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ODESPERTARDAPORCAODESPERTARDAPORCAODESPERTARDAPORCA
ÍNDICE
Dia da Não ViolênciaA Lenda das Sete Cidades
8
Editorial
 Agora que se aproxima o fim de mais umperíodo lectivo e que todos nós sentimosque está prestes a chegar aquele momentode reflexão sobre o dever cumprido, ante-cipamo-lo na impressão desta 2ª edição, aoaliar a verdadeira função que qualquer jor-nal deve cumprir, independentemente dasua área interventiva predominante, a dedesvendar ao leitor o acontecimento funda-mental, à abordagem de aspectos que maissubjectivamente se pré-estabeleceramcomo significantes para o conjunto de pes-soas que directa ou indirectamente estãoligadas às escolas do Agrupamento de Mur-ça.
O Despertar da Porca
tentará assinalar,antes de tudo o resto, o que no quotidianodos nossos alunos se configura como deter-minante para a transformação do seu saber,privilegiando os trabalhos produzidos coma orientação de professores nas diversasáreas curriculares e os decorrentes dodesenvolvimento dos variados projectos emdecurso como os Clubes, a Biblioteca Esco-lar (integrante da RNBE) bem como o planoNacional de Leitura, o Plano de Acção daMatemática, as T.I.C., entre outros.Do conjunto de trabalhos que nos chega-ram emocionadamente às mãos, aproveitá-mos o que de melhor pareceu perfilar-nos,tendo como elemento restringente, a impo-sitiva escassez do espaço do suporte depapel. Porém, vendo-nos confrontados comesta exigência, insuflada por alguns crité-rios de seriação, lembramos a comunidadede que uma boa parte das produções pode-rão sempre ser editadas no nosso jornalonline.Como dado novo, a equipa decidiu lançarpara cada trimestre um tema aglutinador, natentativa de incentivar uma boa articulaçãoentre os distintos ciclos de ensino, cons-truindo um laço mais forte com as pessoasda comunidade.
 A Violência no século XXI 
inaugura esta iniciativa, configurando umprocesso de intervenção da parte dos nos-sos participantes satisfatório para uma pri-meira experiência.Nesta sociedade em que vivemos metra-lhados a toda a hora pela violência nosMeios de Comunicação Social, torna-se apa- vorante a ideia de que esta acaba por satis-fazer as necessidades do ser humano, tantoas de muitos adultos carenciados e frustra-dos, como as de algumas crianças e adoles-centes na procura de novas emoções. Acre-ditamos que a reflexão sobre este quadrode referência assustador, onde modelosarrepiantes de violência se podem tornarem papéis sociais atractivos, pode evitarterminantemente a possibilidade do desen- volvimento de uma verdadeira culturaagressiva. Desde cedo é bom aprendermosque temos sempre escolha. Aproveitamos para agradecer com sinceri-dade a todos os que, com esforço, possibili-taram a realização atempada desta nova edi-ção pois sabemos que neste momento deindignação e desencanto vivido nas escolas,tudo leva a que o mais importante se rele-gue para segundo plano.
 A Equipa Coordenadora do Jornal
Guiões de Leitura -Uma experiência para partilharSe Eu fosse ÁguaPassatempos interessantes
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Despertar para a Leitura e os nossos ProfessoresA Escola IdealA minha Semana do Caloiro em FaroViolência nas EscolasCritica ao filme
“E Não Viveram Felizes para Sempre”
6
Os Nossos RostosAdeus à escolaAs Novas Tecnologias na nossa EscolaProjecto eTwinning “Le voyage de la Mascotte”
5
Licínia Teixeira -Uma Vida pela EducaçãoA Adolescência o que é?Dia Mundial da FlorestaEmigraçãoSorrisos
4
Os professores querem ser avaliadosIntervaleituraOpiniões sobre o Plano de Acção de Matemática
Matemática em Estudo Acompanhado? Será que vale a pena?
