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TECNOLOGIA SOCIAL VERSUS TECNOLOGIA CONVENCIONAL:PARADIGMAS DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO PROCESSO DE
 SPIN OFF 
PARA O TERCEIRO SETOR.
 SOCIAL TECHNOLOGIES VERSUS TRADITIONAL TECHNOLOGIES:TECHNOLOGY INNOVATION PARADIGMS IN SPIN OFF PROCESS TO THIRD SECTOR
George Wilson AiubRESUMO:
Os arranjos
 
 sociais demonstram uma baixa integração entre empreendimentos doTerceiro Setor e entidades geradoras de conhecimento para inovação social. Isto temlimitado o processo de apropriação das chamadas tecnologias sociais. Com o objetivo derefletir a falta de estratégias para otimizar transferências destas inovações desenvolve-seneste artigo um estudo reflexivo, além da proposição de estratégias, visto seu potencial deimpacto sobre ões de empreendimentos sociais e o próprio desenvolvimento das sociedades. Para tanto, buscou-se fundamentar o artigo em pesquisas bibliográficas e naanálise de dados secundários, em especial o projeto de implantação da Incubadora Social daUnivali. Como resultado, obteve-se a descrição de paradigmas que sustentam as tecnologiasconvencionais e as tecnologias sociais, assim como a proposição de estratégias para umamelhor articulação entre Terceiro Setor e Organizações Sociais.
PALAVRAS-CHAVE: Tecnologias Sociais. Terceiro Setor.
Spin Off 
.ABSTRACT:
The social arrangements demonstrate low to an integration betweenenterprises of the Third Sector and generating entities of knowledge for social innovation.This has limited the process of appropriation of the calls social technologies. With theobjective to reflect the lack of strategies to optimize transferences of these innovations, areflective study is developed in this article, beyond the proposal of strategies, visa its potential of impact on action of social enterprises and the proper development of the societies. For in such a way, one searched to base the article on bibliographical research and 
 
the analysis of secondary data, in special the project of implantation of the Univali Social  Incubator. As result, it was gotten description of paradigms that support the social technologies and technologies conventional, as well as the proposal of strategies for onebetter joint between Third Social Sector and Organizations
KEY-WORDS:
Social Technologies. Third Sector. Spin Off.
 
1 INTRODUÇÃO
Os arranjos cio-organizacionais tem se revelado pouco integrados, quando sedefrontam empreendimentos do Terceiro Setor e entidades geradoras de conhecimento parainovação social. Isto tem limitado o processo de apropriação das chamadas tecnologiassociais
.
As organizações, como realidades sociais, vêm sendo construídas ao longo do tempo,não só pelas ações dos seus atores, mas também por novos conhecimentos organizacionais. Aobservação da realidade construída socialmente demonstra esta baixa integração entreempreendimentos sociais e instituições promotoras da inovação social, o que limita, em certaforma a absorção de inovações sociais. A inexistência de arranjos estratégicos para otimizar transferências destas inovações é a base desta reflexão e a proposição de estratégias, visto seu potencial de impacto sobre ações de empreendimentos sociais e o próprio desenvolvimentodas sociedades.Desde as primeiras iniciativas na Índia, no final do século XIX, naquela ocasiãocomo estratégia de luta contra o domínio britânico, a tecnologia social vem sendo discutidacomo fonte de desenvolvimento das sociedades.Visto como um processo de inovação a ser desenvolvido, coletiva e participativamente, a Tecnologia Social se aproxima de algo que se denominou inovaçãosocial. Este conceito de inovação social tem como objetivo a disponibilização por umaunidade produtiva de um novo bem ou serviço para a sociedade, com o objetivo de agregar valor aos processos, serviços e produtos visando à satisfação das necessidades sociais. Nessa perspectiva, as experiências inovadoras com Tecnologias Sociais podem ser valorizadas para o fortalecimento da democracia e da cidadania, quanto pelos resultados que proporcionam em termos de melhoria da qualidade de vida.
Mestre em Eng. Produção, Professor, Unifebe/Univali, georgeaiub@unifebe.edu.br 
2
 
Reflexões relativas às interações sociais e a apropriação de tecnologias sociais motivao desenvolvimento deste artigo, abordando iniciativas que promovam
 spin-off 
universitárioscomo no caso da implantação da Incubadora Social Univali. Nesta perspectiva, a inteligência organizacional aplicada a iniciativas que visam o bem público, através do espírito altruísta, a sensibilidade para com as necessidades do próximo, possibilita agregar valor ao Terceiro Setor, o que justifica a problemática focada.
2 OBJETIVOS
O objetivo do presente artigo consiste em:
Realizar uma reflexão sobre o processo de
 spin-off 
universitário de inovaçõesem Tecnologias Sociais a luz da ótica vigente das Tecnologias Convencionais, propondo estratégias para adoção de práticas sustentáveis de transferência deTecnologia Social para o Terceiro Setor, tendo como base elementos do projeto de implantação da Incubadora Social da Univali.Como objetivo secundário, inferir sobre um modelo – arquétipo para mapeamento dos processos de transferência de tecnologias interinstitucionais.Acredita-se que a partir da abordagem destes objetivos, fundamentados em inteligênciagerencial de processos, tem-se a formação de estratégias, permitindo agregar valor aosrelacionamentos interinstitucionais.
3 MÉTODOS
 Neste artigo procurou-se, a partir de pesquisas bibliográficas de renomados autoresnacionais, estabelecer um paralelo do papel das Tecnologias Convencionais e das TecnologiasSociais, buscando fundamentos teórico conceituais. Para tanto, um breve levantamento docenário abordado e também de conceitos sobre
 spin off 
e arquétipos.
Mestre em Eng. Produção, Professor, Unifebe/Univali, georgeaiub@unifebe.edu.br 
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