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C
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DOS
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IDERANÇA
 
DO
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ARTIDO
P
OPULAR
S
OCIALISTA
– PPS
E S T U D O
FRENTES PARLAMENTARES
FRENTE PARLAMENTAR DA DEFESA NACIONAL
 Assessores: Elaine Faria e Seme Fares.
 Sumário
1.Considerações iniciais ...........................................................................................pág.12.As Forças Armadas nas Constituições Brasileiras ...............................................pág. 32.1As Constituições .....................................................................................................pág.52.2Conclusão sobre as Forças Armadas nas Constituições Brasileiras ..................pág.17  Anexo I - Listagem das Frentes Parlamentares em funcionamento ............................pág.18 Anexo II - Ato da Mesa n.º 69, de 10/11/2005 .............................................................pág.21 Anexo III - Legislação - Forças Armadas – 2008 .......................................................pág.22
1. Considerações iniciais.
Inicialmente, as Frentes Parlamentares o eso previstas noRegimento Interno da Câmara dos Deputados. Ainda assim, suas funções sãoregulamentadas pelo Ato da Mesa n.º 69, de 2005, que estabelece que toda
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Frente tem um representante oficial, deve ter pelo menos 1/3 dos integrantesda Casa e não deve implicar contratação de pessoal nem fornecimento de passagens aéreas. Ademais, o regulamento estabelecido pela Mesa garante queas atividades das Frentes Parlamentares serão amplamente divulgadas pela TVCâmara, Rádio Câmara, Jornal da Câmara e na página da Câmara dosDeputados na Internet. Na história do Legislativo brasileiro, as primeiras ocorrências de umaFrente Parlamentar datam do ano de 1945. Seus objetivos, por certo, permaneceram inalterados por todos esses anos, qual seja, ainstitucionalização de uma estratégia de ação coletiva no Congresso, destinadaa organizar formas alternativas – além dos partidos políticos e dos grupos de pressão da sociedade civil - de participação no processo decisório legislativo.Desse modo, no mais das vezes, as Frentes visam unir forças - decongressistas – em torno de um tema de interesse comum e, via de regra, deforma suprapartiria. Os temas que o ensejo às Frentes englobaminteresses de toda a nação brasileira e criam a rara possibilidade demobilização parlamentar com vistas ao aprimoramento legislativo ou à adoçãode políticas específicas a uma dada área. Enfim, as Frentes Parlamentaresconstituem excelentes fóruns de articulação política e fomentadores demelhores e mais rápidas decisões em sua área de atuação.Apenas nesta 53ª Legislatura, existem 70 Frentes Parlamentares emfuncionamento na Casa, incluindo esta destinada a agrupar parlamentares cominteresse especial na área da Defesa Nacional. Cabe lembrar que cada Frentedeveser reinstalada em toda nova legislatura, uma vez que alguns parlamentares que aderiram anteriormente o conseguem se reeleger,
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impactando no número mínimo de membros exigidos para a criação de umaFrente.Há também uma outra Frente Parlamentar com função semelhante,ainda que bastante mais específica, a esta de Defesa Nacional, a de “Apoio àsForças Armadas na Amazônia”, sob coordenação do Deputado Edio Lopes.
2. As Forças Armadas nas Constituições Brasileiras
As Forças Armadas sempre estiveram associadas à defesa territorialdo Estado, na garantia da soberania, e como garantidoras da independênciadas nações, porém, no começo do século XXI, verifica-se uma tendência emalterar seu papel institucional histórico.Para Bobbio
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as Forças Armadas constituem o complexo das unidadese serviços militares do Estado: o seu núcleo territorial e central é formado peloExército, Marinha e Aeronáutica. Na visão dele, as Forças Armadas destinam-se basicamente à defesa da pátria, porém, segundo ele, esta defesa pode ter as seguintes interpretações: I-defesa de uma agressão externa ao território, do espaço aéreo e às águasterritoriais nacionais; II- defesa das instituições que garantem ofuncionamento e a via democrática do Estado: o Parlamento. O Governo.As Forças Armadas estão igualmente chamadas a defender o Estadoem questões internas, que tenham por objetivo a destruição e ruína dos sistema políticos e administrativos; III – concerne a salva-guarda da ordem pública eda estabilidade interna, incluindo nisso apoio às calamidades materiais para
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BOBBIO, Norberto. Dicionário de Política. 4ed. Brasilia: Universidade de Brasília. 1992.3
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