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ÍNDICE
HistóriasLendasDesenhos
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 Jornal do Agrupamento deEscolas de Murça
EDIÇÃO 1Dezembro 20071
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Coordenação:
Patrícia FontinhaLuísa Carvalho
Digitalização, concepçãográfica e edição:
 João Garcia
Colaboradores:
Comunidade Escolar
Impressão:
Tipografia Viseense
Tiragem:
300 exemplares
Editorial
 Aproximamo-nos de mais uma época festiva, ten-do no Dia de Natal e na Passagem de Ano a suaexpressão maior. É um ciclo que se repete, talcomo tantos outros a que estamos adaptados. Étambém tempo e oportunidade de nos revermosperante nós próprios e perante os outros, de efec-tuarmos balanços e de desenharmos projectos parao ano seguinte. Reconforta-nos esse facto: a possi-bilidade de podermos partilhar, em conjunto comos nossos familiares e amigos, os nossos sucessos,os nossos fracassos e os caminhos que desejamos,solidariamente, percorrer.O ciclo escolar a que estamos veiculados obede-ce a um relógio diferente, marcado pela sucessãode períodos e de anos lectivos, arrumados nocalendário civil. Apesar disso, o termo do seu pri-meiro terço coincide com a época festiva que seaproxima. Por isso, é também tempo de balanço.Neste Despertar damos conta de uma pequena par-te do trabalho realizado. É, pois, um contributo euma mostra à comunidade educativa que connoscointerage.Não obstante a natureza das diversas produçõesaqui expressas, o nosso balanço vai muito maisalém. Refiram-se, a título de exemplo, as dinâmicasdesenvolvidas no Agrupamento, ao longo do pri-meiro período, a nível dos diversos projectos deenriquecimento curricular que para além de meri-tórios, são reveladores de um saber-fazer digno deregisto. Acreditamos que estas dinâmicas, conjuga-das com outras medidas, possam trazer um contri-buto importante para a melhoria dos resultadosescolares, nosso objectivo primeiro. Cabe a todosnós perseguir este propósito, com clareza, persis-tência e conjugação de esforços. Se assim for, serámais fácil caminhar. Votos de uma Quadra Festiva Positiva.
 Albertino LousaPresidente do CE
HalloweenPolidesportivo de CandedoS. MartinhoMagustoPoemasHistórias
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Como não começar a FumarApelo à Comunidade EscolarDesmatematicandoOs primeiros dias de aulasA violência entre os alunos
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Dia Internacional da Biblioteca EscolarO Nosso SítioPoesia MatemáticaPassatempos Literários
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Eleições para a nova Associação de EstudantesO Tempo dos Amores PerfeitosClube de InglêsAliteração
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Projecto eTwinningConjectura de GoldbachCRUZADEX
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Biblioteca EscolarComo Organizar A Formação…Crítica a um filme “Declaro-vos marido e…marido”Dia Mundial da Alimentação –16 de OutubroA Escola e a Comissão de Protecção de Crianças eJovens em Perigo (CPCJ)
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Cerimónia do Quadro de Valor e Mérito
No dia 31 de Outubro de 2007 realizou-se na Escola EB 2/3 e Sec.de Murça, a 2ª edição de entrega de certificados do Quadro de Valor e Mérito aos alunos, relativa ao ano lectivo de 2006/07.Por volta das 12:45h, os pais e encarregados de educação foramrecebidos na escola, onde participaram numa visita guiada à novabiblioteca escolar, seguida de um almoço convívio na cantina aoqual se juntaram mais tarde os alunos pertencentes ao Quadro de Valor e Mérito.Terminado o almoço, todos se dirigiram para o polivalente onde sedeu início à cerimónia de entrega dos certificados. Após o discurso do Presidente do Conselho Executivo, procedeu-se à entrega dos diplomas, começando pelas Menções Honrosas. Deseguida entregaram-se os certificados aos alunos do Quadro deHonra, e por fim, foram contemplados os alunos do Quadro de Exce-lência.Para além do certificado, cada aluno e encarregado de educação, teve uma simbólica recordação oferecida pela Asso-ciação de Pais.No final, discursaram o Presidente da Associação de Pais e a Presidente da Assembleia de Escola. A cerimónia foi encerrada com a actuação das crianças do Jardim de Infância de Murça pertencente ao Agrupamento Vertical de Escolas de Murça.
