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Lynne GrahamProposta Ultrajante(Rafaello’s Mistress)
2001
 
ELE N
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O SABIA A VERDADEIRA HIST
Ó
RIA!As fantasias de Glory transformaram-se em realidade quando o irresist
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vel RafaelloGrazzini decidiu embarcar num relacionamento apaixonante com ela. O charmoso rafaelloe suas rela
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es sociais fizeram Glory se sentir como uma princesa. mas o pai de rafaellon
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o aprovou a liga
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o de chantagem para dar fim ao conto de fadas.Muitos anos mais tarde, em circunst
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ncias desesperadoras, Glory pede auxilio a Rafaello.T
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o arrogante quanto charmoso, Rafaello concorda em ajud
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-la com uma condi
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o... queela se torne sua amante....
CAPITULO I
Quando Glory entrou nos escritórios das Indús¬trias Grazzini, em Londres,cada cabeça mas¬culina da vizinhança virou-se para observá-la.O rosto dela era inesquecível: malares largos, brilhantes olhos azuis, lábios polpudos e vermelhos. Mesmo com os cabelos louros cor de mel presos atrás, jeans e camiseta simples, atraía a atenção. Todos os homens a fitavam, não podiam evitar. Aquela surpreendente face e corpo exuberante davam-lheex¬traordinário grau de sex appeal.Ignorando a atenção que despertava, Glory estava interes¬sada em seconcentrar para adquirir coragem. Rafaello teria de ouvi-la, naturalmente aouviria. Que importava terem se separado havia cinco anos? Ele a ferira tantoque, mesmo agora, sofria ao se lembrar. Porém tinha certeza de que nunca oma¬goara. Ademais, poderosos e influentes homens de negócios não eramconhecidos por sua sensibilidade. Talvez ela tivesse machucado um pouco oego de Rafaello, mas não chegara a ser um sofrimento.Ainda se lembrava de cada dia, cada hora, cada minuto. Lembrava-se de comofora ingênua, confiante e tola. Lembra¬va-se da última noite em que esperava passar com ele e que resultara em humilhação seguida da agonia da perda erejeição. A velha história de sempre, dizia a si mesma, lutando para afastar essas recordações. Desejara amor e ele apenas quisera uma distração passageira. Rafaello poderia facilmente ter se tornado seu primeiro amante, porém separaram-se antes de poder confiar nele o suficiente para dizer "sim".Agora, sozinha no elevador que subia, e subia mais alto, Glory encostou a testaquente e úmida na superfície do metal frio. Coragem, menina, dizia a si mesma.
 
 Não importava que seus nervos a estivessem devorando viva. Ou que seu trajenão fosse adequado. Ou que se sentisse intimidada pelo gigante de aço e vidrodo edifício. Nada importava, repetia. Estava lá para ajudar sua família: o pai eSam, o irmão mais moço.Saindo no último andar, numa atmosfera de exclusivo con¬forto e elegância,Glory aproximou-se da recepção.- Tenho hora marcada com o sr. Grazzini... - Sua voz foi quase um sussurro, tãotensa estava ela.A atraente morena fitou-a da cabeça aos pés e perguntou:- Seu nome, senhorita?- Glory Little.- Sente-se, por favor. - A recepcionista indicou-lhe a cadeira.Glory pegou uma revista. Apreciou mulheres vestidas com roupas quecustavam mais do que ela ganhava num mês. Olhou ao redor, impressionou-secom o luxo. Mas não se surpreendeu por Rafaello estar indo tão bem nosnegócios. Começara rico e com certeza ficaria cada vez mais rico. Uma vezcomentara com ela que os Grazzini, todo o clã, iniciaram a fortuna comomercadores durante a Idade Média. Não admirava ela e Rafaello não terem continuado com o romance por muitotempo, refletia, pensando em sua ignorância aos dezoito anos de idade. Alguémlhe dissera que as pessoas tinham origens diferentes, mas que aquilo que algunschama¬vam de "passado" não significava mais nada num mundo que seaproximava do próximo milênio. Pensar de outra forma era ser antiquado.Quando seu pai chamara sua atenção para fatos que considerava de certaimportância, Glory rira dizendo que Rafaello não ligava para essas ninharias,como a de ela ter saído da escola aos dezesseis anos de idade.- Srta. Little...Erguendo a cabeça Glory deparou com um jovem que a ob¬servava. Segurandoa bolsa, ela levantou-se.- Sim?- O sr. Grazzini a receberá agora. Glory olhou o relógio.- Dez horas em ponto. Rafaello não mudou nada, sempre pontual - comentou.Corou. O rapaz a fitara espantado. Ela falara demais. Pre¬cisava ser maisdiscreta em relação a seu passado com Rafaello.- Sou o assistente executivo do sr. Grazzini - o rapaz informou-a. - Meu nome éJon... Jon Lyons- E meu nome é Glory.- Nome muito fora do comum... - Jon observou, enquanto atravessava ocorredor com a velocidade de uma lesma, parando de vez em quando emquando para lhe lançar um sorriso quente.Glory então lhe explicou que seu pai a registrara errada¬mente. Glory, em vez
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