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Jacquelyn Frank - Night Walkers - 01- Jacob (Trad. Mec. Gisa)

Jacquelyn Frank - Night Walkers - 01- Jacob (Trad. Mec. Gisa)

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romance bianca serie misticos jacob
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12/08/2013

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 Jacob(The Nightwalkers 1) Jaquelyn FrankDo começo dos tempos, houve Nightwalkers, raças da noite que vivem nas sombras da luz dalua. Apaixonar-se pelos humanos está absolutamente proibido, e um único homem se assegura deque se cumpra essa antiga lei: Jacob, O Executor… Durante 700 anos, ele resistiu a tentação. Mas nãoesta noite... Jacob conhece as desculpas que sua gente dá quando a loucura os alcança e caem presa daluxúria com os humanos. Ele os ouviu todos e ainda assim leva aos que transpassam a linha À justiça.Imune Aos desejos proibidos, Às incontroláveis fomes, ou À maldição da lua,seu controle é total... até o momento em que vá A Isabella nas sombras das ruas de Nova Iorque.lhe salvar a vida não estava em seus planos. Como tampouco o estavam os sentimentos que elaacordada nele. Mas no momento em que a sustenta em seus braços e sente a suave explosão de seucorpo contra o seu, tudo troca. Sua atração é inegável, volátil, completamente contra a lei. De repentetudo no que Jacob sempre acreditou é inflamado pelo calor do desejo...CAPÍTULO 1Quão ridiculamente simples seria lhes causar danifico.Desde muito acima, olhava com inquebráveis olhos escuros, como caminhavam na sombria rua.O macho humano estava tão absorto em seu flerte com a fêmea, que não teria oportunidade dedefender a de algum dano se fossem surpreendidos por alguma ameaça. O que seria se se deixassecair sobre eles desde essa altura?Embora nesse caso, “surpreso” não seria a adequada descrição. O defender-se também seriainútil. Um humano contra um de sua espécie? Jacob, o Executor deixou escapar uma irônica gargalhada.A mulher ruiva tinha escolhido mau, em sua opinião. Nenhum macho respeitável teria animadoA sua companheira A aventurar-se para fora em uma noite de proibição. Místicos augúrios à parte, arua pela que caminhavam era notoriamente de má reputação. Sombras atemorizantes trocavam comdesconhecidas ameaças para os sentidos humanos como nuvens desnatadas sobre a luz volúvel dalua.O casal caminhou baixo ele, alheia seu A camuflada presença.Sem mencionar a chegada do outro. Jacob inclinou sua cabeça, tomando nota cuidadosamente dos distantes movimentos do outro.Embora os rasgos elaborados pelo homem nessa cidade de cristal, em concreto nublavam osprivilegiados sentidos do Executor, ele ainda podia seguir a chegada do perito facilmente. O mais jovem, mas menos experiente Demon se estava descuidando, sua atenção imersa em seu objetivo.A fêmea humana. Jacob reconheceu a fome do Demon mais jovem, sentindo como se formava redemoinhos dentrodele, opressivo e picante com o almíscar da luxúria desenfreada. O jovem Demon, Kane por nome
 
comum, caminhava dentro e fora da sólida realidade enquanto avançava para a ruiva. A fixação doKane o fazia atípicamente decidido. Ele não tinha idéia que o Executor o estava caçando, por issoestava situado, resolvido A esperá-lo.Kane apareceu abruptamente, abaixo, no pavimento, em uma explosão de fumaça turva e odistintivo aroma do enxofre. Estava A alguns metros da desconhecida casal, sua televiotransportação foi completamente inadvertida Apesar da tela. Jacob esperou, a tensão estirava seus nervos. E Apesar desta pressão que o insistia A interferir,era seu dever deixar que o Demon seguisse seu curso. Só então teria justificação para levar as leis deseu povo contra ele. Durante todo o tempo, rezou ao destino para que Kane recuperasse o controle ese afastasse.Ao tempo que Jacob dava ao Demon uma oportunidade de trocar de opinião, sentou-se imóvelcomo uma pedra, vendo Kane caminhar pela recente rota que tomou o casal. Quando passou debaixoda escondido cabide do Executor no alto do poste de luz para agarrar A sua presa, Jacob se lançoupara cima no ar, com um ligeiro e espaçoso salto de um farol ao seguinte, vários metros sobre acalçada. Não houve o som dos pés tocando o frio metal, nem o roce da roupa que vestia quando seacuclilló em perfeito balanço. O único sinal de sua presença foi a repentina piscada da luz. Só tomouum momento compensar, fazendo que os outros baixo ele percebessem tudo normal, embora emrealidade, a luz seguiu cintilando com crescentes espasmos de protesto.Ele também manteve seus pensamentos ocultos atrás desta projetado camuflagem. Sabia que,inclusive no agarre por estes baixos instintos, Kane o sentiria se não o fizesse. E entretanto, umsussurro detrás de sua mente lhe rogava ao Executor em seu interior, que por uma vez, só por estavez, cometesse um engano. Um pequeno engano, murmurou, e Kane, quem é tão querido para ti,sentirá sua presença e seus pensamentos. lhe dê a oportunidade que negaste A muitos outros.Ninguém nunca saberia o que Jacob tinha sacrificado para negar esse insidioso sussurro.Independentemente do rogo da voz, ele não podia renunciar A seu dever.Em vez disso, viu como Kane enviava uma ordem Ao vulnerável casal. Abruptamente, ohomem humano girou e caminhou afastando-se da mulher, abandonando-a se razão ou consciênciado que fazia. A ruiva se deu a volta completamente, enfrentando ao Demon que se aproximava. Elaera bastante formosa, notou Jacob quando se voltou para a luz, com um exuberante e compridocorpo, e uns cachos castanhos que penduravam em extensas espirais por suas costas. Estava claro porque tinha atraído A Kane. Não foi o Executor no Jacob quem permitiu um pequeno e curvada sorrisoque jogava na esquina de seus sombrios lábios.Kane se passeou até onde estava a mulher, confiando no poder que tinha sobre ela e chegou Atocar sua cara. Jacob pôde ver a escravidão em seus olhos, a manipulação de sua mente que a faziasuave e flexível, e a insistia A mover sua bochecha para a afetuosa carícia.O afeto era uma mentira. O que podia começar tão gentilmente possivelmente não terminariaassim. Era a natureza das criaturas que eles eram, e era inevitável. Isto era pelo que não concederia AKane mais avisos das centenas… não… milhares que antes já lhe tinha dado. Jacob havia visto suficiente.Saltou ligeiramente no ar, seu comprido corpo caindo com elegância em um temeriolançamento até que chegou e aterrissou silenciosamente detrás da mulher ruiva. Descartou suacamuflagem tão rapidamente que Kane aspirou em um ruidoso e assustado fôlego. congelou-sequando viu Jacob. E o Major foi facilmente consciente de como deviam ser os pensamentos do jovemDemon.
 