 Ana Pereira, nº2, Joana Ribeiro, nº12, Joana da Silva, nº13, Joana Cigarro, nº14 e Margarida Sampaio, nº1910.ºA
Tomada de posse da Associação de Estudantes da EB 2,3/S de Murça
No passado dia 26 de Novembro, pelas 10h00m, procedeu-se à cerimónia de tomada de posseda Associação de Estudantes da EB 2,3/S de Murça, para o presente ano lectivo. Esta ocorreu naBiblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos e contou com a presença, para além dosempossados, do presidente do concelho executivo, presidente da associação de pais, presiden-te da assembleia de escola, presidente cessante da associação de estudantes, membros damesa eleitoral, representante dos alunos no conselho pedagógico,delegados de turma, equipa da BE/CRE, alguns docentes e ele-mentos do pessoal não docente.O novo presidente da associação de estudantes, João AndréLopes Ferreira, fez um pequeno discurso, onde começou poragradecer a maneira “grandiosa” como decorreram as eleições.Sugeriu que deveriam ser esquecidas algumas divergências ocorridas durante a campanha eleitoral,pois o grande objectivo desta associação representativa dos estudantes é trabalhar em função de umaescola melhor. Por isso, todos deveriam estar unidos e espalhar o sentimento de inter-ajuda de modo aproporcionar a toda a comunidade escolar, um ambiente agradável num espaço que é de todos nós,quer através da dinamização de actividades, quer na colaboração em actividades promovidas pela esco-la. No seu discurso mencionou ainda o facto de que somos uma escola , mas também somos uma família.Os novos corpos sociais da Associação de Estudantes são constituídos:Direcção da Associação de Estudantes:Presidente, João André Lopes Ferreira (12ºA) Vice-presidente, José Miguel Teixeira Ribeiro (9ºB)Secretário, Pedro António Coelho Oliveira Aires (9ºB) Vogais, Ana Rita Teixeira Santos (11ºA) e Carla Patrícia Alves Gomes (11ºB)Mesa da Assembleia-Geral da Associação de Estudantes:Presidente, Ana Margarida Teixeira Borges (12ºA)Secretários, Eduardo José Val Lopes (11ºA) e Margarida Marques Sampaio(10ºA)Conselho Fiscal da Associação de Estudantes:Presidente, Tiago Ribeiro Aires (12ºA)Secretário, Filipe Rodrigues Fernandes (11ºA)Relator, Diógenes Marcelo Esteves Teixeira (9ºC)
 José FernandesVice-presidente do CE
 Jornal Online emhttp://jornalavem.wordpress.comhttp://avmurca.org
 
O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 1 -DEZEMBRO 2007
Biblioteca Escolar
No dia vinte e dois de Outubro comemorou-se odia Internacional da Biblioteca Escolar. Este foi omomento escolhido pelo Conselho Executivo e pelaEquipa da Biblioteca para a apresentação destenovo espaço à comunidade escolar.Este projecto foi acolhido com grande entusiasmopor parte dos alunos, já que vêem nele a possibili-dade de realização de actividades com vista adesenvolver competências e adquirir conhecimen-tos. É também um apoio educativo aos alunos, jáque podem realizar inúmeras actividades que vão de encontro aos seus interesses. A biblioteca está disposta de uma forma diferente e mais atractiva do que a antigamediateca.É de salientar que estão a ser desenvolvidas novas actividades, tais como o “PlanoNacional de Leitura”, que consiste num conjunto de livros recomendados pelo Ministé-rio da Educação e “O Livro do Mês” implementado pela equipa da biblioteca.Podemos verificar a existência de mais computa-dores e de espaços multimédia assim como delocais destinados ao estudo individual ou de grupo,à leitura recreativa e informal. Existe agora umagrande variedade de publicações, livros e enciclo-pédias.Não podemos esquecer que o empenho dedicadoà melhoria da biblioteca é contínuo, e temos a cer-teza que a equipa responsável continuará a fazerum óptimo trabalho. A participação dos alunos ébastante importante, já que devem sempre apresentar uma postura de preservação domaterial, de modo a que este espaço possa funcionar sempre de uma forma harmonio-sa. A nova biblioteca está a ser recebida pela comunidade escolar de uma forma muitopositiva e entusiasta
