Página2O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 2 -MARÇO 2007
Rede de Bibliotecas Escolar
Depois de apresentada a candidatura à integração na Rede de Bibliotecas Escolares,como já noticiado na edição anterior, cabe agora anunciar, com muita satisfação, queessa candidatura foi aprovada, como pode ser comprovado visitando o portal doMinistério da Educação mais especificamente no link para a RBE. Falta agora apenas oparecer da equipa responsável da RBEpara se avançar com os trabalhos, pri-meiro de remodelação do espaço,depois com o equipamento mobiliário ecom a actualização do fundo documental.Trata-se de uma boa notícia para toda acomunidade escolar, pois, todos poderãobrevemente (esperamos nós) dispor deum espaço à altura das necessidadespara estudo e pesquisa com uma quali-dade que nada terá a ver com a actualsituação.
Dina GomesProfessora
Participação no Encontro eTwinning em Bruxelas
Esta é a segunda geminação electrónica da nossa escola quefoi oficialmente reconhecida com o “selo eTwinning”pelas enti-dades responsáveis pelo projecto em cada um dos países par-ceiros.Este ano, o nosso projecto “Aujourd’hui, c’est la fête” foi reconhecido pelo NSS(Entidade Nacional responsável pelo Projecto eTwinning em Portugal) com o selo dequalidade 2007, pelo que a professora res-ponsável foi convidada a estar presente noencontro anual eTwinning de 23 a 25 deFevereiro, em Bruxelas, para participar emdiversos Workshops relacionados com o pro- jecto em si e com a divulgação dos váriosprojectos em desenvolvimento. Neste encon-tro participaram cerca de 400 professores eresponsáveis nacionais dos 25 países euro-peus. De salientar que, da comitiva portugue-sa, foram seleccionadas 10 escolas com pro- jectos com qualidade reconhecida pelas enti-dades responsáveis, entre as quais a nossa.Este encontro resultou muito frutífero na troca de experiências, no contacto comdocentes de outros países com realidades muito diversas e no estabelecimento decontactos para futuros projectos.
Dina Gome
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Professora
A Formação Contínua -Reflexões acerca da suaOrganização
No passado dia 22 de Fevereiro, numpainel do IX REALMAT, que decorreuna escola sede do Agrupamento Verti-cal de Murça, fiz uma intervenção acer-ca da formação contínua. Este artigopretende ser um repositório das princi-pais ideias aí veiculadas.Convém clarificar que esta reflexãotem como base a minha experiênciacomo Director de um Centro de Forma-ção da Associação de Escolas (CFAE)de Murça. Não tenho a pretensão deextrapolar as opiniões aqui veiculadaspara o universo dos CFAE, muito menosda formação contínua no seu todo.O meu objectivo consiste em analisarem que medida a formação contínuapode responder às necessidades dosdocentes, em particular, e da comuni-dade educativa, em geral. Não pode-mos esperar receitas, o importante éanalisar cada contexto e verificar quaisas formas que aí poderão ser potencia-lizadas e rentabilizadas.
Análise da formação contínua cen-trada nos CFAE’s
A formação contínua, centrada nosCFAE, deve responder às necessidadese exigências dos docentes das escolase ir ao encontro das prioridades defini-das em sede de Projecto Educativo decada Agrupamento.Cada Centro de Formação não pode,ou melhor, não deve promover forma-ção contínua de forma avulsa, sem aten-der ao contexto em que se insere. Nes-te sentido, uma análise cuidada do Pro- jecto Educativo de cada Agrupamentopode abrir algumas perspectivas acer-ca da formação a facultar aos docentes. Além disso, o plano de formação decada ano é aprovado na ComissãoPedagógica de cada Centro de Forma-ção, onde estão presentes diversoselementos das escolas agrupadas norespectivo Centro. Nestas reuniões,cada um dos seus elementos devereflectir o pulsar de cada escola ounível de ensino a que pertence e querepresenta, para que a formação pro-posta para cada plano anual possa res-ponder às necessidades dos docentes.Fazer formação com base em respos-tas aos tradicionais questionários nãoresponderá às verdadeiras necessida-des. Muitas vezes são lançadas acçõessolicitadas por muitos elementos queacabam por não responder às reaisexpectativas ou necessidades, sendofrequentadas, algumas vezes, por meraobrigação dos docentes.
