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 J   o an a on t  i  n a
ÍNDICE
EB1 e Jardins de InfânciaClube de InglêsA Nossa Higiene PessoalProjecto De Línguas Comenius
8
Carnaval diferente
O Carnaval de 2007 que se realizouna nossa escola foi um momento dife-rente e por isso teve maior adesão dosalunos e mesmo dos professores. Hou- ve muito mais diversão e música aonosso gosto.Este Carnaval foi indescritível para osalunos, pois estes preferem Baile deMáscaras em vez de um desfile. É maisapropriado a todas as idades ,ao desfileapenas os mais novos aderiam. Todosos alunos verificaram que os professo-res se juntaram a nós, e todos juntosdivertimo-nos. Agradecemos muito ao ConselhoExecutivo e à Associação de Estudantespor nos terem proporcionado momen-tos tão extraordinários! Para o ano que-remos mais e gostaríamos de ver oselementos do Conselho Executivo dis-farçados!
TESTEMUNHOS:
Sofia: Simplesmente espectacular. Joana: Fantástico… Andreia: Divertido…para o ano, que-ro mais.Nilsa: Muito fixe.Caty: Não tenho palavras.Fernando: Sem comentários…muitomuito bom!Tiago: ÚnicoEmanuel: Quero outro Carnavalassim.
10ºA e B(Alunos de Francês)
No dia 16 de Fevereiro a nossa escolaesteve em festa! O Carnaval tinha che-gado à escola de Murça. Pessoalmente,adorei. Foi pena não ter havido umadecoração alusiva ao Carnaval. O Poli- valente estava muito animado e colori-do com a diversidade de máscarasexistentes. Toda a gente dançava. Ale-gria e animação não faltaram! Jamaistinha havido um Carnaval tão animado! A ideia do baile foi muito original egostei muito. Os desfiles dos anos ante-riores, pelas ruas de Murça eram muito“frios”e estavam longe de ser tãodivertidos.Quero elogiar os professores queanimaram a festa com a sua participa-ção e os alunos que também ajudaram.E aqui vai uma sugestão para o próxi-mo ano: a festa deve repetir-se aindacom mais animação e melhores disfar-ces!
 Andreia Ribeiro, 7º B
O dia de Carnaval na nossa escola foimuito engraçado! Havia muitas másca-ras. Os professores “não eram profes-sores”. Todos eles dançavam mascara-dos.
Vera , 7ºB
No dia 16 de Fevereiro realizou-se, nanossa escola, um baile de máscaras. Oambiente estava espectacular: muitamúsica e muitas máscaras de cortar arespiração!
 João Pedro, 7ºB
O Carnaval foi muito divertido!Todos os alunos da escola estiverampresentes no Polivalente para festeja-rem o Carnaval e se divertirem com oscolegas!
Tatiana Gomes, 7º B
O dia 16Foi um dia especialOcorreu na nossa escolaO Baile de CarnavalNeste Baile de CarnavalHouve muita euforiaDançamos e cantamosCom muita alegriaO nosso disfarceEra muito originalHavia melhores masNiguém levou a mal
Bruno Trigo, Vanessa Morais,Patrícia Esteves, Madelene Sousa8ºC
 Jornal do Agrupamento deEscolas de Murça
EDIÇÃO 2Março 20071
 €
Coordenação:
Luísa CarvalhoGraciete Alves
Digitalização, concepçãográfica e edição:
 João Garcia
Colaboradores:
Comunidade Escolar
Impressão:
Tipografia Viseense
Tiragem:
300 exemplares
Editorial
 As pontes conquistam-nos!Construir pontes, laços de afecto e de comunicação, é um desafio permanente a terem conta na relação com os outros. Assim se pratica a empatia e se conquistam ideais,ideias ou projectos. A construção de pontes entre a família e a instituição escolar édisso um exemplo. Ainda recentemente, como resultado de um estudo efectuado nonosso Agrupamento, constatámos que cerca de 70% dos encarregados de educaçãode alunos dos 2º e 3º ciclos do ensino básico, vieram à escola, pelo menos uma vez, noprimeiro período. É um sinal positivo, a ter em conta nos próximos anos, muito embo-ra tenhamos todos de fazer um esforço para continuamente melhorar a articulaçãoentre a escola e a família.Se é um facto que nos 1º ou 2 ciclos do ensino básico, a família é um elemento geral-mente presente e interventivo, também é um facto que, à medida que caminhamos naescolarização, se assiste a um crescente desinvestimento. Esta perda de cumplicidadeentre a família e a escola reflecte-se, não raras vezes, na própria situação escolar dosalunos e na sua personalidade. Não obstante, aqueles que sentem as pontes de afectoe de comunicação entre os seus e a escola, detém-se nas suas expectativas positivasde vida.Também este Jornal do Agrupamento procura ser uma ponte, entre o Jardim ou aEscola e a família de cada um. Uma ponte, uma via de comunicação que os pais e acomunidade podem apreciar.