.Carlos Martins, nº5, Joana da Silva, nº13, Joana Cigarro, nº14, 10.ºA
Como Organizar A Formação…
 A publicação do Decreto-Lei nº 249/92 definiu o Regime Jurídico da Formação Contí-nua (RJFC) e criou os Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE’s) comoentidades formadoras, fazendo dos anos 90 a década marcada pelo signo da formaçãocontínua de professores. Este diploma definiu, no seu preâmbulo, como finalidadefundamental da formação a melhoria da qualidade de ensino. Associou a formação àprogressão na carreira do pessoal docente com a previsão da avaliação dos forman-dos e a consequente atribuição de créditos. Os Centros de Formação de Associaçõesde Escolas apareceram, assim, com um papel de relevo na organização da formaçãocontínua de professores, desde a sua criação, em 1992.Passados quinze anos da publicação do RJFC a organização logística tem vindo aalterar-se. Deixamos de ter planos de formação organizados descentralizadamente,para que cada CFAE tenha que se submeter às prioridades definidas pelas diferentesestruturas orgânicas do Ministério da Educação. A formação centrada no exercícioprofissional de docentes e não docentes ou centrada na mudança de cada escola emparticular deixou de ser uma prioridade para a formação que se desenvolve actual-mente. A orientação actual parece ser a de centrar a formação nos conteúdos, ideali-zando acções de formação superiormente e colocando-as no terreno localmente.Todos os formandos fazem o mesmo, só que a formação ainda é disponibilizada emcada escola, ou seja, teoricamente as acções levadas a cabo tem a ver com as necessi-dades sentidas no exercício profissional e nas mudanças que ocorrem localmente.Porventura, nos últimos anos houve erros na definição e orientação da política deformação contínua. É necessário que se faça uma correcção e um melhor aproveita-mento dos recursos em termos de formação, mas não podemos passar a ter um mode-lo de formação em que apenas as prioridades definidas superiormente é que interes-sam. As escolas têm que ter alguma autonomia, para que a formação que é realmentenecessária possa ser desenvolvida com rigor e eficácia.É difícil entender que nos finais de Novembro ainda não tenha sido possível elaborara candidatura de um plano de formação para o ano de 2008. Não existem prioridadesdefinidas, não se sabe quais as áreas que poderão ser objecto de financiamento. Nãose sabe sequer se vai haver alguma candidatura. Era importante que esta indefiniçãopudesse dar lugar a alguma luz, para que a formação contínua possa vir a contribuir deforma efectiva para a melhoria do desempenho profissional, quer do pessoal docente,quer do não docente. O CFAE de Murça continuará atento às novidades, ou à faltadelas, para que o pessoal docente e não docente das nossas escolas possam realizarformação nas áreas em que sentem necessidade para melhorar as suas práticas profis-sionais.
Humberto Óscar Parreira NascimentoDirector do Centro de Formação de Murça
Dia Mundial da Alimentação –16 de Outubro
No âmbito do Dia Mundial da Alimentação a equipa da bibliote-ca, em parceria com o clube da Saúde, levou a cabo actividadesde sensibilização com vista à criação e promoção de hábitos ali-mentares saudáveis. Esta actividade contemplou a exposição dedocumentos informativos, a utilização de umcd-rom interactivo e a distribuição de maçãspela comunidade educativa. Esta actividadedecorreu com normalidade verificando-seuma grande adesão por parte dos elementos envolvidos.O slogan desta actividade foi: «Uma maçã por dia uma ida aomédico adia».
