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Teoria Da Globalizacao

Teoria Da Globalizacao

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Trabalho: Teorias da Globalização – Octavio IanniMatéria: EconomiaProf.: AdaltomCurso: Direito - 1º Ano - NoturnoAluno: Ivan Luís BertevelloRA: 0710528Sala: 403 PrefácioA seguir, encontra-se uma mesclagem das principais idéias do livrojuntamente com as pesquisas que obtive referentes ao tema do livro citado acima. Nodecorrer do meu trabalho há uma massificação em torno dos dez tópicos apresentadospor Octavio Ianni, contendo também minhas opiniões a partir do entendimento dolivro e das pesquisas.Antes de falar sobre globalização, o que é globalização? Globalização é o conjunto de transformações na ordem política e econômicamundial que vem acontecendo nas últimas décadas. O ponto central da mudança é aintegração dos mercados numa "aldeia-global", explorada pelas grandes corporaçõesinternacionais. Os Estados abandonam gradativamente as barreiras tarifárias paraproteger sua produção da concorrência dos produtos estrangeiros e abrem-se aocomércio e ao capital internacional. Esse processo tem sido acompanhado de uma
 
intensa revolução nas tecnologias de informação - telefones, computadores etelevisão.As fontes de informação também se uniformizam devido ao alcance mundial e àcrescente popularização dos canais de televisão por assinatura e da Internet. Issofaz com que os desdobramentos da globalização ultrapassem os limites da economia ecomecem a provocar uma certa homogeneização cultural entre os países.Veja alguns depoimentos de economistas ilustres:"A Globalização é a revolução do fim do século. Com ela a conjuntura social epolítica das nações passa a ser desimportante na definição de investimentos. Oindivíduo torna-se uma peça na engrenagem da corporação. Os países precisam-seajustar para permanecer competitivos numa economia global e aí não podem ter maisimpostos, mais encargos ou mais inflação que os outros "Antônio Delfim Netto-(Veja-3/4/96)"A Globalização é tão velha como Matusalém. O Brasil é produto do capitalismoeuropeu do final do século XV. O que está havendo agora é uma aceleração. Isso podeser destrutivo para o Brasil, se o país não administrar sua participação noprocesso. A globalização é boa para as classes mais favorecidas. As menosfavorecidas ficam sujeitas a perder o emprego."Paulo N. Batista Júnior-(Veja-3/4/96)"A Globalização começou na década de 70, a partir do aumento da produção dasempresas, e foi acelerada porque as empresas precisam estar em vários países parase aproveitar das variações cambiais. Além disso, a globalização é uma bolhaespeculativa, que se expressa no mercado de derivativos. É a jogatina da moedadiária. Isso afeta empregos. Há uma recessão também globalizada."Maria da Conceição Tavares-(Veja-3/4/96)Quando se fala em globalização, tende-se a destacar os aspectos da produção deriquezas e de consumo. Isso é apenas o primeiro resultado da mudança. Os processoanteriores de aceleração econômica sempre provocaram alterações em outros setoresdas atividades humanas. A Revolução Industrial foi um fator muito importante e queteve peso no processo de globalização, deslocando o foco da sociedade do campo paraa cidade. Surgiu um novo desenho de classes, como o operariado, os sindicatos, asteorias socialistas, a demanda de leis refletindo conquistas sociais. Atualmentepodemos dizer que a globalização é a revolução do final do século, e que veio paraficar. Esse processo está relacionado a uma aceleração do tempo. Tudo está mudandorapidamente, e quem não acompanhar o rítmico acelerado dessas mudanças, vai perder"o trem" da história e do desenvolvimento. Em relação às comunicações, as notíciashoje chegam rapidamente às nossas casas quase ao mesmo tempo em que os fatos estãoacontecendo em outras partes do mundo: a Guerra do Golfo, por exemplo, acontecidaem 1990, foi uma "guerra doméstica ".Entrava em nossa casas, pelo noticiário datelevisão, geralmente à hora do jantar, mostrando toda a dramaticidade do conflitoe servindo de "vitrine comercial " para uma tecnologia bélica, exibindo armas,foguetes, aviões sofisticados, etc. O recente conflito em países do centro-suleuropeu, esteve também nos jornais e na televisão, trazendo os horrores de umaguerra fratricida e injusta , para o nosso dia a dia as lutas pela posse da terra,os conflitos e a violência urbana que acontecem a todo o momento no Brasil, recebemdestaque no noticiário internacional. Hoje pode-se constatar que praticamente nãoexiste mais país isolado. O crescimento da interdependência na superfícieterrestre, está cada vez mais nos transformando numa "aldeia global ."Críticos da Veja-(Veja-3/4/96)E o Brasil na globalização, como é que fica?
 