 Albertino Lousa
Descobre …A importância de ler revistasAcrósticos…Pinta / Escreve / Liga /Sopa de letras / CruzadasJoyeuse Pâques
7
Desporto EscolarPalavras cruzadas / Sopa de LetrasO Palhaço FelizEB1 e Jardins de Infância
6
Ciência Viva VIPesquisando na NET…Experiência LaboratorialCançãoPatrocínios
5
De Shakespeare a CamõesDiário De Uma OliveiraComo é Importante a Boa Disposição!Um dia de matançaEcologia ou Ecosofia?
4
eTwinningRoméo et JulietteNão tenho vontade de viverSaint-Valentin
3
Rede de Bibliotecas EscolarEncontro eTwinningFormação ContínuaDarwinLa violence en FrancePágina Web de Inglês
2
 J  . d  eI  nf   â n ci   a d  ei   ol   o s o S  a aT a t  i   an a Ci   s t  i   an a
 J. de Infância de PorraisVanessa
D ani   el  R e g o
 J. de Infância de Murça
 J   o an aM a t  i  n oR a q u el   e on a d  o
 Jornal Online emhttp://jornalavem.wordpress.com/
 
gina2O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 2 -MARÇO 2007
Rede de Bibliotecas Escolar
Depois de apresentada a candidatura à integração na Rede de Bibliotecas Escolares,como já noticiado na edição anterior, cabe agora anunciar, com muita satisfação, queessa candidatura foi aprovada, como pode ser comprovado visitando o portal doMinistério da Educação mais especificamente no link para a RBE. Falta agora apenas oparecer da equipa responsável da RBEpara se avançar com os trabalhos, pri-meiro de remodelação do espaço,depois com o equipamento mobiliário ecom a actualização do fundo documental.Trata-se de uma boa notícia para toda acomunidade escolar, pois, todos poderãobrevemente (esperamos nós) dispor deum espaço à altura das necessidadespara estudo e pesquisa com uma quali-dade que nada terá a ver com a actualsituação.
Dina GomesProfessora
Participação no Encontro eTwinning em Bruxelas
Esta é a segunda geminação electrónica da nossa escola quefoi oficialmente reconhecida com o “selo eTwinning”pelas enti-dades responsáveis pelo projecto em cada um dos países par-ceiros.Este ano, o nosso projecto “Aujourd’hui, c’est la fête” foi reconhecido pelo NSS(Entidade Nacional responsável pelo Projecto eTwinning em Portugal) com o selo dequalidade 2007, pelo que a professora res-ponsável foi convidada a estar presente noencontro anual eTwinning de 23 a 25 deFevereiro, em Bruxelas, para participar emdiversos Workshops relacionados com o pro- jecto em si e com a divulgação dos váriosprojectos em desenvolvimento. Neste encon-tro participaram cerca de 400 professores eresponsáveis nacionais dos 25 países euro-peus. De salientar que, da comitiva portugue-sa, foram seleccionadas 10 escolas com pro- jectos com qualidade reconhecida pelas enti-dades responsáveis, entre as quais a nossa.Este encontro resultou muito frutífero na troca de experiências, no contacto comdocentes de outros países com realidades muito diversas e no estabelecimento decontactos para futuros projectos.
