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ODESPERTARDAPORCA
 
ÍNDICE
O 25 de Abril5, 11Olimpíadas de leitura2Saídas de estudo3, 10Acções de formação9Cidadania europeia10Ler por amor13Ambiente3, 5, 14, 15Tradições16
EDIÇÃO 3JUNHO 20041 €
 Área Escola -Prevenção e Causas dos Incêndios
No dia 22 de Março de 2004, realizou-se a apresentação do trabalho de ÁreaEscola cujo tema era Prevenção e Causasdos Incêndios. A apresentação foi reali-zada no Auditório da Câmara Municipalde Murça.Começámos por fazer uma introdu-ção ao tema com a apresentação dealguns diapositivos, de seguida apresen-támos os elementos que aprofundariam otema.Deu-se início ao debate em que todosos elementos convidados participaram epor último surgiram as questões vindasda plateia.Este trabalho foi muito útil, pois ser- viu para nos esclarecer algumas dúvidasque teimavam em permanecer. Espere-mos que todos os presentes tenham fica-do devidamente esclarecidos.
11º C
Exposição -Os trinta anos de Abril
Na sequência da comemoração dos 30 anos do 25 de Abril, os alunos do 6º ano de escolaridade da Escola Básica 2,3/Sde Murça realizaram uma exposição alusiva ao tema, orientados pelos professores Teresa Quintelas e Carlos Mendes.Na exposição pudemos apreciar vários tipos de documentos, tais como: artigos de jornal da época e da actualidade,fotografias várias, painel comemorativo, artigos de opinião, trabalhos escritos e música da época.Os trabalhos apre-sentados estiveramexpostos na Mediatecanos dias 23, 26 e 27 de Abril.No dia da abertura,os alunos das turmasque participaram naexposição cantaramem coro, músicas deZeca Afonso. A exposição foi visitada por alunosdos vários níveis deensino.Feito o balanço final, concluímos que o nosso trabalho foi reconhecido. As opiniões foram unânimes ao considerá-lobastante apelativo, diversificado e com valor histórico, tendo em conta que os seus protagonistas foram alunos do 2º Ciclodo Ensino Básico.
Professora Teresa Quintelas
 
O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 3 -JUNHO 2004Página2
Editorial
 A conclusão de um qualquer projecto, processo ouprocedimento, implica, necessariamente, que de formaimplícita ou explícita se reflicta sobre o grau de concreti-zação dos objectivos inicialmente traçados ou se as expec-tativas iniciais foram ou não satisfeitas. É assim na socieda-de, numa qualquer instituição ou entidade pública ou pri- vada, e na escola. Ou seja, avalia-se, partindo-se do prin-cípio que avaliar é reflectir criticamente, e do pressupostoque avaliar faz parte do humano perante aquilo que orodeia.É com este propósito que oriento o editorial neste ter-ceiro número do Despertar da Porca, surgido no final docorrente ano lectivo. Se porventura existiram algumasreservas quanto à manutenção deste Despertar, elas foramdissipadas logo no primeiro número. De facto, a colectâ-nea de trabalhos dos diversos ciclos e níveis de educaçãoe de ensino ministrados no Agrupamento Vertical de Mur-ça, objectivo primordial das três edições, foi concretizada.Na realidade, em todas as edições, surgiram trabalhos decrianças/alunos que frequentam a educação pré-escolar, oensino básico, o ensino secundário e até o ensino recor-rente, dando um recorte multidisciplinar e um surpreen-dente colorido ao Jornal. Quanto às temáticas abordadas,elas retratavam especialmente projectos em curso ou adivulgação de acções pedagógicos, como concursos,exposições, passeios ou visitas de estudo. De qualquermodo, salientaram-se especialmente os temas voltadospara a educação, para o ambiente, para a segurança epara a saúde, três importantes eixos de actuação no agru-pamento.Por outro lado, a divulgação à comunidade escolardaquilo que se vai fazendo ou produzindo nas escolas,outra finalidade apontada, foi-se conseguindo, emborafosse desejável que o Jornal chegasse a todos. Neste con-texto, o próprio jornal constitui-se como um elemento dereferência quando a própria comunidade educativa se temde pronunciar ou avaliar o plano anual de actividades. Aquelas duas finalidades acima descritas, entre outras,foram concretizadas e isso deve regozijar-nos, uma vezque perante alguns obstáculos que porventura teriamexistido, fomos capazes de mobilizar recursos e vontades,de promover nas crianças e nos alunos o gosto pela feiturade pequenos/grandes projectos que envolveram sobretu-do a escrita e o desenho, a reflexão e a atitude crítica, e,ainda, de nos unirmos em torno de um produto final deelevado e reconhecido valor e interesse pedagógico.Estão de parabéns todas e todos aqueles que, em proldos alunos e da comunidade escolar souberam servir e,com espírito colaborante, conquistaram sinergias juntodos seus parceiros.Bem hajam.
O Presidente da ComissãoExecutiva Instaladora Albertino Lousa
Olimpíadas da Leitura
No dia 7 de Maio decor-reu, em Lisboa, a provanacional da 7ª edição dasOlimpíadas da Leitura, umainiciativa da Fundação Círcu-lo dos Leitores, na qual euparticipei. Gostei muito deter lá estado, juntamente comos outros 25 seleccionadosdos mais diversos pontos dopaís.Logo de manhã, saí dohotel com o meu pai e aminha professora de LínguaPortuguesa, Maria do CéuCalvão, em direcção à sede do Círculo dos Leitores, queera o local de concentração de todos os participantes eseus acompanhantes. De seguida, fomos de autocarropara o Parque das Nações para realizarmos a actividadefinal. A prova consistia em escrevermos um texto quedevia incluir as palavras
água
e
 lápis.
Depois de concluir o texto, seguimos todos, alunos,pais e professores, para uma visita guiada ao Oceanário.Nós, os finalistas, tivemos um guia a dar-nos explicaçõesdurante o percurso que fizemos.Terminada a visita, seguiu-se o almoço e o convívioentre todos. Aqui estiveram presentes também algunsescritores de literatura juvenil, Maria Alberta Menéres, António Torrado, André Gago e Luísa Fortes da Cunha.Foi uma correria aos autógrafos!Por último, foi a entrega dos prémios. Os cinco pri-meiros receberam os melhores presentes, os restantes vinte, nos quais eu me incluo, receberam também as suaslembranças e um diploma.Para mim foi bom o convívio neste evento, ondeconheci e troquei contactos com alguns jovens finalistasde outras escolas.Para chegar à final, tive que desenvolver um texto,escolhi um conto de António Torrado, ao qual dei o títulode “ O Macaco Atrevido”.Depois desta experiência percebi melhor que sedeve incentivar mais as pessoas para a leitura, sobretudoas crianças e jovens, porque, dizem os escritores que selê pouco em Portugal
Vanessa Morais -5º C
 