Equipa da biblioteca
Crítica a um filme “Declaro-vos marido e… marido”
Quando o auditório municipal encheu numa fria noite de Sexta-feira, apagaram-se as luzes e começou o tão badalado filme:“Declaro-vos marido e…marido”, uma comédia hilariante queprometia uma boa porção de gargalhadas aos espectadores.Depois de perder a mulher, e tendo dois filhos para educar, umdos protagonistas pede o seu melhor amigo em casamento a fimde receber a herança da sua amada. A partir deste “episódio”, um lote de peripécias ir-se-á desen-rolar, com os dois amigos sempre em apuros, nomeadamente aluta contra o preconceito pela sua suposta orientação sexual.No final, e depois de muitas dificuldades, conseguiram ultrapas-sar as condições adversas em que se encontravam, acabando as suas vidas por voltarà normalidade, mas desta vez, como companheiros.Então, acendem-se as luzes, e uma multidão bem-disposta abandona a sala, com vontade de ver mais um pouco deste tão divertido filme.
Margarida Sampaio, Joana Ribeiro, Alexandre Moutinho, Ana Rita Pereira, João Pedro Sobrinho, 10ºA
 A Escola e a Comissão de Protecção deCrianças e Jovens em Perigo (CPCJ)
 A criança deve ser protegida contra toda a forma denegligência, de crueldade e de exploração
 As comissões de protecção são instituições oficiais não judiciárias com autonomiafuncional que visam promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr ter-mo a situações susceptíveis de afectar a sua segurança, saúde, formação educação oudesenvolvimento integral (art. 12º, n.º 1). As comissões de protecção exercem a sua competência na área do município ondetêm sede (art. 15º, n.º1) e funciona em modalidade
alargada
ou
restrita
.Nos termos do art. 17º,
a comissão alargada
é composta por:Um representante do município, a indicar pela câmara municipal, ou das freguesias,a indicar por estas, no caso previsto no n.º 2 do artigo 15.º de entre pessoas com espe-cial interesse ou aptidão na área das crianças e jovens em perigo; – 
Prof. José Maria Garcia da Costa
Um representante da segurança social, de preferência designado de entre técnicoscom formação em serviço social, psicologia ou direito;
-Dra. Filipa Lapa
Um representante dos serviços do Ministério da Educação, de preferência professorcom especial interesse e conhecimentos na área das crianças e dos jovens em perigo;
-Prof. Licínia Teixeira
Um médico, em representação dos serviços de saúde;-
Dr. Luís Abobeleira
Um representante das instituições particulares de solidariedade social ou de outrasorganizações não governamentais que desenvolvam, na área de competência territo-rial da comissão de protecção, actividades de carácter não institucional, em meio natu-ral de vida, destinadas a crianças e jovens;
-Sr. Provedor Belmiro Vilela
Um representante das associações de pais existentes na área de competência dacomissão de protecção;-
Sr. Hélio Teixeira
Um representante das associações ou outras organizações privadas que desenvol- vam, na área de competência da comissão de protecção, actividades desportivas, cul-turais ou recreativas destinadas a crianças e jovens;
-Dra. Ana Cardoso
Um representante das associações de jovens existentes na área de competência dacomissão de protecção ou um representante dos serviços de juventude;
-Dr. Paulo Tomar (IPJ)
Um ou dois representantes das forças de segurança, conforme na área de competên-cia territorial da comissão de protecção existam apenas a Guarda Nacional Republica-na;
-Comandante de Posto, Sarg. Manuel Rodrigues
Quatro pessoas designadas pela assembleia municipal, de entre cidadãos eleitorespreferencialmente com especiais conhecimentos ou capacidades para intervir na áreadas crianças e jovens em perigo;
-Sr. Manuel Mendonça Sousa Ramos-Dr. Filipe Monteiro Videira-Prof. Paulo Jorge Silva Teixeira-Prof. Lina Coelho Aires
Os técnicos que venham a ser cooptados pela comissão, com formação, designada-mente, em serviço social, psicologia, saúde ou direito, ou cidadãos com especial inte-resse pelos problemas da infância e juventude.-
Dra. Raquel AlvesCompetência da Comissão Alargada
 À comissão alargada compete desenvolver acções de promoção dos direitos e deprevenção das situações de perigo para a criança ou jovem (art. 18º, n.º 1).
 Às Comissões, na modalidade alargada, compete, em articulação com a redesocial e outros projectos comunitários, o papel de promoção de uma política deprevenção primária.