Dina Gome
Professora
 A Formação Contínua -Reflexões acerca da suaOrganização
No passado dia 22 de Fevereiro, numpainel do IX REALMAT, que decorreuna escola sede do Agrupamento Verti-cal de Murça, fiz uma intervenção acer-ca da formação contínua. Este artigopretende ser um repositório das princi-pais ideias aí veiculadas.Convém clarificar que esta reflexãotem como base a minha experiênciacomo Director de um Centro de Forma-ção da Associação de Escolas (CFAE)de Murça. Não tenho a pretensão deextrapolar as opiniões aqui veiculadaspara o universo dos CFAE, muito menosda formação contínua no seu todo.O meu objectivo consiste em analisarem que medida a formação contínuapode responder às necessidades dosdocentes, em particular, e da comuni-dade educativa, em geral. Não pode-mos esperar receitas, o importante éanalisar cada contexto e verificar quaisas formas que aí poderão ser potencia-lizadas e rentabilizadas.
 Análise da formação contínua cen-trada nos CFAE’s
 A formação contínua, centrada nosCFAE, deve responder às necessidadese exigências dos docentes das escolase ir ao encontro das prioridades defini-das em sede de Projecto Educativo decada Agrupamento.Cada Centro de Formação não pode,ou melhor, não deve promover forma-ção contínua de forma avulsa, sem aten-der ao contexto em que se insere. Nes-te sentido, uma análise cuidada do Pro- jecto Educativo de cada Agrupamentopode abrir algumas perspectivas acer-ca da formação a facultar aos docentes. Além disso, o plano de formação decada ano é aprovado na ComissãoPedagógica de cada Centro de Forma-ção, onde estão presentes diversoselementos das escolas agrupadas norespectivo Centro. Nestas reuniões,cada um dos seus elementos devereflectir o pulsar de cada escola ounível de ensino a que pertence e querepresenta, para que a formação pro-posta para cada plano anual possa res-ponder às necessidades dos docentes.Fazer formação com base em respos-tas aos tradicionais questionários nãoresponderá às verdadeiras necessida-des. Muitas vezes são lançadas acçõessolicitadas por muitos elementos queacabam por não responder às reaisexpectativas ou necessidades, sendofrequentadas, algumas vezes, por meraobrigação dos docentes.
O papel dos CFAE’s na formaçãocentralizada
Nos últimos anos, a administraçãocentral tem alterado um pouco a práticada formação promovida pelos CFAE’s.Em vez de centrar a formação nasnecessidades sentidas nas escolas ouagrupamentos, são organizadas cen-tralmente acções genéricas de umadeterminada área considerada prioritá-ria pelo Ministério da Educação. Foramos casos da formação na área das TIC(2006 e 2007) e das Bibliotecas (2007).Esta forma de promoção de acçõestenderá a ser a regra. Este novo para-digma da formação apresenta virtuali-dades: responde às mudanças preconi-zadas no sistema de ensino pela tutela;acaba com acções de formação, promo- vidas por alguns CFAE’s, sem interessepara a prática pedagógica dos docen-tes; permite desenvolver novas compe-tências nos docentes; promove a unifor-mização de conteúdos a desenvolverpelos formadores, em função da forma-ção prévia a que são sujeitos; facilita atroca de experiências, nomeadamenteao nível dos formadores; promove umcontacto mais efectivo com as Institui-ções de Ensino Superior, nomeadamen-te ao nível da formação de formado-res…Mas, esta centralização na concepçãoda formação contínua, também apre-senta fragilidades, sendo de destacaras seguintes: a limitação da formaçãoespecífica de cada agrupamento ouescola não agrupada; a diminuição dadiversidade de formação contínua dis-ponibilizada ao pessoal docente; a faltade resposta às reais necessidades deformação de determinados grupos dis-ciplinares; a dificuldade do acesso àformação na área disciplinar específicade cada docente, para efeitos de pro-gressão na carreira…Em suma, esta nova forma de pensara formação contínua pode ser benéficapara os docentes, mas temos que estaratentos às fragilidades enunciadas e aoutras que possivelmente surgirão nohorizonte.
