TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
COMARCA DE SÃO PAULOFORO REGIONAL I - SANTANA5ª VARA CÍVEL
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com a ação coletiva; d) necessidade de suspensão do processo em razão daprejudicialidade; e)
que
o real negócio existente entre as partes é de compra e venda deimóvel e não cooperativa; f) aplicação do Código de Defesa do Consumidor; g) falta deinteresse de agir, pois inexiste pedido de rescisão do contrato; h) impossibilidade deconstituir o réu em mora, pois não houve aprovação da assembléia sobre o rateio, nemqualquer outra comprovação da sua origem; i) que a notificação não respeitou o prazoprevisto no Estatuto para regularização da inadimplência; j) que a cláusula contratual não éclara ao determinar a obrigação de rateio de saldo residual, como seria exigível pelasnormas do Código de Defesa do Consumidor; l) nulidade da cláusula que prevêindenização; m) impossibilidade de concessão de liminar.3. A liminar não foi deferida (fls. 189) e veio aos autos a réplica (fls. 193/232).
É o relatório.DECIDO.
4. O feito comporta julgamento antecipado, sendo dispensável produção deprova oral, nos termos do art. 330, I do Código de Processo Civil.5. Há ação coletiva cujo objeto é a discussão da admissibilidade da cobrança doresíduo, o que em tese determina a existência de prejudicialidade, a qual poderia levar areunião dos processos por conexão.Porém, há que se considerar que a reunião de processos não é cogente (RT493/137, 499/222, 600/194 Theotônio Negrão & José Roberto F. Gouvêa,
Código deProcesso Civil e legislação processual em vigor,
37ª ed., p. 228) e os elementos colhidosno caso
sub judice
já permitem o julgamento desde logo da controvérsia, não sendoconveniente a reunião dos processos.As demais questões deduzidas a título de preliminar ligam-se ao mérito e nestacondição serão analisadas.