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NEM TUDO É VERDADE

NEM TUDO É VERDADE

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Resumo e análise do texto escrito por Thomaz Wood Jr. e extraído da revista Carta Capital de 21 de março de 2007 / por Ronald Sanson Stresser Jr.
Resumo e análise do texto escrito por Thomaz Wood Jr. e extraído da revista Carta Capital de 21 de março de 2007 / por Ronald Sanson Stresser Jr.

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Categories:Types, Research
Published by: Ronald Sanson Stresser Junior on Mar 26, 2013
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Instituto Politécnico de Produção de Rádio e TVÉtica e a Radiodifusão - Professor GuatemozimAluno: Ronald Sanson Stresser Jr – 3º período - noite
Rio de Janeiro, 02 de abril de 2007.
 NEM TUDO É VERDADE
Resumo e análise do texto escrito por Thomaz Wood Jr. e extraído darevista Carta Capital de 21 de março de 2007 por Ronald Sanson Stresser Jr. 3º período de Produção de Rádio e TV. Na revista
Carta Capital 
, de 21 de março de 2007, o professor daFundação Getulio Vargas, Thomaz Wood Jr, escreveu um artigo, em suacoluna
Gestão,
baseado na comédia
Obrigado por Fumar 
. No filme o personagem
 Nick Naylor 
, um porta-voz da indústria do tabaco, é inquirido por seu filho sobre qual seria a principal qualidade para ser bem sucedido.Ele responde com seguraa ser a flexibilidade moral a coisa maisimportante para vencer na vida. A primeira vista isso pode parecer um tantoantiético, porém se analisarmos friamente a situação exposta na história, poderemos notar que os mais bem sucedidos empresários e executivoslidam naturalmente com isso.
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O pesquisador Alan Ryan, da universidade de Oxford, discorre sobreeste assunto num artigo publicado em 1996 na revista
Social Research
. Elediz que a flexibilidade moral é um artifício bastante usado por médicos,advogados e políticos, pois estes ofícios exigem que os profissionais sejameconômicos com a verdade, preservando assim seus interlocutores derealidades desagradáveis e a si próprios das reações negativas que averdade pura e simples poderia provocar. Nas empresas ocorre o mesmo,cada grupo, dentro de uma organização adota um digo próprio decomportamento, definindo parâmetros e limites. É claro que isso é relativo,as conseqüências devem ser medidas para que não se cometam erros ou seobtenham prejuízos provenientes de inverdades proferidas ou verdades nãoditas.Edgar H. Schein, doutor e professor de Gerenciamento no MIT(Massachusetts Institute of Technology), relata em um ensaio publicado noano de 2004 na revista
 Human Relations
que mentir não é uma questãomoral em si. Segundo ele o que pode tornar a mentira uma questão moral éa intenção destrutiva do mentiroso, e o grau em que o alvo da mentira é prejudicado. Para ele, a vida social exige boas doses de hipocrisia e é o processo de socialização, a convivência duradoura com os outros, quedefine o que é ou não aceitável. Cada empresa tem seu processo desocialização e dentro de cada uma vemos também áreas distintas. O que éaceito em um ambiente pode ser considerado espúrio em outro. Scheinobserva que em cada fuão aprendem-se regras diferentes para se“massagear dados”, “editar informações”, “adequar o discurso”, “higienizar contdose “vender idéias”. Podemos citar como exemplo os profissionais de marketing e propaganda que ressaltam os atributos positivos e escondem as fraquezas de seus produtos. As subculturas podemser conflitantes, pois a “flexibilidade moral” de um marketeiro pode ser excessiva para um advogado, médico ou político, mas estes também podem
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