Os Jovens e a Matemática
3
Comemoração do Dia da Não ViolênciaUm Coração do tamanho da Escola…Dia S. ValentimA celebração de S. Valentim chegou à BE/CRE
2
 A Biblioteca Escolar junta os nossos alunosHora do Conto
No dia 30 de Janeiro do presente ano lectivo, realizou-se na Biblioteca Escolar a primeira sessão da actividade
 Hora doConto
preparada pelos alunos do 10ºA da Escola EB 2,3 c/ Secundário De Murça. A turma do 10ªA aventurou-se num projectodesignado “Hora do Conto” que tem como objec-tivo contar pequenas histórias às crianças dosinfantários pertencentes ao Agrupamento Verticalde Escolas de Murça e os resultados da primeiraactividade foram muito positivos.Sob a coordenação da professora de PortuguêsMaria Luísa Carvalho e com a colaboração daEquipa da BE, os alunos realizaram uma pesquisade contos tendo em conta as idades das criançasem questão. A actividade contou com crianças com idadescompreendidas entre os 4 e 5 anos do InfantárioMunicipal de Murça, que participaram activamen-te mostrando bastante interesse e interagindocom os contadores das histórias.Estiveram envolvidos três grupos de alunos dodécimo ano, que prepararam quatro histórias eque tiveram a preocupação de recorrer à leituradramatizada com recurso a fantoches, no sentidode despertar o interesse dos pequenos ouvintes.No final de cada história, solicitou-se a parti-cipação das crianças através de algumas perguntas e de outras actividades como, por exemplo, a pintura. Foi gratificante ver o entusiasmo com que todos aderiram.Desta actividade ficou uma crítica bastante positiva e a promessa de mais momentos como este.
 Joana Silva, nº13, Joana Cigarro, nº14, Margarida Sampaio, nº19 -10ºA
 Jornal Online em http://jornalavem.wordpress.com
 Jornal do Agrupamento deEscolas de Murça
http://avmurca.org
Edição 2Março 20081
 €
Coordenação:Patrícia Fontinha / Luísa CarvalhoDigitalização, concepção gráfica e edição: João Garcia Colaboradores:Comunidade EscolarImpressão:Tipografia ViseenseTiragem:300 exemplares
Dia da Não Violência
Os alunos da escola EB 1 de Noura comemoraram o
 Dia da Não Violência
comuma exposição onde não faltaram imagens sobre o tema fortemente elucidati- vas, conselhos e esclarecimentos. É desta forma que se formam os alunos paraa vida. A verdade é que numa escola prudente mais vale prevenir e esclare-cer.
EB 1 de Noura
 
O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 2 -MARÇO 2008
Comemoração do Dia da Não Violência
No passado dia 30 de Janeiro comemorou-se o
 Dia da Não Violência
na nossa escola, mais concretamente nosegundo bloco de 90 minutos da parte da manhã. Alunos e professores dirigiram-se, como de costume, àsala de aulas prevista nos seus horários porém com anovidade da implementação de actividades subordina-das ao tema da violência em contexto escolar, maisconhecido recentemente por
 bullying 
.Seguindo a sugestão da nossa professora de LínguaPortuguesa, resolvemos entrevistar, numa aula consa-grada à Assembleia de Turma, a nossa Directora deturma, a professora Fátima Borges, um dos elementosresponsáveis pela implementação deste projecto naescola, de modo a tornarmos visível os seus objectivos,actividades e resultados.
Como é que surgiu a ideia de comemorar o
 Dia da Não Violência
na nossa Esco-la?
 A ideia surgiu porque o projecto de educação para a saúde contempla a comemora-ção de diversos dias comemorativos, relacionados com o tema da saúde, e porque nonosso agrupamento nunca se tinha realizado nenhuma actividade relacionada com a violência na escola.
Há alguma razão particular para a comemoração desse dia e dessa data?
O dia 30 de Janeiro é o dia da Não Violência na Escola e por isso foi escolhida essadata. A razão para a comemoração desse dia está relacionada, como já disse, com ofacto de nunca se ter realizado nenhuma actividade sobre a violência no nosso agrupa-mento e com o facto de, ainda que não sistematicamente, haver casos de alguma vio-lência entre alunos no nosso agrupamento.
