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Revista EmbalagemMarca 110 - Outubro 2008

Revista EmbalagemMarca 110 - Outubro 2008

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Edição de outubro de 2008 da revista EmbalagemMarca.

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Os 34 projetos bem-sucedidos quebrilharam e faturaram troféus no
CRISE: Como ela afetará o setor? • ESPUMANTES: Garrafa de 3 litros estréia no mercado
 
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 a essÊncia da edição do MÊs, nas palaVras do editor
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é dirigida a proissionais que ocupam cargos de direção, gerência e super- visão em empresas integrantes da cadeia de embalagem. São proissionais envolvidos com o desenvolvimento de embalagens e com poderde decisão colocados principalmente nas indús-trias de bens de consumo, tais como alimentos,bebidas, cosméticos e medicamentos.
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éuma publicação mensal daBloco de Comunicação Ltda.Rua Arcílio Martins, 53CEP 04718-040São Paulo, SPTel.: (11) 5181-6533Fax: (11) 5182-9463
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   F   O   t   O    d   E   C   A   P   A  :   s   t   U   d   i   O    A   g   –   A   N   d   r    É   g   O   d   O   Y
A principal lição das crises
ejamos óbvios e proclamemos:“Não é com esta crise que omundo vai acabar”. Na verda-de, embora se diga que esta éa pior de todas (como se dizsempre daquela pela qual se está passando),o mundo já viveu muita coisa anunciadacomo o início do fim dos tempos. Para não ir longe demais, lembremos o 11 de setembrode 2001. Naquele dia o mundo parou, sim,mas logo recomeçou a se movimentar, eas profecias de que o planeta passaria por revoluções sociais, econômicas, culturais eeconômicas caíram na vala comum do tarôdas inocuidades.O fato é que, apesar das incontáveis “cri-ses finais” que já atravessou (incluindo duasguerras mundiais), o globo continua a girar,com todos os defeitos e todas as virtudes das pessoas e dos sistemas políticos e econômi-cos que sobre ele plantaram. Aliás, essa éuma área em que o Brasil esbanja experi-ência, e se todos adotassem como remédioo choro e o ranger de dentes o país teriaacabado já com o fim do ciclo do pau brasil. Não acabou, e não obstante ocupe postos dedestaque em iniqüidades sociais, tributárias,éticas e de infra-estrutura, podemos até dizer que o Brasil vai bem, obrigado. Não somos sabidos e muito menos sábios para dar lições, mas temos como todos odireito de meter a colher. O bom da históriaé que dela podemos tirar lições. E o quevemos, no vasto estoque de crises por que omundo já passou, é que nelas estão tambémas oportunidades. Quem nelas remou contraa corrente, evitando acocorar-se amedronta-do e, no mais das vezes com imaginação ecriatividade, investiu pensando no momentoseguinte raramente se deu mal.Ante mercados em retração, a diretriz deempresas vencedoras nas crises foi sistema-ticamente ampliar o tamanho de suas fatias.Estas eram menores em comparação com asanteriores, de quando o bolo era maior. Mas,quando as crises passaram – e todas elas pas-saram – e o bolo cresceu, os nacos ficarammais fartos. Claro que o governo, em todosos níveis, tem importante papel (o dever!) acumprir em termos de regulação do sistemafinanceiro, de contenção de fúria tributária ede desperdícios e vazamentos, e mais aindade investimento em infra-estrutura. Porém,como também nesse campo os brasileirossão escoladíssimos, é bom não esperar muito para por mãos à obra.Sem cair na soberba de querer dar aulas,é o que, em nossas modestas dimensões,estamos fazendo, como sempre fizemos.Preocupamo-nos sim com a atual turbulênciageneralizada. Mas, nesta quadra do ano emque, como quase todas as empresas, pla-nejamos o exercício e o lustro seguintes, a palavra de ordem é investir para crescer. Em breve, no ano que vai se iniciar e que mar-cará o décimo aniversário de lançamento de
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, anunciaremos uma sériede iniciativas que têm por base a certeza deque sairemos todos mais fortes da tormenta.Até novembro.
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Ante mercadosem retração, adiretriz de empresasvencedoras foisistematicamenteampliar o tamanhode suas fatias.Quando o bolocresceu, os nacosficaram mais fartos

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