...]
temor pela máquina eequipamentos eletrônicos, medo da despersonalização e de ser substituída pelocomputador, ameaça ao emprego, precária formação cultural e científica ou formaçãoque não inclui a tecnologi
a.”
Postura questionável, já que o computador é apenas um
meio que por si só “não vai a lugar algum”, já que para ser iniciado ou fornecer dados,
precisa dos comandos do professor (REIS, 2006)
2
.Por isso, a necessidade de desmistificar a ideia de que os professoresseriam substituídos pela máquina, uma vez que é ele quem irá planejar e avaliar ocomo, o quando e de que forma o conteúdo vai ser tratado na situação deaprendizagem e apreendido pelos alunos.
1
O
habitus,
afirma Bourdieu & Wacquant é um “[…] sistema socialmente constituído de disposições
estruturadas e estruturantes adquirido pela prática e orientado constantemente para funções práticas.
(BOURDIEU & WACQUANT, 1992, p.97).
2
Monografia apresentada na Universidade Estadual de Londrina para a obtenção do título de especialistaem Educação, com o título: Tecnologia e Educação: o computador e a internet como ferramentas pedagógicas.
 
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Nesse contexto, é necessário voltar o olhar para a formação inicial econtínua dos professores, priorizando a prática pedagógica em comunicação com asnovas tecnologias, compreendendo-as como potencializadoras da construção doconhecimento histórico.É importante desenvolver meios e estratégias para que o aluno possainteragir no ensino e aprendizagem e o professor passe a ser um mediador noprocesso
3
da construção do conhecimento com o uso das novas tecnologias.Faz-se necessário trabalhar com metodologias inovadoras com astecnologias. Fonseca (2003, p.37) ressalta a importância de confrontar as diversasteorias e metodologias para o trabalho com as fontes
4
, pois dinamiza a prática de
ensino, “democratiza o
acesso ao saber e fornece condições do debate entre
diferentes visões.”
Fonseca (2003) ainda ressalta que se devem utilizar os documentos deforma problematizadora, elaborando um diálogo crítico, em que aluno e professor façam parte do processo de investigação e possam ter acesso aos diversosdocumentos na construção do conhecimento, buscando superar um ensino de históriaque se fundamenta na homogeneidade, determinado pelo eurocentrismo evolutivo eprogressista, seguido pelos positivistas
.
E ainda, uma das preocupações da autora éque, nas escolas, às vezes, a história é ensinada como espaço de transmissão deuma ou outra leitura historiográfica fragmentada e simplificada, que acaba impondouma versão como verdadeira sobre determinados temas.Portanto, Bittencourt (2004) ressalta buscar na prática pedagógica asuperação da visão tradicional do ensino através de um professor reflexivo,preocupado com a aprendizagem, enfatizando a experimentação, a investigação, aconstrução realizada pelo indivíduo e não a transmissão unilateral da informação e acópia, deixando o papel de transmissor de conteúdos e assumir a postura depesquisador.
3
O processo do conhecimento é resumido por Ciampi (2003, p.112-113) como um movimento de relaçõesrecíprocas entre o sujeito que conhece e o objeto a ser conhecido, num dado contexto sócio-cultural. Asrelações que envolvem alunos, professor e conhecimento, no espaço escolar, são complexas: articulamexperiências, vivências, interesses, valores e expectativas diferenciadas. Nesse espaço cruzam vozes esignificados diversos, influindo no processo de construção do conhecimento.
4
Segundo Ferro, (1983, p.293),
fazer a trama de uma “história universal, a partir de uma única fonte, ou
mesm
o só de uma instituição, cheira a impostura ou a tirania”. O autor coloca que as crianças e nós temos
o direito de saber a verdade na história, para não aceitar a ideologia dominante que é inserida através dosmeios de comunicação.

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