Que actividades foram planificadas para os diferentes ciclos de ensino?
 As actividades planeadas para os diferentes ciclos de ensino, foram diferenciadas. Assim, no pré-escolar as actividades desenvolveram-se ao longo de todo o dia e con-sistiram essencialmente no seguinte: descoberta do significado da palavra violência,análise de imagens e leitura para contrapor os significados de violência e amizade/amor, reflexão sobre os comportamentos manifestados pelas crianças no JI, elabora-ção de trabalhos na área das expressões, troca dos trabalhos efectuados e avaliação.No ensino básico e secundário as actividades consistiram em leitura de textos(adaptados ao nível de ensino) relacionados com o
 bullying 
que serviram de base paraa definição do conceito, bem como do perfil das vítimas, agressores e das testemu-nhas, seguida de discussão em turma. Foi também lançado a todas as turmas um desa-fio, de acordo com o nível de ensino, que as turmas poderiam ou não aceitar, no senti-do de darem continuidade às actividades desenvolvidas. Como se vê, as actividadesbasearam-se muito na discussão, em grupo turma, do tema escolhido, o
 bullying 
, demodo a que todos os alunos pudessem participar activamente e esclarecer e ampliaros seus conhecimentos sobre este tema. Acrescento ainda que foi enviado a todos ospais, através dos alunos, um desdobrável informativo sobre o
 bullying 
no sentido de osalertar para a existência do fenómeno.
Houve alguma razão especial para que a comemoração ocorresse dentro dasala de aulas?
 A razão principal prende-se com o facto de comemorações planeadas para um gran-de número de alunos, habitualmente, não surtirem o efeito desejado. A maioria dosalunos não tem a oportunidade de participar activamente na actividade. Por isso optou-se por actividades que permitissem a participação de todos.
Tem conhecimento de cenas de
 bullying 
nesta ou noutras escolas? Isso incomo-da-a?
Enquanto membro cessante do conselho executivo tive conhecimento de situaçõesque se enquadram no conceito de
 bullying 
e que aconteceram nesta escola e emoutras escolas do agrupamento. Felizmente para o nosso agrupamento, essas situaçõessão ainda a excepção. No entanto, na pesquisa que efectuei para preparar as activida-des implementadas, fui tomando conhecimento de situações muito graves de
 bullying 
que têm ocorrido um pouco por todo o país. Infelizmente, a maioria dos membros dascomunidades educativas não está informada sobre este tipo de violência e minimiza osseus efeitos gravosos nas vítimas da mesma. Por isso, é muito importante ir realizandoeste tipo de actividades que vão procurando informar e alertar para a existência dofenómeno. Alunos, pais, professores e funcionários informados garantem que menossituações possam acontecer e no caso de acontecerem, que as mesmas possam maisrapidamente serem resolvidas.
-Que balanço faz da avaliação que efectuou às actividades realizadas nestedia?
 A avaliação das actividades foi efectuada, turma a turma, pelos alunos em geral epelo professor responsável em particular, mediante o preenchimento de uma grelhaelaborada para o efeito. Da análise dessas grelhas será feita a avaliação global da acti- vidade, que ainda não foi realizada, por não terem ainda sido devolvidas todas as gre-lhas das diferentes turmas dos vários estabelecimentos de ensino. No entanto, peloque me foi dado a perceber pelas grelhas que já analisei, de um modo geral as turmasparticiparam activamente na actividade e acharam-na interessante, tendo mesmo algu-mas delas, aceite o desafio que lhes foi proposto de darem continuidade ao desenvol- vimento e aprofundamento do tema.
 Alunos do 11º A
Um Coração do tamanho da Escola…
“Love is the master key which opens the gates of happiness.” 