 A massificação das modalidadesactivas de formação
Um dos aspectos que não deve seresquecido é a forma como se faz forma-ção nos CFAE’s. Se numa primeira faseas acções eram predominantementepassivas, hoje assume-se, cada vezmais, a importância das modalidadesactivas de formação. Este é outro para-digma que está a mudar na sociedadeeuropeia em geral, e na portuguesa emparticular. O formando não pode sermais um mero ouvinte como aconteciana maioria dos cursos de formação. Se
(Continua na página 5)
Darwin: o pai da Evolução
Charles Darwin (1809-1882) foi botânico edurante anos procurou dar uma explicação para agrande diversidade de espécies. Nascido de umafamília abastada, Darwin recebeu educação nasmelhores instituições de seu tempo. Ingressou nocurso de Medicina, que mais tarde abandonoupor não lhe despertar grande interesse, A paixãopor história natural despertou enquanto aindafrequentava os cursos de Medicina e, depois,Teologia. Até à altura em que expôs a sua teoria, o Criacionismo assumia um carácter dogmáti-co na sociedade sua contemporânea e só então começou a ser posto em causa.Darwin propôs a teoria de Selecção Natural, naqual o meio exercia uma pressão selectiva naspopulações e só os mais aptos sobreviveriam. Foidurante a expedição que realizou a bordo no navioBeagle, que recolheu a maioria da informação parasustentar a sua teoria. Um caso muito conhecido é odos tentilhões das ilhas Galá-pagos. Embora estes diferis-sem no tamanho, na cor, formados bicos e no habitat em que viviam, apresentavam umanotável semelhança fazendo supor uma origem comum. Apesar de actualmente a sua teoria ter bastante importância nacomunidade científica, na época em que ele a apresentou foibastante contestada, sendo o próprio Darwin diversas vezes ridi-cularizado.
 Joana Calvão12ºA
La violence en France
La délinquance en France commence très jeune, des les 10 à 12 ans, les jeunes sontattirés par les plus vieux, qui les entraînent dans les problèmes.Les problèmes de délinquance se font sentir surtout en zone parisienne, Alpes Mari-times, aux alentours de Marseille, comme on peut voir sur la carte de France.Depuis 1950, le nombre des crimes et délits constatés par la police et la gendarme-rie a été multiplié par six, alors que la population n’a progressé que de 40%. Une bais-se marquée, depuis 1982 par une diminution des vols, mais une hausse des coups et blessures,des destructions et dégradations, ainsi que par lerajeunissement des délinquants. Des situationsqui, d’ailleurs, varient selon les départements.Quand les jeunes ne supportent pas la police ilsattirent leur attention en brûlant des voitures etavec d’autres actes de vandalisme.Ces problèmes sont provoqués ou entraînentsurtout au monde de la drogue, de la délinquan-ce, marginalisation et à l’exclusion. Les jeunesles plus touchés par ce phénomène sont les im-migrés, parce qu’ils ont une couleur de peaudifférente ou une religion différente, enfin, desquestions de racisme et xénophobie.
10ºA e B (Alunos de Francês)
Have fun!