Funcionamento da Comissão Alargada
 A comissão alargada funciona em plenário ou por grupos de trabalho para assun-tos específicos.
O plenário da comissão reúne com a periodicidade exigida pelo cumprimentodas suas funções, no mínimo de 2 em 2 meses.
(Continua na página 3)
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Projecto eTwinning com uma Escola Grega
Nós, os alunos do 9ºA, estamos a participar numprojecto de geminação electrónica com uma escolada vila de Sfakia, na ilha de Creta, na Grécia. Sãoalunos da nossa idade (15 anos) e queremosconhecê-los melhor, saber como vivem, como é asua escola, a sua terra, etc. Vamos ver se dois paí-ses tão distan-tes têm algo emcomum ou sesão completa-mente diferentes. Para já, fizemos uma apresenta-ção PowerPoint com as nossas fotografias e os tex-tos onde nos apresentamos, estamos a ultimá-lospara enviar por correio electrónico. Os nossoscolegas gregos estão a fazer o mesmo. Brevemen-te, vamos conhecê-los!
9.ºA
Conjectura de Goldbach
Christian Goldbach(Königsberg, Prússia, 18de Março de 1690&mdash Moscou, 20 deNovembro de 1764) foium matemático prussiano.Filho de um pastor, Gold-bach estudou leis e matemática. Viajoupor toda a Europa e conheceu pessoal-mente muitos matemáticos famosos,incluindo Leibniz, Leonhard Euler eNicolau I Bernoulli. Depois, foi traba-lhar para a recém-criada Academia deCiências de São Petersburgo e tornou-se tutor daquele que mais tarde viria aser o czar Pedro II.Goldbach realizou trabalho importan-te na matemática. Hoje, é a conjecturade Goldbach que mais contribui para asua fama.Uma conjectura é uma ideia, fórmulaou frase, a qual não foi provada ser ver-dadeira, baseada em suposições ouideias com fundamento não verificado. Às conjecturas utilizadas como provade resultados matemáticos dá-se nonome de hipóteses. A conjectura de Goldbach, propostapelo matemático prussiano, diz quetodo número par maior que dois é asoma de dois primos.Por exemplo: 4 = 2 + 2; 6 = 3 + 3; 8 =5 + 3; 10 = 3 + 7 = 5 + 5; 12 = 5 + 7; etc. Verificações por computador já con-firmaram a conjectura de Goldbachpara vários números. No entanto, aefectiva demonstração matemática ain-da não ocorreu. A conjectura original de Goldbach,numa carta para Leonhard Euler, era deque todo inteiro maior que 2 pode serescrito como uma soma de 3 primos (eele incluía 1 como um número primo).Essa conjectura também ainda não foiprovada.
Origem: Wikipédia Ana Santos, Beatriz Sousa,Carla Martins, Cátia Batista, Jessica Afonso, João Esteves,Milva Milhões, Patrícia Fernandes,Patrícia Barros, 7.ºC
Projecto eTwinning
Como já temos vindo a noti-ciar em edições anteriores,continuamos, na nossa escola,com o projecto de geminaçãoelectrónica eTwinning.Este ano lectivo, duas turmasintegram este projecto. O 11ºAno A e B de Francês-Continuação, com a parceria jáestabelecida com as escolas belga e romena (a escola Polaca está de momento de forapois a professora responsável está de licença de maternidade). E estabeleceu-se umanova parceria com uma escola grega da ilha de Creta. Nesta última participam os alu-nos da turma A do 9º ano. Pretende-se assim, proporcionar esta experiência de inter-câmbio virtual a um maior número de alunos, por isso, cada ano lectivo, são escolhidasturmas diferentes.