Oliver Wendell HolmesO dia de S. Valentim foi vivido com grande intensidade na nossa escola, mobilizandomuitos alunos que participaram nas várias iniciativas que preencheram este dia.Corações de vários tamanhos foram distribuídos por diversos locais da escola, mui-tos deles com mensagens e citações famosas sobre o Amor. A cor vermelha foi predo-minante, conferindo um visual mais romântico à Escola.Com o “Cupido” à solta, foram trocados postais com frases românticas entre os alu-nos do 2º Ciclo do Ensino Básico, que sempre aproveitam esta efeméride para decla-rar o que sentem por alguém muito especial. Nem os Livros de Ponto escaparam ao diade S. Valentim, onde estrategicamente foram colocados corações com citações refe-rentes ao Amor.Como tem vindo a acontecer em anos anteriores, o
 Dia dos Namorados 
desperta emnós muita curiosidade e ansiedade, pois aderimos sempre a todos os desafios comgrande entusiasmo.Em relação ao
S. Valentim (St. Valentine
) são várias as teorias relativas à sua ori-geme à formacomo este mártir romano se tornou o Santo (o patrono) dos apaixona-dos.Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que,em meados do séc. III d.C., haviarecusado abdicar da fé cristã que pro-fessava. Outra defende que, na mesmaaltura, o Imperador Romano ClaudiusII teria proibido os casamentos, paraassim angariar mais soldados para assuas frentes de batalha. Um sacerdoteda época, de nome
Valentim
, teria violado este decreto imperial e reali-zava casamentos em sigilo absoluto.Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado econdenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles:
São Valentim
fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Feve-reiro de 269 d.C..Muitas são as tradições associadas ao dia de
São Valentim
, variando de país parapaís. Nas
Ilhas Britânicas
na altura dos
Celtas
, as crianças costumavam vestir-se deadultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor.No
País de Gales
, os apaixonados trocavam entre si prendas como colheres demadeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens achave do meu coração.» Já na
Idade Média
, em
França
e na actual
Inglaterra
, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas duranteuma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significavaque essa pessoa estava apaixonada.No entanto, ao longo dos tempos, as tradições de
São Valentim
foram adquirindoum grau de complexidade cada vez maior com novas tradições, lendas e brincadeiras,como é o caso das mensagens apaixonadas: «Would you be my Valentine!», sendoesta, uma forma de expressar o carinho e Amor.
Sem tempo ou lugar determinado, o Amor sobrevive a todas as épocas… e é umsentimento que não passa de moda!Clube de Inglês
Dia S. Valentim
 AMOR DE CRIANÇA
Meu Amor, minha Paixão…És a minha borboleta.Nunca te vi tão bonita,Como hoje de violeta.És tu quem me dá força,Todos os dias ao levantar.Quando te vejo na escola,O meu coração fica a sonhar.Não amo mais ninguém…Gosto de ti e tenho esperança,Que um dia resulte,Este AMOR DE CRIANÇA.
Pedro Aires, nº 17 -5º CEsta carta é para ti, porque és omeu amor…
Neste dia, quero dizer-te, que só teamo a ti e não gosto de mais ninguém.Nós nascemos um para o outro…porti, eu dava a volta ao mundo em 80 dias.Quando te vejo, o meu coração bate tãodepressa, que mais parece uma bombaque vai rebentar…Quando crescermos, quero-me casarcontigo, porque és o amor da minha vida. Eu sem ti não sou nada…tu és tãolinda…tens uns olhos tão lindos…e atua voz, parece um rouxinol a cantar…Hoje é o dia dos namorados, por issoespero poder estar contigo….
Miguel Ribeiro, nº 15 -5º C
 A celebração de S. Valentimchegou à BE/CRE
Muitos corações, frases, poemas e livros alusivos aodia encheram o espaço da BE/CRE e espalharam-sepelo polivalente. Sessão de fotografias no “Coração” eo jogo do par ou ímpar animaram o dia 14 de Fevereirona nossa escola. A professora Ana Arminda Azevedo foia promotora desta actividade que teve muito sucesso junto da comunidade educativa. Parabéns!