O papel dos CFAE’s na formaçãocentralizada
Nos últimos anos, a administraçãocentral tem alterado um pouco a práticada formação promovida pelos CFAE’s.Em vez de centrar a formação nasnecessidades sentidas nas escolas ouagrupamentos, são organizadas cen-tralmente acções genéricas de umadeterminada área considerada prioritá-ria pelo Ministério da Educação. Foramos casos da formação na área das TIC(2006 e 2007) e das Bibliotecas (2007).Esta forma de promoção de acçõestenderá a ser a regra. Este novo para-digma da formação apresenta virtuali-dades: responde às mudanças preconi-zadas no sistema de ensino pela tutela;acaba com acções de formação, promo- vidas por alguns CFAE’s, sem interessepara a prática pedagógica dos docen-tes; permite desenvolver novas compe-tências nos docentes; promove a unifor-mização de conteúdos a desenvolverpelos formadores, em função da forma-ção prévia a que são sujeitos; facilita atroca de experiências, nomeadamenteao nível dos formadores; promove umcontacto mais efectivo com as Institui-ções de Ensino Superior, nomeadamen-te ao nível da formação de formado-res…Mas, esta centralização na concepçãoda formação contínua, também apre-senta fragilidades, sendo de destacaras seguintes: a limitação da formaçãoespecífica de cada agrupamento ouescola não agrupada; a diminuição dadiversidade de formação contínua dis-ponibilizada ao pessoal docente; a faltade resposta às reais necessidades deformação de determinados grupos dis-ciplinares; a dificuldade do acesso àformação na área disciplinar específicade cada docente, para efeitos de pro-gressão na carreira…Em suma, esta nova forma de pensara formação contínua pode ser benéficapara os docentes, mas temos que estaratentos às fragilidades enunciadas e aoutras que possivelmente surgirão nohorizonte.
A massificação das modalidadesactivas de formação
Um dos aspectos que não deve seresquecido é a forma como se faz forma-ção nos CFAE’s. Se numa primeira faseas acções eram predominantementepassivas, hoje assume-se, cada vezmais, a importância das modalidadesactivas de formação. Este é outro para-digma que está a mudar na sociedadeeuropeia em geral, e na portuguesa emparticular. O formando não pode sermais um mero ouvinte como aconteciana maioria dos cursos de formação. Se
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Darwin: o pai da Evolução
Charles Darwin (1809-1882) foi botânico edurante anos procurou dar uma explicação para agrande diversidade de espécies. Nascido de umafamília abastada, Darwin recebeu educação nasmelhores instituições de seu tempo. Ingressou nocurso de Medicina, que mais tarde abandonoupor não lhe despertar grande interesse, A paixãopor história natural despertou enquanto aindafrequentava os cursos de Medicina e, depois,Teologia. Até à altura em que expôs a sua teoria, o Criacionismo assumia um carácter dogmáti-co na sociedade sua contemporânea e só então começou a ser posto em causa.Darwin propôs a teoria de Selecção Natural, naqual o meio exercia uma pressão selectiva naspopulações e só os mais aptos sobreviveriam. Foidurante a expedição que realizou a bordo no navioBeagle, que recolheu a maioria da informação parasustentar a sua teoria. Um caso muito conhecido é odos tentilhões das ilhas Galá-pagos. Embora estes diferis-sem no tamanho, na cor, formados bicos e no habitat em que viviam, apresentavam umanotável semelhança fazendo supor uma origem comum. Apesar de actualmente a sua teoria ter bastante importância nacomunidade científica, na época em que ele a apresentou foibastante contestada, sendo o próprio Darwin diversas vezes ridi-cularizado.
Joana Calvão12ºA
La violence en France
La délinquance en France commence très jeune, des les 10 à 12 ans, les jeunes sontattirés par les plus vieux, qui les entraînent dans les problèmes.Les problèmes de délinquance se font sentir surtout en zone parisienne, Alpes Mari-times, aux alentours de Marseille, comme on peut voir sur la carte de France.Depuis 1950, le nombre des crimes et délits constatés par la police et la gendarme-rie a été multiplié par six, alors que la population n’a progressé que de 40%. Une bais-se marquée, depuis 1982 par une diminution des vols, mais une hausse des coups et blessures,des destructions et dégradations, ainsi que par lerajeunissement des délinquants. Des situationsqui, d’ailleurs, varient selon les départements.Quand les jeunes ne supportent pas la police ilsattirent leur attention en brûlant des voitures etavec d’autres actes de vandalisme.Ces problèmes sont provoqués ou entraînentsurtout au monde de la drogue, de la délinquan-ce, marginalisation et à l’exclusion. Les jeunesles plus touchés par ce phénomène sont les im-migrés, parce qu’ils ont une couleur de peaudifférente ou une religion différente, enfin, desquestions de racisme et xénophobie.
10ºA e B (Alunos de Francês)
Have fun!
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José RaulProfessor
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