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Unidade II - Tema 2 - Escola Espaço de Transformação Social FGF DE FEVEREIRO DE 2013 PARA PUBLICAR

Unidade II - Tema 2 - Escola Espaço de Transformação Social FGF DE FEVEREIRO DE 2013 PARA PUBLICAR

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1FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZALICENCIATURA EM BIOLOGIAREFLEXÕES ACADÊMICASUnidade II - Tema 2 - Escola: Espaço de Transformação SocialPágina 9 de 102.4 - AutoavaliaçãoA escola necessita ser repensada.
Reflexões preliminares.
O livreto Mutações em educação segundo Mc Luhan, é recheado de reflexões muitorelevantes sobre a necessidade de mudanças na educação, por consequência dasmudanças sociais e culturais, com a chegada de novos meios de comunicação e novasmaneiras de se apropriar do conhecimento do mundo. O livro traz algumas citaçõesinteressante e foi escrito por Lauro de Oliveira Lima, publicado em 1979, o autor citafrases do educador e comunicólogo canadenseMarshall McLuhan, estabelecendo pontese reflexões acerca do anacronismo, a estagnação e a dificuldade da atualização dasmaneiras de se comunicar nas escolas; criticando a figura arcaica do professor-emissorpara a possibilidade de novos processos de comunicação e de auto-informação doaluno(Fonte: LIMA, Lauro de Oliveira. Mutações em Educação Segundo McLuhan.Petrópolis: Vozes, 1979).1 - Considerando-se a função apontada para a escola, neste século, qual é a sua opiniãosobre as reflexões de McLuhan apresentadas abaixo.“Haverá um dia – talvez este já seja realidade - em que as crianças aprenderão muitomais – e muito mais rapidamente, em contato com o mundo exterior do que no recintoescolar”.Internet.Tornou-se corriqueiro o noticiário de evasão escolar e – o pior – da agressão aprofessores, coisa impensável tempos atrás. O senso comum é de que a escola brasileira
 
2está em crise. Alunos desmotivados, professores encurralados e os governos vomitandopropaganda de que investem em educação. Temos de verificar se esses investimentosestão direcionados no rumo certo ou apenas cumprem a Lei Calmon, que obriga aaplicação na área de 25% da arrecadação geral. Há casos de prédios modernos comequipamentos deficientes e pessoal de fraca qualificação, outros de professores capazessem a menor infraestrutura e, ainda, de alunos que não se deram conta da razão para sefreqüentar a escola. A escola particular é exemplo de que o investimento e otreinamento de pessoal dão bons rendimentos, mas ela é exceção, pois a grande maioriada população não tem como pagar suas mensalidades e depende do ensino público que,segundo a Constituição, é direito do cidadão e dever do Estado. Um deverpessimamente cumprido, pois se aplica um quarto de todos os impostos arrecadados e,mesmo assim, a escola é precária. É, acima de tudo, patriótico, lutarmos por umareforma ampla, geral e irrestrita na área da Educação. Governo e sociedade precisamunir esforços para tornar a escola brasileira capaz de qualificar os alunos para o mercadode trabalho. E toda a força de comunicação tem de, necessariamente, voltar-se paraconscientizar o povo quanto à utilidade da educação e do ensino para oencaminhamento da vida pessoal, profissional e econômica de cada indivíduo. Há quese criar a crença de que, sem a freqüência e o bom aproveitamento escolar, o indivíduonão irá a lugar algum. A educação era (até agora) tarefa relativamente simples: bastavadescobrir as necessidades da maquina social e depois recrutar e formar o pessoal que aelas correspondesse. Nos anos 60 e 70, diversos autores procuraram dar conta dasdiversas mudanças na educação impelidas pela vertiginosa evolução da mídia. Osmídia-educadores (ou educomunicadores) vieram experimentar a mídia em sala-de-aula,ou em ambientes alternativos a ela, a fim de levar à educação o colorido que ela nãoteriam sabido acompanhar, tornando-se obsoleta. Marshall McLuhan foi capaz deprever importantes mudanças na Escola, numa época em que ainda não se falava emuma convergência entre comunicação e educação. A visão do papa da comunicaçãochegou a perceber que as escolas dispensam, mais e mais, energias diversas, preparandoos escolares para um mundo que já não existe. Antecipou que haverá um dia - talvezeste já seja uma realidade - em que as crianças aprenderão muito mais - e muito maisrapidamente - em contato com o mundo exterior do que no recinto da escola. McLuhantambém deu conta de que era necessário que a educação fosse permanente,abandonando a cultura do diploma, fechada num corpo de conhecimentos (LIMA,1978). Felizmente, este educomunicador avant garde errou ao prenunciar que o
 
3professor desapareceria e que o livro daria lugar às publicações periódicas; mas éincontestável o quanto a informação abundante vem transformando o papel do professore do livro. Desde os primeiros anos do Ensino Fundamental até a conclusão daEducação Básica, espera-se que crianças e jovens desenvolvam conhecimentos ehabilidades para se comunicar, compreender o mundo, fazer escolhas e desenvolversuas potencialidades. Esses conteúdos de instrução e formação, adequados à faixa etáriade cada etapa escolar, são relacionados sempre que possível à vida e ao contexto dosalunos. Eles podem também ser objeto de atividades mais significativas e estimulantesdo que os rotineiros deveres e tarefas de casa, pois é maior o envolvimento dos alunosquando o que se aprende na escola está associado ao que se faz fora dela
(BAUMAN,Zigmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. LIMA,Lauro de Oliveira. Mutações em educação segundo McLuhan. 8ª ed, Petrópolis:Vozes, 1978. MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,2004).Educação para cidadania.
A formação do ser humano começa na família. Ali, tem início um processo dehumanização e libertação; é um caminho que busca fazer da criança um ser civilizado, ebem cedo a escola participa desse processo. Com o conhecimento adquirido na escola, oaluno se prepara para a vida. Passa a ter o poder de se transformar e de modificar omundo onde vive. Educar é um ato que visa à convivência social, a cidadania e atomada de consciência política. A idéia de educação deve estar intimamente ligada às deliberdade, democracia e cidadania. A educação não pode preparar nada para ademocracia a não ser que também seja democrática. Seria contraditório ensinar ademocracia no meio de instituições de caráter autoritário. Bóbbio (2002) afirma que “ademocracia não se refere só à ordem do poder público do Estado, mas deve existir emtodas as relações sociais, econômicas, políticas e culturais. Começa na relaçãointerindividual, passa pela família, a escola e culmina no Estado. Uma sociedadedemocrática é aquela que vai conseguindo democratizar todas as suas instituições epráticas”(BOBBIO, Norberto. Teoria geral da política. Rio de Janeiro: Campus, 2002.LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. PERUZZO,Cecília M. K. Comunicação nos movimentos populares: a participação na construção dacidadania. Petrópolis: Vozes, 1998).

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