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Avaliação Formativa IV - Explique por que se costuma dizer que o homem, e não a mulher, é o responsável pela definição do sexo dos seus respectivos filhos

Avaliação Formativa IV - Explique por que se costuma dizer que o homem, e não a mulher, é o responsável pela definição do sexo dos seus respectivos filhos

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FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZALICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIACESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVAProf. Dr. Rickardo Léo Ramos GomesAvaliação Formativa IV - Explique por que se costuma dizer que o homem, e não amulher é o responsável pela definição do sexo dos seus respectivos filhos?A escola, em sua função social, caracteriza-se como um espaço democrático que deveoportunizar a discussão de questões sociais e possibilitar o desenvolvimento dopensamento crítico. Para isso, faz-se necessário que o (a) professor (a) tragainformações e contextualize-as, além de contribuir, oferecendo caminhos para que o (a)discente adquira mais conhecimentos. É também um ambiente de sociabilidade entre ascrianças, o que acarreta na difusão sócio-cultural, incluindo as relações de gênero.Determinar o sexo dos filhos é o desejo da grande maioria dos pais, mas como veremosem seguida, essa determinação depende de fatores genéticos. Alguns médicos, como oginecologista e obstetra americano Landrum B. Shettles, afirma que é possível simescolher o sexo do bebê e para isso basta seguir à risca o método proposto por ele, quepode ser encontrado no livro “Como escolher o sexo de seu bebê”. Cientistas britânicosda Universidade de Exeter e Oxford publicaram um estudo em que 740 mulheres emprimeira gravidez foram observadas. A partir dessas observações, eles afirmaram que adieta alimentar das mães antes da concepção e durante as primeiras semanas da gestaçãoinfluenciaram na determinação do sexo de seus bebês. Ainda segundo a pesquisa, asmulheres que tiveram alimentação mais calórica foram mães de meninos, enquanto asmulheres que mantiveram uma alimentação menos calórica foram mães de meninas.Porem veja na linha do raciocínio genético.A determinação do sexo ocorre no momento da fecundação do óvulo. Nos mamíferos,essa determinação é feita através dos cromossomos sexuais encontrados nos gametasmasculinos, que são os espermatozoides (XY), e no gameta feminino, que é o óvulo(XX). Sabemos que a espécie humana possui 46 cromossomos, sendo que 23 dessescromossomos foram doados pela mãe (no óvulo) e os outros 23 cromossomos foramdoados pelo pai (no espermatozoide). Por as fêmeas possuírem cromossomos
 
homólogos, ou seja, iguais (XX), elas poderão doar a seus filhos somente ocromossomo sexual X, concluindo então que a mãe não tem papel significativo nadeterminação do sexo. Diante disso, podemos afirmar que a determinação do sexo éfeita pelo pai, pois ele pode doar o cromossomo sexual X, dando origem a um bebê dosexo feminino, ou o cromossomo sexual Y, dando origem a um bebê do sexo masculino.Nos mamíferos, é conhecido um gene presente no cromossomo Y, chamado de SRY(sex-determining region Y), que determina o desenvolvimento de testículos e,consequentemente, o sexo masculino no bebê((ALTMANN, Helena. Orientação sexualnos parâmetros curriculares nacionais. Revista Estudos Feministas. vol.9. n.2Florianópolis , 2001; ANDRADE, Sandra dos Santos. Mídia, corpo e educação: aditadura do corpo perfeito. In: Meyer, Dagmar Estermann & Soares Rosangela deFatima Rodrigues(org.). Corpo, genero e sexualidade. Porto Alegre: Mediação, 2004;ALBERNAZ, Lady Selma; LONGHI, Márcia. Para compreender gênero: uma pontepara relações igualitárias entre homens e mulheres. In: SCOTT, Parry; LEWIS, Liana;QUADROS, Marion Teodósio de. Gênero, diversidade e desigualdades na Educação:interpretações e reflexões para a formação docente. Recife: Editora Universitária UFPE,2009, p. 75-95; ANJOS, Gabrielle dos. Sociologias, Identidade sexual e identidade degênero: subversões e permanências. Porto Alegre, ano 2, nº 4, jul/dez 2000, p.274-305;BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. I. 3 ed. Rio de janeiro: Nova Fronteira,1980; BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial CurricularNacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC / SEF, 1998. 3v.; BRASIL. Secretariade Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:terceiro e quarto ciclos.Apresentação dos temas transversais. Brasília: MECSEF, 1998; BRASIL. Secretaria deEducação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Pluralidade cultural:orientação sexual. 2 ed. Rio de Janeiro: DP e A, 2000; BRITZMAN, Deborah.Sexualidade e cidadania democrática. IN: SILVA, Luiz Heron. A escola cidadã nocontexto da globalização. Petrópolis, Vozes, 1998.p. 154-171; CAMARGO, Ana MariaFaccioli de; RIBEIRO, Cláudia. Sexualidade(s) e Infância(s): a sexualidade como tematransversal. Campinas, SP: Moderna, 1999; CLAM/IMS/UERJ. Gênero e diversidade naescola: formação de professoras/ES em gênero, sexualidade, orientação sexual erelações étnico-raciais. Caderno de atividades. Rio de Janeiro: CEPESC, 2009);Muitas teorias foram elaboradas e diversos estudos foram e ainda estão sendo realizadossobre esse assunto muito contestado no meio científico. Essa questão será, com certeza,

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