O Executor tinha chegado para castigá-lo.Foi suficiente para que Kane tragasse visivelmente com ansiedade. Sua mão afastada de umpuxão da bochecha da ruiva como se o queimasse e a concentração sobre ela se rompeu. Ela piscou,tomando consciência de que parecia um sándwich entre dois homens estranhos e que não tinha nemidéia de como tinham chegado aí.—Toma posse de sua mente, Kane. Não o faça pior assustando-a.Kane obedeceu instantaneamente e a encantadora mulher se relaxou, a brandamentecomo se estivesse em companhia de velhos amigos, agora completamente em paz.—Jacob, o que te trouxe fora em uma noite como esta? Jacob o se abrandou ante o tom casual do Kane ou sua tentativa de salvar o peledemonstrando frivolidade. O Executor sabia que o outro homem não era malvado no fundo. Kane erarelativamente inexperiente, e considerando as condições da noite, era fácil que se perdesse por suaprópria baixa natureza.Isso não trocava a crua realidade do momento. Kane tinha sido, literalmente, apanhado com asmãos na massa. Sua ação reflete, lógicamente, foi negociar sua saída de um castigo que ele sabia eraiminente. Começaria com humor continuando com as outras armas de seu arsenal.—Sabe por que estou aqui —disse o Executor, conjelando essas armas diretamente no princípio,com um frio e disciplinado tom, que advertiu A Kane de não pôr A prova sua integridade.—Talvez sei —se aplacou Kane, baixando seus escuros olhos azuis enquanto colocavaprofundamente as mãos nos bolsos. —Não estava fazendo nada. Só estava… impaciente.—Já vejo. Então, pretendia seduzir À mulher para apaziguar sua inquietação? —perguntou Jacob sem rodeios, enquanto cruzava os braços sobre o peito. Suas maneiras irradiavam a imagem deum pai arreganhando A um filho caprichoso. Podia ser um pensamento divertido, considerando queKane logo estava entrando em seu segundo século de vida, mas o assunto era muito sério, comomuito.—Não ia machucar a —protestou Kane. Jacob se deu conta que em realidade Kane pensava que era certo.—Não? —rebateu ele. —E o que era o que foste fazer? Perguntar educadamente se pudesse darrédea solta à selvageria de sua presente natureza com ela? Como funciona isso em uma entrevista,exatamente?Kane caiu em um obstinado silêncio. Sabia que o Executor tinha lido suas intenções domomento que decidiu acossar A sua presa. Argumentos e negações só piorariam a situação. Alémdisso, a incriminatoria evidencia estava parada entre eles.Durante um breve e apaixonado momento, os pensamentos do Kane se encheram de vívidasimaginações mentais do que poderia ter sido mais incriminatorio. Suprimiu um estremecimento pelapecaminosa resposta, seus olhos caíram codiciosamente na mulher parada tão belamente serena anteele. Jacob tinha sido vagamente irritante em seu jogo perfeito e aparecer em cena meia hora depois…—Kane, este é um tempo difícil para nossa gente. E é suscetível A estas baixas paixões comoqualquer outro Demon —disse o Executor com implacável resolução. Era como se fora Jacob quempudesse ler a mente do Kane, e não ao reverso. —Ainda assim, está A menos de dois anos de teconverter em adulto. Não posso acreditar que me tenha te perseguindo como se fosse um pintinhoimaturo. Pensa no que poderia estar fazendo se não estivesse aqui te salvando de ti mesmo.

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