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SINAIS 2012 [AEA]

SINAIS 2012 [AEA]

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Published by Rui M. C. Pimenta

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Published by: Rui M. C. Pimenta on Mar 23, 2013
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1831-2721
Construir o futuroque queremos ter
AEA SINAIS 2012
 
Editorial
Tornar a nossa economia maisecológicaO caminho para a sustentabilidade global Viver numa sociedade de consumoDa mina aos resíduos, e depois
Em análise
Desperdício de alimentos
Entrevista
Os resíduos na GronelândiaDeterminar o preço «certo»?
Em análise
Faz sentido do ponto de vistaempresarial?Local e global
Entrevista
Uma visão europeia dasustentabilidade
Pode contactar-nos:
Por correio eletrónico:
signals@eea.europa.eu
 No sítio web da AEA:
No facebook:
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Índice
 4101828384246 5862 74
Projecto gráfico: INTRASOFT International S.ALayout: Rosendahls - Schultz Grafisk/AEA
Aviso legal
O conteúdo da presente publicação não reflecte necessariamente as posições oficiais daComissão Europeia ou das restantes instituições das Comunidades Europeias. A AgênciaEuropeia do Ambiente, ou qualquer pessoa ou empresa que actue em nome da Agência,não é responsável pela utilização que possa ser feita da informação contida no presenterelatório.
Informação relativa aos direitos de autor
© AEA, Copenhaga, 2012É permitida a reprodução, desde que a fonte seja referida, salvo indicação em contrário.Luxemburgo: Serviço das Publicações da União Europeia, 2012ISBN 978-92-9213-269-9doi:10.2800/38613
Produção ambiental
Esta publicação foi impressa de acordo com os padrões ambientais maiselevados.
Impresso por Rosendahls-Schultz Grafisk 
— Certificado de gestão ambiental: DS/EN ISO 14001:2004— Certificado de qualidade: ISO 9001: 2008— Registo EMAS. Licença n.º DK - 000235— Rotulagem ecológica com o sistema Nordic Swan, licença n.º 541 176— Certificado FSC - código de licença FSC CO688 122
Papel
Cocoon Offset — 100 gsm.Cocoon Offset — 250 gsm.
Impresso na Dinamarca
 
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Tornar a nossa economia maisecológica
A maioria das pessoas recordará 2011 como um ano marcado pela turbulênciafinanceira, pelo terramoto-maremoto-acidente nuclear do Japão, pela ajudafinanceira de emergência a países europeus e pelos protestos em massa ligadosà «Primavera árabe», ao movimento «Occupy Wall Street» e aos
Indignados
 espanhóis. Poucos se recordarão de que também foi o ano em que os cientistasdescobriram mais de 18 000 novas espécies a viver no nosso planeta. Menos aindaconseguirão citar uma espécie que tenha sido declarada extinta.
À primeira vista, pode parecer queo destino das espécies ameaçadas nada tem a ver com a economia. No entanto,com um exame mais atento, começamosa entender as ligações entre as duasquestões. A «boa saúde» dos sistemasnaturais é uma condição necessária da«boa saúde» dos nossos sistemas sociale económico. Alguém pode afirmar queuma sociedade é próspera quando estáexposta à poluição do ar e das águase enfrenta problemas relacionados coma saúde? Do mesmo modo, poderá umasociedade «funcionar» se uma grandepercentagem da população estiverdesempregada ou não ganhar o suficientepara subsistir?Não obstante as lacunas e incertezas nanossa compreensão das coisas, podemos ver que o mundo está a mudar. Ao fimde 10 000 anos de relativa estabilidade,a temperatura média global estáa aumentar. Embora as emissões de gasescom efeito de estufa da União Europeia(UE) estejam a diminuir, os combustíveisfósseis emitem mais gases com efeito deestufa para a atmosfera do que aquelesque o nosso solo e os nossos oceanosconseguem absorver. Algumas regiões sãomais vulneráveis aos potenciais impactesdas alterações climáticas e, muitas vezes, trata-se justamente dos países menospreparados para se adaptarem às novascondições do clima.Com mais de sete mil milhões dehabitantes a viver no planeta, os sereshumanos têm claramente um papel nacondução e aceleração destas alterações.De facto, os nossos atuais níveis deconsumo e de produção podem estara prejudicar o ambiente ao ponto decorrermos o risco de tornar o nossoplaneta inabitável para muitas espécies,incluindo a nossa. Muitas pessoas dospaíses em desenvolvimento aspiram a terestilos de vida semelhantes aos dos paísesdesenvolvidos, o que poderá exerceruma pressão adicional sobre os nossossistemas naturais.Estamos a perder a biodiversidade, a nívelmundial, a um ritmo nunca antes visto nanossa história. As taxas de extinção dasespécies podem chegar a ser mil vezessuperiores à que se verificava no passado,e a destruição de habitats é uma dasprincipais razões.Apesar de a superfície florestal total ter vindo a crescer na Europa, nas últimasdécadas, o mesmo não acontece a nívelglobal. A Organização das Nações Unidaspara a Alimentação e a Agricultura estimaque sejam anualmente desflorestados13 milhões de hectares a nível mundial(área aproximadamente equivalente à daGrécia), sendo essas terras convertidaspara outras utilizações, nomeadamentepastagens, exploração mineira, agricultura
   E   d   i   t  o  r   i  a   l

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