O DESPERTAR DA PORCA EDIÇÃO 3 -JUNHO 2004Página3
Feira Ambiental
Foi numa das quintas feiras à tarde, na aula de Área deProjecto, que a nossa directora de turma, professora LinaCabral, nos fez uma proposta, no mínimo colorida e com umcheirinho bastante agradável! Aproximava-se o dia da árvore e com vista à concretizaçãodo tema de Área de Projecto “Olhar o Ambiente”, sugeriu-nosa ideia de organizarmos uma feira ambiental, de forma a dar-mos visibilidade ao nosso trabalho. Esta foi aceite e debatidaem grupo e, em pouco tempo, conseguimos adquirir as plan-tas, organizar as plantas por grupos e espécies, preparar abarraquinha para as vendas, publicitar a feira e repartir todasas tarefas para que tudo corresse bem.No dia 19 de Março de manhã, a entrada da nossa Escolaencheu-se de animação e cor. Estava aberta a
Feira do Ambiente do 9º B
. Vendemos bastantes plantas desde sobreiros, pinheiros eoutras plantas ornamentais, bem mais caras e muito bonitas.Como o ambiente era o destaque do dia, não podia deixarde faltar a palavra reciclagem. Por isso, ao vivo, um grupo decolegas deu vida à
Reciclagem de Papel,
mostrando e exe-cutando as várias fases deste processo detransformação depapel velho em novo, tendo como público os alunos do ensinopré-primário e da nossa escola.Também elaborámos e oferecemos aos compradores umacarta ambiental, onde constavam os direitos e deveres doscidadãos para com o ambiente e esperamos que todos dêemo seu contributo, cumprindo-a. A meio da feira decidimos “alargar os nossos horizontes”.Como? Saímos do recinto escolar e fomos vender plantaspara a rua onde contactámos com as pessoas e procurámossensibilizá-las para a necessidade de plantarmos árvores eplantas. Apesar do trabalho, esta foi, sem dúvida, uma partepositiva, divertida e também .... cansativa.No fim do dia poucas plantas sobraram para contar a his-tória, por isso aqui fica o testemunho do 9ºB. Agradecemos a todos os alunos, funcionários, professorese comunidade em geral que, desta forma singela, contribuí-ram para que o mundo de amanhã seja melhor, mais amigodo ambiente e mais colorido.
Os alunos do 9º B
Viagem a Lourdes
Nos dias 23, 24 e 25 de Abril, realizou-se uma viagem ao santuário deLourdes, organizada pela professora de Educação Moral Religiosa e Católica, Ana Carla Portela.Os objectivos consistiam em conhecer a beleza inconfundível daquelesantuário, assim como proporcionar aos alunos alguns momentos de convívioe lazer.Na viagem participaram unicamente os alunos matriculados na disciplinade E.M.R.C. Além da visita ao santuário, os alunos tiveram também a oportunidade deconhecer as lindíssimas grutas de Lourdes, assim como de visitar Burgos e S.Sebastian. A viagem correu muito bem, e os alunos adoraram a oportunidade quelhes foi proporcionada para alargar o seu conhecimento do mundo, sentindo vontade de repetir.
 Ana Luísa Santos Pacheco -Nº3 -10ºA

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