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EDIÇÃO 825 ON LINE 26 04 13

EDIÇÃO 825 ON LINE 26 04 13

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04/28/2013

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Ano XVI - 825
|
Três Passos, sexta-feira, 26 de abril de 2013R$ 3,00
Região protesta por estradas
Página 7
 
Diretores
: Adelar Breitenbach e Jerônimo Breitenbach
Jornalistas responsáveis:
Clóvis Machado e
Carlos Roberto Grün
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto Grün, Laerte Volinoe André Giovane de Castro
Diagramação/Arte fnal:
Marco Aurélio Debesaitis
Impressão Correio do Povo
Os conceitos e opiniões assinadas são de responsabilidade do colunista.
 ASSINATURA:
 Anual:......................R$ 120,00Semestral:.................R$ 80,00Correio (anual):........R$ 200,00Correio (semestral):...R$ 100,00
 Filiado à Adjori  Associação dos Jornais do Interior do RioGrande do Sul 
Fundado em 26 de abril 1997
Fone/Fax: (55) 3522-1030atosefatos@difusoraceleiro.com.br
www.rd3.net.br | www.difusoraceleiro.com.br
 Adelar Breitenbach & Cia Ltda.Inscrição Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01 Av. Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Três Passos/RS
Periodiciade:
Semanal 
GERAL
Atos e Fatos
 Jornal
2
 Sexta-feira, 26 de abril de 2013
Informe-se sobreo desconto no IR
Bah, tchê! Estava aqui pensando, já que não tenho nadaprá fazer agora. Quando a gente não tem nada para fazer,fica pensando cada coisa. Tu já viste que tudo tem lógica?Vira e mexe e mexe e vira, a gente descobre coisas. Coisassimples... e no fim, tudo tem lógica,Senão vejamos, existem biscoitos feitos de água e sal.Se a gente pensar, o mar é feito de água e sal. Logo, não énenhum disparate afirmar que o mar é um biscoitão! Temlógica, né?Agora raciocina comigo outro raciocínio. Quando a gentebebe, a gente fica bêbada. Quando estamos bêbados, dor-mimos. Quando a gente dorme, a gente não comete besteira.Quando a gente não comete besteira, somos queridos e todoo mundo gosta da gente. Mas bah! Então vamos beber parasermos queridos e todo o mundo gostar da gente.Inventaram que as loiras são burras. Quero espinafrarquem inventou esta besteira e ao mesmo tempo defender asloiras. As loiras não são burras não. Não são não! Vejamos:Eu penso, logo existo! Dizem que as loiras burras não pen-sam. Logo, loiras burras não existem!É cara! A gente pensa cada coisa! Sabe-se que as baratassobreviveram a uma guerra nuclear. Sabemos também que aesperança é a última que morre. Logo, a barata é o símboloda esperança! É simples e lógico!Tu já viste que hoje em dia, mais do que nunca, a gen- te trabalha prá cacete (eu não mais, estou aposentado). Os trabalhadores não tem tempo prá nada. Agora, já os vaga-bundos, tem todo o tempo do mundo. E tempo é dinheiro.Já pensou nisto? Os vagabundos ganham mais dinheiro dosque trabalham. Bota lógica nisto. Irrefutável!Todo mundo que quer emagrecer faz dieta. As dietas re-comendam o consumo de verduras e peixes. Bah! Os ele-fantes comem verduras e as baleias comem peixes. Assim,logicamente falando, quem faz dieta... engorda!As mulheres vivem dizendo que homem não presta. Masbah! Puxa! Putz! Isso é sacanagem! A minha mãe vivia di-zendo que eu sou um cara muito prestativo. Logo, pela lógi-ca, não sou homem. Lógico!
&&&MALUCO É MALUCO!
Era uma vez quando um louco cai na piscina e começa ase afogar. Um outro louco maluco interno se atira e o salvada morte.No dia seguinte, o diretor vai ao quarto do louco piradosalva-vidas e diz:__ Parabéns! Vim pessoalmente para lhe dar duas no- tícias. A primeira é ótima. Tu estás de alta! Depois do teugesto heroico de salvar um interno, nossa equipe concluiuque tu estás curado e provou isso ao ter essa atitude dignade um verdadeiro herói. A segunda notícia não é boa: aqueleinterno que tu salvou ontem, acho que queria se suicidarmesmo... morreu hoje, enforcando-se com um cinto.O Doido maluco responde na hora:__ Não! Senhor diretor. Ele não se enforcou não. Fui euque o pendurei para secar!
&&&O meu abraço vai para o meu amigo “Iúra” Kalsing.Parceiro!
A LÓGICA É LÓGICA, LÓGICO!
Que criatura é essa, que dentre todas, é a única capazde fazer o mal? O que é o humano?Essas são perguntas que voltam à tona cada vez quenos surpreendemos com eventos que nos escancaram olado perverso que o homem assume. As indagações seaplicam tanto ao serial killer gaúcho de taxistas de Uru-guaiana e Porto Alegre, quanto aos irmãos chechenos quedetonaram bombas durante a maratona de Boston, nosEUA.O livre agir humano pode mostrar facetas desconhe-cidas e o limite de uma argumentação sobre o mal se torna visível, pois a ação humana má, em si, carece deargumentação, prescinde da persuasão quando se mostracomo força bruta. É como se o homem fosse um lugar onde se condensasse o princípio da luz e o das trevas.Diga-se de passagem, que tais princípios estão presentesem qualquer ser natural. A diferença é que só no ser hu-mano ganham intensidade e profundidade. Só o homem écapaz de irritar as forças opostas da natureza - a luz e as trevas – e contrapô-las como o bem e o mal. É uma formade oposição que o homem traz dentro de si, como