Docente responsável: Dina Gomes
Projecto eTwinning
O projecto eTwinning é um projecto de germina-ção electrónica com as escolas belga e romena emque nós, os alunos das turmas A e B de Francês do11º ano, estamos a participar.O projecto consiste em “passar” uma mascote decada escola (belga, romena e portuguesa) às esco-las parceiras, ou seja, a mascote portuguesa irápara as escolas belga e romena, a mascote belgairá para as escolas portuguesa e romena, finalmen-te a mascote romena irá para as escolas portuguesae belga, onde permanecerá durante algum tempo.Cada aluno ficará com a mascote alguns dias eenviará regularmente as suas “vivências” permitin-do assim que cada escola parceira fique a conhecerum pouco mais o quotidiano, a escola, a vila e asaldeias dos alunos envolvidos. A nossa mascoteestá já com a “mala pronta” para partir para umaprimeira estadia na Bélgica. Resta depois ler assuas mensagens que nos enviará por correio elec-trónico.
Kátia, 11º A
CRUZADEX
1-Número que se obtém multiplicando um outro número por um número inteiro qualquer.2-Comparação de dois números ou de duas quantidades obtida pelo quociente entreeles.3-Produto de factores iguais.4-Igualdade onde figuram uma ou mais letras.5-Medida do comprimento de uma figura geométrica plana.6-Procedimento para escrever um valor aproximado de um número.7-Figura geométrica com três lados.8-Qualquer número inteiro que divida outro um número exacto de vezes.9-Forma de apresentar a razão entre duas grandezas de modo que o denominadorseja 100.10-Medida da superfície de uma figura plana.
Daniela Esteves, Daniela Alves, Raquel Teixeira, Emanuel Teixeira,Fred Teixeira, Hugo Ribeiro, José Carvalho, Filipe Moutinho, 7ºBComissão Restrita -Composição
 A comissão restrita é composta sempre por um número ímpar, nunca inferior acinco membros que integram a comissão alargada (art. 20º, n.º 1).
 A comissão deve ter uma composição interdisciplinar e interinstitucional, incluin-do, sempre que possível, pessoas com formação nas Áreas de serviço social, psi-cologia e direito, educação e saúde (art. 20º, n.º 4).
 A Comissão Restrita é composta pelos seguintes Membros:
Presidente da CPCJ, Representante do Município
Representante da Segurança Social
Representante do Centro de Saúde
Representante do Ministério da Educação
Representante da Santa Casa da Misericórdia de Murça
Representante dos Cidadãos Eleitores
Técnica Cooptada A Comissão restrita funciona em permanência (art 22º, n.º 1
).
O plenário da comissão restrita reúne sempre que convocado pelo presidente, nomínimo com periodicidade quinzenal.Os membros da comissão restrita exercem funções em regime de tempo completo ouparcial, a definir na respectiva portaria de instalação (art. 22º, n.º 3).
Estatuto dos membros da Comissão de Protecção
Os membros da comissão de protecção representam e obrigam os serviços e as enti-dades que os designam (art. 25º, n.º 1).
Como se processa a comunicação das situações de perigo à CPCJ?
Qualquer pessoa que conheça situações de perigo pode comunicá-las às entida-des competentes em matéria de infância e juventude, às entidades policiais, àsCPCJ ou às autoridades judiciárias.
 As entidades com competência em matéria de infância e juventude(nomeadamente, as autarquias locais, segurança social, escolas, serviços de saú-de, forças de segurança, associações desportivas culturais e recreativas) comuni-cam às CPCJ as situações de perigo que conheçam no exercício das suas funçõessempre que não possam assegurar atempadamente a protecção que a circunstân-cia possa exigir.
Legitimidade da Intervenção
“A intervenção para a promoção dos direitos e protecção da criança ou do jovem emperigo tem lugar quando os pais, representante legal ou quem tenha a guarda de factoponham em perigo a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento,ou quando este perigo resulte da acção ou omissão de terceiros ou da própria criançaa que aqueles não se oponham de modo adequado a removê-lo.” Art. 3º, n.º 1O n.º 2 do art. 3º enumera,
a título exemplificativo
, algumas situações que seenquadram no
conceito de perigo
:
 Abandonada ou vive entregue a si própria;
Maus-tratos físicos ou psíquicos;
 Vítima de abusos sexuais;
Falta de cuidados ou a afeição;
Obrigada a actividades ou trabalhos excessivos/inadequados
Está sujeita a comportamentos que afectem gravemente a sua segurança/equilíbrio emocional;
(Continuação da página 2)(Continua na página 4)

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