Página Web de Inglês
 Jogos, cultura, exercícios gramaticais.Consulta emhttp://englishrealm.googlepages.com/
 José RaulProfessor
 
gina3O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 2 -MARÇO 2007
Roméo et Juliette
Roméo et Juliette est une histoire d’a-mour tragique entre deux jeunes. À Vérone (Italie), où se passe l’histoire,deux familles vivent en conflit. Au seinde celle-ci naissent deux amants. Ro-méo, fils de Montequio, était le seul quis’éloignait des combats, ce qui intri-guait les deux familles.Lors d’un souperchez la famille Capu-leto (famille de Juliet-te), Roméo ainsi queses hommes entrè-rent déguisés avec lacuriosité de voir sequi se passait. Roméoaperçut alors Julietteet est tombé profon-dément amoureux,pensant que Julietteétait une invitée de lafamille, il lui fit lacour et l’embrassa.Quand la fête se ter-mina, Juliette se ren-dit compte qu’elleétait amoureuse deRoméo Montequio, fils de la familleennemie. Roméo fit en cachette la courà Juliette et tous les deux se sont promisun amour fidèle.Plus tard, Roméo admit à Frei Louren-ço son amour pour Juliette et ce dernieraccepta de les marier en secret.Sur une place à Vérone, Tebaldo cou-sin de Juliette trouva Roméo et le défia.Ne voulant pas combattre, Roméo a finipour tuer Tabaldo et en conséquencede cet acte il fut expulsé de Véronesous l’ordre du prince Escaldo.Désespéré, Roméo pensa à se suicider,mais Frei Lourenço l'a conseillé de secacher à Mântua..Le père Capuleto prétendait que Ju-liette se marierait avec Paris, tendit quesa mère l’informa qu’elle avait l’inten-tion d’empoisonner Roméo. Juliette aété se confier auprès de Frei Lourençoet ce dernier lui proposa un stratagèmepour empêcher son mariage avec Paris. Juliette devrait feindre qu’elle accepte-rait le mariage, puis prendrait une po-tion qui lui donnerait l’apparence de lamort puis lorsque’elle serait dans letombeau, Roméo, la délivrerait, et elles’enfuirait avec lui à Montua. Juliette a ainsi fait, mais la Capuletagarda un poignard pour utiliser au casou la potion ne marcherait pas. Toutarriva comme prévu,mais Roméo n’étaitpas au courant de cestratagème, et crutque Juliette était mor-te. Roméo acheta unpoison et se dirigeaau tombeau de Juliet-te. Paris visitait letombeau de celle-ciau moment où Roméoarrivait.Ils se sontimpliqués dans unelutte et Paris est tom-bé mort.Désespéré par lamort de sa bien-aimée, Roméo but lepoison et tomba mortà côté du tombeau de Juliette. Juliette se réveilla en trouvant sonbien-aimé mort, donc elle décida éga-lement de mourir en se poignardant lapoitrine.Quand les gardes arrivèrent, ils appe-lèrent les Montequio, les Capuleto ainsique le Prince Escaldo qui apprit toute la vérité par les révélations de Frei Lou-renço.Les familles choquées par cette tragé-die et par la haine qui l’a engendrée,décidèrent de se réconcilier.Un amour intense et tragique que mê-me la mort n’a pas réussit à séparerreste gravé dans l’histoire
 Joana GomesMarina CardosoVéronique Silva11º A
L'origine de Saint Valentin
L’origine de cette fête demeure un mystère, comme l'amour! Le 14 février, c'est lasaint-Valentin, comme chaque jour du calendrier catholique fête un saint. Et les saintssont toujours patrons de quelque chose. Patron d'un lieu, d'une corporation ou d'uneorganisation. Ainsi,saint-Roch est le patrondes bergers... Et l'églisea fait de saint-Valentinle patron des fiancés.Pourquoi Valentin? Iln'y a pas de Valentinmartyr ou autre qui aquelque chose à voiravec les amoureux…Dans la Rome antique,on fêtait certes le 15février les Lupercales,célébration du dieuFaune mais on ne peutaffirmer que la Saint- Valentin a été instauréepour remplacer cettefête païenne, d'autantplus qu'elle ne fut guère célébrée par l'église.C'est au Moyen Âge, en Angleterre, que sont apparus les premiers mots d'amour liésà l'occasion de la saint Valentin. Une tradition raconte que les oiseaux s'accouplaient àla mi-février... C'est la fin de l'hiver: les premières fleurs apparaissent avec les pre-miers gazouillis des oiseaux…
 Joana, Marina e Véronique11ºA
Não tenho vontade de viver
Não tenho vontade de viverPois a vida me trama,Mas tenho muito a perderComo alguém que me ama.Não é fácil viverNeste mundo de cão,Pois a quem pecaRaro é o que lhe dá perdão.Não tenho a vida que queriaNem nasci em berço de ouro. A minha vida é complicadaQuer neste mundo quer em outro.Não tenho culpa de ser como souSei que tenho a obrigação de mudar.Mas Deus muito tempo me roubouE agora o estou tentando recuperar.Muita gente me ajudou pela vida foraE ainda sou um novato,Mas nunca esquecereiDe quem por mim fez esse acto. Viver ou não viver?Eis a minha questão...Só quando morrerTerei a minha opiniãoEscrevo isto com o coraçãoMas devo trocá-lo pela mente? Assim vou vivendo...Enganado como toda a gente.
