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Maier Re Sumo

Maier Re Sumo

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Maier (resumo)
Capítulo 1
Relações e Esquemas de RelaçãoUma das maiores vantagens do
modelo relacional
é a sua uniformidade.Todos os dados são vistos como se estivessem armazenados em tabelas, com cadalinha na
tabela
tendo o mesmo formato. Cada linha da tabela representa algumobjecto ou relação no mundo real.1.1. Brass Tacksexample: Um horário de uma companhia aéreaNUMBERFROMTODEPARTSARRIVES83JFKOHare11:30a1:43p84OHareJFK3:00p5:55p109JFKLos Angeles9:50p2:52
a
213JFKBoston11:43a12:45p214BostonJFK2:20p3:12pCada voo é representado como um conjunto de valores, um em cada coluna. Hárestrições no tipo de informação que pode aparecer numa dada coluna. A ordem dascolunas é imaterial. Finalmente, como cada voo tem um número único, não há voo queseja representado por mais do que uma linha. A tabela dada é um exemplo de uma relação do tipo FLIGHTS. O formato da relação édeterminado pelo conjunto das etiquetas das colunas {NUMBER, FROM, TO,DEPARTS, ARRIVES}. Estes nomes de colunas são os
atributos
.Correspondentemente a cada atributo existe um conjunto de valores permitidos para acoluna associada. O
domínio
de NUMBER pode ser o conjunto de um, dois ou trêsdígitos decimais inteiros. As linhas desta relação são chamadas 5-tuplos ou só
tuplos
. Não há linhas repetidas.Finalmente, há um subconjunto de atributos com a propriedade de distinguirem ostuplos: esse subconjunto recebe o nome de
chave
.1.2. Formalização das relaçõesUm esquema de relação R é um conjunto finito de atributos {A1, A2, ..., An}Correspondendo a cada atributo Ai há um conjunto Di, chamado domínio de Aidom(Ai)Os domínios são arbitrários, conjuntos não vazios, finitos ou infinitamente contáveis.Uma relação r no esquema de relação R é um conjunto finito de mappings {t1, t2, ...,tp} de R em D com a restrição de que para cada
mapping
t ε r, t(Ai) tem de estar emDi. Os mappings são chamados tuplos.ex: t(NUMBER) = 84; t(ARRIVES) = 5:55pOs mappings são usados no nosso formalismo para evitar uma ordem explícita dosatributos na relação de esquema. A-value of t é t(A) A notação usual para t restringido a X é t|X que podemos representar por t(X) ecomo X-value of t.t(A) é diferente de t({A}). O primeiro é apenas um valor e o outro é um mapping de Apara este valor. Iremos confundi-los. Assumimos que há um valor λ tal que t(Φ)= λ As relações não são estáticas mas sim variantes com o tempo, logo tuplos podem ser adicionados, eliminados ou modificados. Mas o esquema de relação é invariante como tempo. Logo a relação tem estados, mas são sem memória.1.3. ChavesUma
chave
de uma relação r num esquema de relação R é um subconjunto K = {B1,B2, ..., Bn} de R com a seguinte propriedade. Para cada dois tuplos distintos t1 e t2 emr, há um B ε K tal que t1(B) ≠ t2(B). Isto é, não há dois tuplos com os mesmos valoresem todos os atributos em K. Logo, o K-value é suficiente para identificainequivocamente o tuplo.
 
ex: {NUMBER} e {FROM, TO} são ambos chaves, na tabela dada.Convenções:Letras maiúsculas do início do alfabeto para os atributosLetras maiúsculas do final do alfabeto para os esquemas de relaçãoLetras minúsculas para as relaçõesR={A1, A2,...,An} será representado por R[A1A2...An] ou, por vezes A1A2...Anr(R) ou r(A1A2...An)r(ABCD)R[ABCD] , implica que qualquer relação r(R) está restringida a ter AC com chave.ex: FLIGHTS[NUMBER FROM TO DEPARTS ARRIVES].Se queremos especificar mais do que uma chave para um esquema ou uma relação,temos de listar as chaves separadamente, pois a técnica de sublinhar não resulta. Aschaves explicitamente listadas com um esquema de relação são chamadas
chavesdesignadas
. Pode haver outras para além das listadas. São as
chaves implícitas
. Algumas vezes distinguimos uma das chaves designadas como
chave primária
.Podemos restringir mais a definição de chaveDefinição 1.1. Uma chave de um relação r(R) é um subconjunto K de R tal que paradois quaisquer tuplos distintos t1 e t2 em r, t1(K) ≠ t2(K) e não há subconjunto K’ de Kque tenha esta propriedade. K é uma superchave de r se K contém uma chave de r.Esta definição de superchave é a anterior de chave. Mas ainda consideraremos umachave designada como podendo ser uma superchave.Ex: {NUMBER} é uma chave (e uma superchave), mas {NUMBER, FROM} é só umasuperchave.Subtileza: Em diferentes estados da relação, pode haver chaves diferentes.Consideramos esquemas de relação pois eles são invariantes, pois podemos querer que as chaves sejam invariantes.ex: {FROM, TO} é uma chave da tabela inicial dada mas pode o ser seacrescentarmos mais tuplos.1.4. Actualizações de Relações Agora que temos relações, que podemos fazer com elas? ADD(r; A1=d1, A2=d2,...,An = dn) ou, quando há ordem assumida ADD(r; d1, d2, ...,dn) é suficiente.Erros possíveis:O tuplo descrito o esconforme com a relação de esquema da relaçãoespecificada. Alguns valores do tuplo não pertencem aos domínios adequados.O tuplo descrito é concorda com a chave de um tuplo já na relação.DEL(r; A1=d1, A2=d2,..., An=dn) ou DEL(r; d1, d2, ..., dn)ou ainda, suficientemente, especificando apenas os valores de uma chave.Se há uma chave primária, ainda melhor.Se o tuplo especificado não está na relação, há uma mensagem de erro. A relação vazia é permitida.CH(r; A1=d1, A20d2, ..., An=dn; C1=e1, C2=e2, ..., Cp=ep), Cs contidos em AsTambém é permitida a versão curta usando apenas a chave do tuplo e novos valoresdos atributos que se vão alterar. A operação de alterar é só uma conveniência. O mesmo efeito pode ser obtido por umdelete seguido de um add.EXERCÍCIOS1.1.a) R {EMPLOYEE, MANAGER, JOB, SALARY, YEARS_WORKED}r (R) --> r(EMPLOYEE MANAGER JOB SALARY YEARS_WORKED)podia ir por:
 
 ADD(r; EMPLOYEE=Roberts, MANAGER=Price, JOB=ticket agent, SALARY=12000,YEARS_WORKED=0)Depois, com operações de acrescentar como esta, operações CH e DEL, e ainda oque é especificado no enunciado, obteria facilmente (penso eu) a relação pedida.b) i. CH(r; EMPLOYEE=Ruskin; YEARS_WORKED=2)Os outros eram similares. Por fastidioso, com em a) não faço, pensando que não teriaproblemas (haverá potenciais problemas?)1.2. R{FLIGHT-NUMBER, DATE, GATE, TIME, DESTINATION}K={FLIGHT-NUMBER}K={GATE, TIME}1.3. t(X)(Y)Quando Y está contido em Xt(Y) simplifica1.4. a) Não. Só superchaveb) Não1.5. R[A1 A2 ... An]nº máximo de chaves = nnº máximo de superchaves = 2 levantado a n1.6. K=vazio --> não há chave, isto é, podem aparecer tuplos iguais1.7. Sim1.8. Sim; Sim; Não; Não; Não.

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