Coordenadora da BE, Dina Gomes
gina2
 
gina3O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 2 -MARÇO 2008
Os professores querem ser avaliados
Os professores querem ser avaliados. A avaliação é para nós um instrumento ao serviço da melhoria profissional. Com aconsciência do que fazemos, de bem ou de mal, podemos tornar-nos professores maishumanos e eficazes. O nosso desejo mais substantivo é ajudar os nossos alunos a tersucesso em todas as dimensões da sua personalidade.Sabemos que a nossa actuação é importante mas não é única. Há um conjunto deagentes responsáveis na acção educativa. Os professores detêm uma parte importantenessa acção mas os pais e os próprios alunos têm de assumir as suas responsabilida-des nesse processo. Portanto, não são apenas os professores que necessitam de seravaliados.Reafirmando a nossa disponibilidade para coabitar com uma avaliação regular,contínua até, parece-nos essencial que a mesma seja objectiva e alicerçada em instru-mentos de medida adaptados ao nosso agir profissional. Os avaliadores devem rece-ber formação adequada (não a adquiriram automaticamente pelo facto de serem pro-fessores titulares), para que as suas ponderações resultem de indicadores claros, veri-ficáveis sem margem de dúvida e, como tal, devidamente mensuráveis.Nunca poderemos concordar com uma avaliação burocrática e que torna os profes-sores reféns de apreciações subjectivas (ver fichas de avaliação e de autoavaliação),de possível alcance clientelar e que afasta os docentes (avaliados e avaliadores) doessencial da acção educativa: a relação pedagógica.Importaria substituir a teimosia pela inteligência, a pressa pelo sentido de oportu-nidade, a leviandade pelo rigor. Vamos construir uma avaliação séria e potenciadora do sucesso educativo e dobem estar nas escolas. Vamos dialogar. Enquanto professores temos o dever de con-tribuir para este objectivo mas, apenas, se respeitarem a nossa dignidade e o nossosaber profissional.
Professor José Alexandrehttp://www.min-edu.pt/np3/1603.html
Intervaleitura
 AINTERVALEITURA
decorre, habi-tualmente, todas as semanas, às quartas-feiras, durante o período da manhã.Esta actividade visa tornar o livro maisacessível, longe das prateleiras, privi-legiando a relação sensorial e emocio-nal do primeiro contacto com o livro. A referida iniciativa pretende ir deencontro ao Programa Nacional de Pro-moção de Leitura que tem por objecti- vos criar e consolidar hábitos de leitu-ra, com especial atenção para o públicomais jovem. O livro, promotor de com-petências sociolinguísticas e alicerceintelectual, emerge num espaço infor-mal, no meio da recreação, sugerindouma leitura espontânea, partilhada esem compromisso. As propostas deleitura apresentadas, nesta montraaberta, pretendem ser diversificadas emotivadoras aguçando a curiosidadedos leitores vinculados e dos novosleitores. A 
 INTERVALEITURA 
quer levar olivro ao encontro do leitor, proporcio-nar terreno favorável à aquisição denovas e diversificadas aprendizagens,divulgar o acervo da biblioteca e aspublicações adquiridas recentemente,bem como angariar e fidelizar novos ebons leitores.Esta acção tem sido bem acolhida portoda comunidade educativa e esperaser uma mais valia no seio das relaçõesinterpessoais e sociais. Boas Leituras!
 A equipa da BE/CRE
Opiniões sobre o Plano de Acção de Matemática
Cada vez mais me convenço de que a escola não pode ser um simples espaço deaplicação do currículo, mas é antes um centro de investigação, de documentação, dedesenvolvimento pessoal com verdadeira articulação de saberes.É importante que a escola saiba questionar e identificar problemas, questionardecisões e resultados de forma a perspectivar o futuro, tendo em vista a qualidade.Perante a adesão, motivação e proveito evidenciado pelos alunos, considero que oPlano de Acção da Matemática pode ser visto como uma estratégia de intervençãocom vista ao sucesso educativo.
Professora Carla Gonçalves
Eu acho que foi uma boa aposta do Plano de Acção da Matemática. Pois usufruirmosdas aulas de Estudo Acompanhado para reforçar as aprendizagens de Matemática,uma vez que há alunos que a acham difícil de compreender. Penso que o plano está ater sucesso pois temos ao nosso dispor a nossa professora de Matemática e tambémum outro professor presente nos primeiros 45 minutos da aula. Eu acho que é muitoútil não só para melhorarmos o nosso aproveitamento mas também como preparaçãopara os testes intermédios que futuramente vamos realizar.