O ano de alargamento do Mercosul, os tratados formados pelo Chile e Bolívia com oMercosul, jornais e televisões noticiaram a adesão dos dois ao bloco sub-regionalliderado pelo Brasil e Argentina. Isso não aconteceu, pelo menos por enquanto. Masfoi dado o primeiro passo nessa direção: o Chile e a Bolívia firmaram tratados deassociação, o que significa que, sem aderir ao bloco, eles passam a aceitar regrasde tarifas comerciais reduzidas no intercâmbio com os integrantes do tratado deAssunção de 1991. O passo adiante não aponta para o alargamento do Mercosul poragregações sucessivas, mas para o desenvolvimento de um processo mais complicado,que os diplomatas brasileiros apelidaram de estratégia do building blocks.O Chile esnobou o Mercosul até a pouco. " Adios, Latinoamerica", chegou atrombetear uma manchete de EL Mercurio, o principal diário de Santiago, resumindouma política voltada para a Bacia do Pacífico e uma estratégia de integração doNafta. As coisas mudaram. A solicitação de adesão à zona de livre comércio lideradapelos EUA esbarrou no colapso financeiro mexicano de dezembro de 1994. Escaldados,os parlamentares americanos negaram a tramitação rápida da solicitação no Congressoe as negociações continuam a se arrastar. Além disso, a abertura comercial que seespraia pela América Latina repercutiu sobre o intercâmbio externo chileno,puxando-o devolta para o subcontinente.A Bolívia solicitou, em julho de 1992, a adesão gradual ao Mercosul. O gradualismoboliviano está orientado para controlar um obstáculo político e diplomático: o paísfaz parte do Pacto Andino e Tratado de Assunção não permite a entrada deintegrantes de outras zonas de comércio. Mas, no terreno da economia e dageografia, a Bolívia está cada vez mais colada ao Mercosul. O acordo recente parafornecimento de gás natural e construção de um gasoduto Brasil-Bolívia vale maisque as filigranas jurídicas que bloqueiam a adesão imediata. E as perspectivas decooperação de todos os países do Cone Sul tendem a abrir duas saídas oceânicasregulares para a Bolívia, cuja história está marcada pela perda de portos deAtacama, na Guerra do Pacífico (1879-83). Não é provável que o Chile ingresseplenamente no atual Mercosul, e Santiago não quer perder suas vantagens comerciaisno intercâmbio com o Nafta e a Bacia do Pacífico. A Bolívia não pretende deixar oPacto Andino entrar no Mercosul, e o Chile, com melhores razões não pretendedesistir do ingresso no Nafta. O horizonte com o qual trabalham os diplomatasbrasileiros é o da articulação gradual do Mercosul com os países e blocoscomerciais vizinhos, com vistas á formação de uma Associação de Livre Comércio Sul-Americana(Alcsa).Essa é a estratégia do buiding-blocks. A sua meta consiste em criar, a partir de umgrande bloco comercial na América do Sul, a plataforma ideal para negociar aintegração pan-americana com a superpotência do Norte. É por isso que o Brasil nãotem pressa nas conversações destinadas a formação de uma super zona de livrecomércio das três Américas, que foram lançadas pelo ex-presidente dos EUA, GeogeBush, em 1990.No caso brasileiro, entenda-se atender aos desafios criados pela globalização epelo Plano Real. É o que mostra uma pesquisa do Centro de Gestão de Negócios daUniversidade São Marcos, de São Paulo. Foram consultadas 117 empresas, com capitalna casa dos 500 milhões de dólares. O trabalho mostra que aqueles dois fatorespresidiram a frenética busca da redução de custos e aumento de produtividade,perseguidos por 80% dos entrevistados. No quesito produtividade, as providênciaspara a metade delas consistiram em reestruturações, redução de quadro e ampliaçãoda participação de mercado. Para um número substancial, as mudanças significaramuma volta ao core business, interrompendo um processo de diversificação vigente nadécada passada. Duas constatações dos pesquisadores: a) poucas empresas assumiramuma atitude pró-ativa, antecipando-se às dificuldades; b) foi mínima a influênciados gurus da administração. Isso não quer dizer que elas não tenham apelado para aajuda de fora. Os consultores externos (12%) foram bem mais acionados que osinternos ( 5,5%) pelas empresas. Há também uma surpresa: a área de RH, com 9%, teveuma participação pequena nas mudanças. “Isso mostra que elas atacam mais sistemas eprocessos do que a formação dos funcionários”, diz Ugo Barbieri, coordenador dapesquisa.

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