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Capitalismo e Liberdade Milton Friedman

Capitalismo e Liberdade Milton Friedman

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1
Capitalismo e Liberdade
Milton Friedman
Organização: Igor César Franco
 
2
Notas do Organizador
O presente texto escrito pelo brilhante economista e pensador foi encontrado no sitehttp://liberalismo.0catch.com/, estando a responsabilidade por sua publicação na internetplenamente imputável ao publicante e ao hospedeiro do texto, sendo essa organização somente umsuplemento ao material já disponibilizado na rede mundial. O único adendo por parte deste foi abiografia do mestre, bem como a listagem de suas publicações.Este trabalho tem pretensões apenas de angariar mais adeptos à filosofia liberal em solotupiniquim, que é, infelizmente, dominado pelos devaneios esquerdistas marxistas e fabianos– queresultaram no completo fracasso do projeto brasileiro de superpotência emergente e até hojecorroem as bases democráticas do pais; objetivos maiores nem ao menos passam ou passaram pelacabeça desse que vos escreve.Na verdade, a única razão para um página dedicada às notas do organizador se deve aofato de que o texto parece ter sido gerado por um software de reconhecimento de caracteres. Fatoeste que resultou na imprecisão de diversas palavras, expressões e até mesmo orações inteiras.Infelizmente, devido ao tempo curto e à pressa por organizar mais textos públicos não foi possívelum trabalho completo na substituição dos erros pelas expressões corretas(quando plenamentepossível a dedução) ou até mesmo a colocação de pontos de interrogação em todos os trechosobscuros da obra.De qualquer modo, o organizador entende que não toda a magnífica obra que se segue estáa anos-luz de ter seu sentido prejudicado ou mesmo ofuscado pelos contratempos existentes.Sem mais delongas, este que vos escreve deseja-lhes uma boa leitura e apreciação dotrabalho do inesquecível “pai” do neoliberalismo,
Milton Friedman
(1912-2006).
 
3
Milton Friedman
O economista norte-americano Milton Friedman é atualmente o decano da Sociedade doMont Pèlerin, tendo participado de sua fundação, em 1948, comFriedrich Hayek. Ao longo de suaextensa vida acadêmica, cuja reputação foi conquistada à frente do Departamento de Economia daUniversidade de Chicago, EUA, Milton Friedman publicou inúmeras obras sobre política e históriaeconômica. Em 1976 ganhou o prêmio Nobel de Economia, dois anos após Hayek. Outros colegasseus da Universidade de Chicago também fariam jus ao prêmio, entre os quais se destacam GeorgeStigler (também fundador da Sociedade do Mont Pèlerin) e Gary Becker.Os estudos de econometria levaram Milton Friedman a fundar a chamada "escolamonetarista" que, em síntese, estabelece uma forte correlação entre a oferta de moeda e o nível deatividade econômica. Ao longo das décadas de 60 e 70 Friedman foi uma das poucas vozes adefender a disciplina monetária (e fiscal) como única saída para o surto de inflação que os governosem quase todos os quadrantes do mundo estavam provocando. Até mesmo os Estados Unidoschegaram a ter quase 20% de inflação anual no final do governo Carter (1980).Friedman sempre defendeu idéias que, a princípio, causaram grande polêmica, mas com o temporevelaram-se soluções econômicas sensatas e desejáveis. Hoje ele defende a extinção pura e simplesdo
Federal Reserve
(Banco Central americano) e do Fundo Monetário Internacional porque suasequivocadas políticas monetárias têm causado enormes danos à economia americana e à mundial.A obra mais conhecidade Milton Friedman chama-seCapitalismo e Liberdade e foioriginalmente publicada nos Estados Unidos em 1962. Essa obra alcançou grande repercussão, poisseu autor não se limitou a discorrer sobre economia pura. Numa linguagem coloquial, Friedmanaborda questões como a da relação entre liberdade econômica e liberdade política, o papel dogoverno numa sociedade livre, política fiscal, educação, monopólio, distribuição de renda, bem-estar social e combate à pobreza. Afirma, por exemplo, que devido ao fato de‘vivermos em uma sociedade, em grande medida, livre, tendemos a esquecer o limitado espaço detempo e a parte do Globo na qual surgiu o que se chama de liberdade política: o estado típico dahumanidade é a tirania, servidão, miséria. O século XIX e o começo do século XX no mundoOcidental destacam-se como uma exceção à tendência histórica de desenvolvimento. A liberdadepolítica, nesse sentido, claramente surgiu com o livre mercado e o desenvolvimento das instituiçõescapitalistas. Da mesma maneira como aliberdade política na era dourada da Grécia e nos primeirosdias da era Romana.’Desde essa época Friedman já vinha se preocupando com a questão educacional. A falênciado ensino público (que consegue conjugar péssima qualidade e altos custos) americano levou-o apropor um esquema simples e de enorme repercussão social. Simplesmente tirar o Estado daeducação. O dinheiro que hoje é mal gasto nos estabelecimentos públicos de ensino deveriam serconvertidos em "
vouchers
" ou cupons para cada aluno, de tal forma que, com esses recursos, seriapossível pagar a mensalidade de uma escola privada. Caberia aos pais escolherem o melhor colégiopara seus filhos. A competição que naturalmente se estabeleceria entre as escolas garantiria umamelhoria constante do ensino. Os pais também passariam a interferir mais no processo educacional,exigindo melhores cursos e qualificação dos professores, pois poderiam facilmente mudar seusfilhos de colégio.No começo de 1999 Milton Friedman concedeu uma entrevista e abordou o problema dacrise cambial brasileira, então no auge. Suas palavras permanecem até hoje com enorme atualidade:‘Nem o câmbio fixo nem o flutuante resolvem os problemas fiscais internos. Não há soluções fáceis.O Brasil tem de pôr sua casa fiscal em ordem: ou corta fortemente os gastos governamentais ouaumenta fortemente a receita governamental. Não há outro caminho. Ah, tem outra saída: imprimirdinheiro. Mas isso levaria inevitavelmente à inflação. No caso do Brasil, a inflação voltou porque ogoverno não tem mais crédito para tomar emprestado o necessário para cobrir o déficit. O déficitfiscal brasileiro é muito grande e isso tem de ser resolvido. Mexer no câmbio ou qualquer coisaparecida é apenas um paliativo.’Nessa mesma entrevista também ressaltou que o problema dos juros elevados deveria sersolucionado pelo mercado, não pelo governo. Este é, aliás, a causa do problema.Milton Friedman, além de autor de livros é um excelente comunicador. Nos anos 70 e 80 produziuduas séries de televisão que tiveram enorme repercussão chamadasLiberdade para Escolher eAtirania do
status quo
. Ele demonstrou como a economia de mercado pode trazer mais prosperidadee riqueza para os indivíduos do que qualquer outra forma de organização social. Também deu umasérie de conselhos práticos para diminuir o tamanho do Estado e deixar os cidadãos mais livres

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