Sandra Marina nº20 -8ºA
Consideramos o Plano de Acção de Matemática como um bem essencial porque é adisciplina em que os alunos têm mais dificuldades. Gostamos muito deste apoio por-que nos ajuda a compreender melhor a matéria, que nos vai ser útil no futuro e pode-mos tirar dúvidas com dois professores: a professora Carla Gonçalves, que é a nossaprofessora de Matemática e durante 45 minutos com o professor César Monteiro.
Cláudia Gonçalves, nº9 e Paula Teixeira, nº16 -8ºB
Matemática em Estudo Acompanhado?Será que vale a pena?
Todas as Quintas-feiras depois do intervalo da tarde vamos todos para a aula deEstudo Acompanhado. Umas vezes contentes, outras menos animados (a maior partedas vezes, contentes).Temos um professor e uma professora que nos ajudam a realizar todos os exercí-cios que temos de fazer, pois às vezes não são nada fáceis.Nas nossas aulas de Estudo Acompanhado, há muitas equações, funções, semelhan-ça de triângulos, teorema de Pitágoras, gráficos, monómios e polinómios…, às vezestambém há jogos matemáticos para todos: batalha naval, sudoku, uno,etc.Mas será que vale a pena ter Matemática em Estudo Acompanhado?Penso que não é má ideia. Se nós tivermos alguma dúvida acerca de uma matériadada na aula de Matemática, nestas aulas podemos esclarecer dúvidas.
Fábio Alves Milhões, nº8 -8ºA
Os Jovens e a Matemática
Para ti, o que é que torna a Matemática fascinante? AS/PB
-A bela e espectacular matéria que apresenta: fracções, expressões numéri-cas, ampliação e redução de figuras entre outros conteúdos.
CB/MM
 –O facto de tudo na vida estar relacionado com a Matemática.
 JA/PF
 –A maneira como aprendemos e como resolvemos os problemas.
O que é que os alunos devem fazer para terem boas notas a esta disciplina? AS/PB
 –Estudar tudo muito bem e praticar as matérias que se aprenderam na aula,fazer resumos da matéria leccionada e resolver situações problemáticas.
CB/MM
 –Treinar, estudar e tirar dúvidas na aula de Estudo Acompanhado.
 JA/PF
 –Estar atento nas aulas, ter um bom comportamento, fazer os trabalhos decasa, resolver as propostas de trabalho que o professor indica, trazer sempre o mate-rial necessário e ser responsável.
Qual é a maior dificuldade que encontras quando estudas Matemática? AS/PB
 –A resolução das situações problemáticas.
CB/MM
 –A maior dificuldade é, por vezes, não compreender alguns conteúdos.
 JA/PF
 –É resolver alguns problemas ou compreender algumas matérias, o que sepode ultrapassar com o apoio do professor.
Que actividades se podem fazer na escola para celebrar a importância da Mate-mática? AS/PB
 –Devíamos celebrá-la em determinado dia na escola e por exemplo fazer jogos alusivos.
CB/MM
 –Jogos matemáticos.
 JA/PF
-Poderíamos jogar alguns jogos de Matemática com cálculos e alguns proble-mas para despertar interesse nos alunos e, assim, fazer com que compreendessemmelhor as matérias.
O que gostavas que o/a professor/a de Matemática fizesse para te ajudar aultrapassar as tuas dificuldades? AS/PB
 –Devíamos desenvolver mais projectos de Matemática como por exemplo aprodução de jogos didácticos.
CB/MM-
Menos trabalhos de casa e mais exercícios em grupo na aula.
 JA/PF
 –Gostávamos que fizesse mais actividades lúdicas na aula porque a brincartambém se aprende.
 Ana Santos e Patrícia BarrosCátia Batista e Milva Milhões Jessica Afonso e Patrícia Fernandes7º C

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