Tomás Coelho nº218ºC
Saint-Valentin
Le jour de la Saint-Valentin 
Pour toi mon Coeurfait
´BOUM´!!!
Je t´aime à la folie!
 Andreia Sofia7ºB
eTwinning
eTwinning é uma Acção do Programa eLearning da União Europeia. Tem comoobjectivoprincipal criar redes de trabalho colaborativo entre as escolas europeias,através do desenvolvimento de projectos comuns, com recurso à Internet e às Tecno-logias de Informação e Comunicação.
Tema: “AUJOURD’HUI C’EST LA FÊTE”
Consiste na realização de um calendário comum na Internet, acompanhado de umblog no qual são apresentadas e anotadas as festas. No calendário comum, cada grupoanota as datas importantes no seu meio pessoal: aniversário (de cada participante),festas religiosas, regionais e nacionais, tradições e folclore. Cada data mencionada éexplicada no blog comum com fotografias, vídeos, textos, etc.…Cada grupo partici-pante, pode reagir fazendo comentários às apresentações feitas no blog, podem colo-car questões, podem estabelecer comparações, exprimir sentimentos e apreciações.Por altura de algumas festas, poderemos eventualmente organizar uma videoconferên-cia ou uma sessão de MSN.
Pode ver o nosso trabalho em: http://etwin.podomatic.comTurma participante
Somos a turma B do 8º Ano, do Agrupamento Vertical de Escolas de Murça. Estamosno segundo ano de estudo da língua francesa. Sentimos ainda algumas dificuldadesmas com a ajuda da nossa professora conseguimos já elaborar alguns trabalhos emfrancês. Também gostamos de ver os trabalhos feitos pelos nossos colegas das escolasbelga, polaca e romena. Compreendemos a maior parte deles e gostamos de apreciaras fotografias que eles colocam no nosso blog conjunto.Começamos este projecto no início do ano lectivo, formámos quatro grupos de tra-balho e cada um deles é responsável pelas festas, tradições e feriados dos três mesesque lhes foram atribuídos. Durante o primeiro período introduzimos no calendário asdatas de aniversário de cada aluno da turma e as datas significativas para nós portu-gueses. Introduzimos no blog pequenos textos explicativos e fotografias alusivas àsdatas indicadas relativas aos meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro.Continuámos neste segundo período com os meses de Janeiro, Fevereiro, Março e Abril. No terceiro período vamos trabalhar os restantes meses por antecipação vistoque em finais de Junho já estaremos de férias mas queremos deixar o nosso trabalhocompleto.Os nossos grupos de trabalho nas diferentes actividades: pesquisa bibliográfica,organização dos trabalhos, introdução dos trabalhos no blog e leitura dos trabalhosdos nossos colegas das escolas parceiras.
8º B

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