Aula 2 –
Relacionamento interpessoal 2::
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Chefes estrangeiros lutamcom diferenças culturais
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xistem quase 60 mil empresas de origem turca na Alemanha. Elasempregam mais de 350 mil funcionários e movimentam, a cada ano, 30bilhões de euros. Mas diferenças culturais ainda existem e, muitas vezes, são uma vantagem.Ali Haydar Berkpinar nasceu e cresceu na Turquia. Quando sua família decidiu emigrarpara Frankfurt, Ali estava ainda no período escolar. Hoje ele é chefe da representaçãoalemã da fabricante de automóveis turca Tofas. Mas, mesmo após tanto tempo vivendo etrabalhando na capital financeira alemã, Ali ainda se sente ligado à Turquia. “No sentidomaterial, me sinto alemão, mas cultural e emocionalmente, eu citaria a Turquia emsegundo lugar”.O palestino Maximilian Jaber vive uma situação semelhante. Ele é presidente daConcave, uma empresa de consultoria em tecnologia da informação de Düsseldorf. Entreseus clientes, estão os governos de Barein e dos Emirados Árabes Unidos, bem como aSecretaria do Trabalho do Estado alemão de Baden-Württemberg e a Câmara da Indústriae Comércio de Dortmund. Jaber também se considera entre duas culturas: “Penso comoum alemão, mas me vejo como cidadão internacional”, explica. “Mas, quando se trata desentimentos, aí eu sou o árabe sentimental. Bem palestino”.Problemas de integração já são coisas do passado para Berkpinar e Jaber. Afinal, quemquiser fazer bons negócios na Alemanha não pode se fechar à sociedade onde vive. Masambos admitem que existem diferenças de mentalidade. “O que eu considero alemão sãoa pontualidade e a confiança”, disse Berkpinar. “Já a flexibilidade na prestação de serviços– isso eu considero turco”.Para Jaber, sua condição multicultural é uma vantagem nos negócios. “Eu penso umpouco mais globalmente e levo circunstâncias culturais mais em consideração”.
Fonte: www.dw-world.de
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