prerro-gativa de sua liberdade intrínseca. A essência da liberdadenão se explica somente pelas motivações sensíveis desteser finito.Discutir acerca do bem e do mal, mais especificamente,do mal, ainda é tabu para diversas áreas do conhecimento,inclusive para a filosofia. Admitir o mal como uma condi-ção de possibilidade da natureza humana exige um pata-mar de desprendimento da nossa parte. É como se ambosos conceitos devessem continuar fechados numa caixa dePandora que é melhor não abrir, sob o risco de instaurar ocaos. Talvez porque devêssemos nos questionar sobre aessência da liberdade, essa condição que é acionada pelasmotivações deste ser sensível e finito que é o homem.O mal é um conceito universal, embora só no homemganhe uma dimensão própria. Há necessidade de inscre-ver o “mal humano” no “mal universal”, pois, se assimnão fosse, ele seria obrigado a desvincular a ação humanado mundo da natureza e do divino, com a consequênciade que o homem só poderia apoiar-se em si mesmo, sejapara realizar o bem, seja para fazer o mal. Ter-se-ia comisso uma situação de indeterminação da natureza humanaao ver-se desvinculada de sua raiz divina ou natural. Comose comportaria o homem se tivesse diante de si apenas asua faculdade de fazer regras, o poder gerador de todosos poderes?Este ser é capaz do bem e do mal, o que lhe confereuma natureza paradoxal, entretanto divina — portanto, uni- tária — do homem. O homem entende a liberdade como tarefa sua. Desta síntese, nasce sua concepção de liber-dade como faculdade de fazer o bem e o mal. Há umarelação estreita entre o conceito de liberdade e a visãode mundo. A liberdade é a passagem do “eu penso” parao “eu ajo”, num sentido de agir livremente para o mal. Aoposição entre o bem e o mal se apresenta como opçãoigualmente pertinente da ação humana livre.Pode-se dizer que o homem é fraco, que ele não resisteàs suas propensões e às suas paixões. Nesta perspectiva,não se pode dizer que ele age segundo um mal inteligente-mente concebido. Mas é igualmente claro que o mal, umavez inteligentemente ativado, porá a seu serviço a naturezaanimal do homem, que é sua condição de possibilidadematerial e não formal provindo esta da liberdade. 
 Referência: Rosenfield, Denis L. Do mal. Para introduzir em filosofiao conceito de mal. LPM. 1988
Reexões sobre o Bem e o Mal
- A luz e as Trevas
Ela estava cada vez mais preocupada com seu marido.Moradores de Vitória no Espírito Santo, ele sofria de alcoolis-mo e estava viciado em crack há muitos anos.Em decorrência do uso excessivo de álcool e drogas elejá havia enfartado duas vezes. Vários medicamentos ha-viam sido prescritos, mas Terezino não gostava de tomarremédios.Com uma situação insustentável dentro do lar, ela resol-veu procurar ajuda na Defensoria Pública local. Algo preci-sava ser feito.Na Defensoria foi ouvida e orientada e, junto com o de-fensor público tomou a decisão: internar Terezino, mesmocontra a sua vontade em uma clínica de reabilitação, para oseu próprio bem.O Defensor Público Carlos Eduardo Rios do Amaral entroucom o processo e pediu à juíza da Vara da Fazenda Públi-ca que o estado do Espírito Santo e o município de Vitóriainternassem Terezino para a realização de um tratamentomédico-psiquiátrico de desintoxicação, com base na Cons- tituição Federal e no Decreto 24.554 de 1934 que admite ainternação de drogados a pedido de seu cônjuge.A juíza Maria Nazareth Caldonazzi de Figueiredo Cortes aoanalisar o pedido, considerou real a necessidade da interna-ção para proteção da saúde e da vida de Terezino, bem comoa segurança e a paz de sua família. Decidiu interná-lo.Na decisão a juíza ainda ressaltou que medidas desta na- tureza visam resguardar a família e a sociedade contra qual-quer ato que venha a ser praticado pelo dependente quími-co. Em razão da urgência determinou a internação imediataem uma clínica de reabilitação de toxicômanos, devendo oestado e o município arcar com as despesas, inclusive deexames, consultas, transferência hospitalar e todo o trata-mento, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (Processo0007598-80.2013.8.08.0024)A droga corrói nossa sociedade. Infelizmente ela está pre-sente em locais mais próximos do que possamos imaginar.O desespero de familiares e amigos quando descobrem quealguém próximo já está no vício é algo que entristece lares eambientes de trabalho. Por mais que sejam tomadas açõesde combate ao tráfico, ainda enxergamos a existência e acirculação deste mal. Temos que torcer, todos que temosfilhos, que este mal se afaste dos nossos lares e da nossavizinhança, pois o dependente se pudesse não estaria nes-sa, não deixaria sua vida ter se tornado essa desgraça. Sepudesse voltar no tempo, ele não teria entrado. Mas agora,muitos não conseguem sair, e precisam de ajuda. Às vezes,a internação é a única alternativa ou última chance de umafamília em desespero...
Das minhas leituras da madrugada: “Pedimos conse-lhos quando já temos uma resposta que preferíamos nãoter” - Erica Jong
Pelo bem da família...
 
Sexta-feira, 26 de abril de 2013 
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GERAL

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