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Sete Erros Fatais do Relativismo Moral « A Fé Explicada

Sete Erros Fatais do Relativismo Moral « A Fé Explicada

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01/01/13SeteErros Fatais doRelativismoMoral«AFéExplicada 1/4afeexplicada.wordpress.com/2012/12/29/sete-erros-fatais-do-relativismo-moral/
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Sete Erros Fatais do Relativismo Moral
29 dez
 A consciência/percepção de moralidade leva a Deus tanto quanto a consciência/percepção de queda demaçãs leva à gravidade. (Roger Morris)
 O Relativismo moral é um tipo de subjetivismo que sustenta que asverdades morais são preferências muito parecidas com os nossosgostos em relação a sorvete, por exemplo. O relativismo moral ensinaque quando se trata de moral, do que é eticamente certo ou errado, aspessoas podem e devem fazer o que quer que sintam ser o certo paraelas. Verdades éticas dependem de indivíduos, grupos e culturas queas sustentam. Porque acreditam que a verdade ética é subjetiva, aspalavras como
devem
ou
deveriam
não fazem sentido porque a moralde todo mundo é igual; ninguém tem a pretensão de uma moralobjetiva que seja pertinente aos outros. O relativismo não exige umdeterminado padrão de comportamento para todas as pessoas em situações morais semelhantes.Quando confrontadas com exatamente a mesma situação ética, uma pessoa pode escolher umaresposta, enquanto outra pode escolher o oposto. Não há regras universais de conduta que seapliquem a todos. O relativismo moral, num sentido prático, é completamente inviável. Que tipo de mundo seria onosso se o relativismo fosse verdade? Seria um mundo em que nada estaria errado – nada seriaconsiderado mau ou bom, nada digno de louvor ou de acusação. A justiça e a equidade seriamconceitos sem sentido, não haveria responsabilização, não haveria possibilidade de melhoriamoral, nem discurso moral. Um mundo em que não haveria tolerância. Este é o tipo de mundoque o relativismo moral produz. Vejamos os sete erros fatais do Relativismo: 
1. Relativistas morais não podem acusar de má conduta a outras pessoas
.
O relativismo tornaimpossível criticar o comportamento dos outros, porque, em última análise, nega a existência dealgo como ”má conduta”. Se alguém acredita que a moralidade é uma questão de definição
 
01/01/13SeteErros Fatais doRelativismoMoral«AFéExplicada 2/4afeexplicada.wordpress.com/2012/12/29/sete-erros-fatais-do-relativismo-moral/
pessoal, então abre mão da possibilidade de fazer juízos morais objetivos sobre as ações dosoutros, não importa quão ofensivas elas sejam para o seu senso intuitivo de certo ou errado. Istosignifica que um relativista não pode racionalmente se opor ao assassinato, ao estupro, ao abusoinfantil, ao racismo, ao sexismo ou à destruição ambiental, se essas ações forem consistentes com oentendimento pessoal sobre o que é certo e bom por parte de quem as pratica . Quando o certo e oerrado são uma questão de escolha pessoal, nós abdicamos do privilégio de fazer julgamentosmorais sobre as ações dos outros. No entanto, se estamos certos de que algumas coisas devem sererradas e que alguns julgamentos contra a conduta de outros são justificados – então o relativismoé falso. 
2. Relativistas não podem reclamar do problema do mal.
A realidade do mal no mundo é umadas primeiras objeções levantadas contra a existência de Deus. Toda esta objeção sefundamenta na observação de que existe mal verdadeiro. Mas mal objetivo não pode existir se osvalores morais são relativos ao observador. O relativismo é inconsistente com o conceito de que omal moral verdadeiro existe, porque nega que qualquer coisa possa ser objetivamente errada. Senão existe um padrão moral, então não pode haver desvio do padrão. Assim, os relativistas devemabandonar o conceito de verdadeiro mal e, ironicamente, também abandonar o problema do malcomo um argumento contra a existência de Deus. 
3.
Relativistas não podem condenar alguém ou aceitar elogios
.
O relativismo torna osconceitos de louvor e condenação sem sentido, porque nenhum padrão externo de medição defineo que deve ser aplaudido ou condenado. Sem absolutos, nada é, em última análise, ruim,deplorável, trágico ou digno de condenação. Nem é qualquer coisa, em última análise, boa,honrada, nobre ou digna de louvor. Relativistas são quase sempre inconsistentes nesse ponto,porque eles procuram evitar condenação, mas prontamente aceitam elogios. Se a moralidade éuma ficção, então os relativistas também devem remover as palavras
aprovação
e
condenação
deseus vocabulários. Mas se as noções de elogio e crítica são válidas, então o relativismo é falso. 
4. Relativistas não podem fazer acusações de parcialidade ou injustiça.
De acordo com orelativismo, as noções de equidade e justiça são incoerentes, já que ambos os conceitos ditam queas pessoas devem receber igualdade de tratamento com base em alguma norma externaacordada. No entanto o relativismo acaba com qualquer noção de normas vinculativas externas. Justiça implica punir aqueles que são culpados de um delito. Mas, sob o relativismo, a culpa e acondenação não existem – se nada for finalmente imoral, não há acusação e, portanto, nenhumaculpa digna de punição. Se o relativismo é verdadeiro, então não há tal coisa como justiçaou equidade, porque ambos os conceitos dependem de um padrão objetivo do que é certo. Se,porém, as noções de justiça e equidade fazem sentido, então o relativismo é refutado. 
5. Relativistas não podem melhorar a sua moralidade.
Relativistas podem mudar a sua éticapessoal, mas eles nunca podem se tornar pessoas melhores. De acordo com o relativismo, a éticade uma pessoa nunca pode se tornar mais ‘moral’. A ética e a moral podem mudar, mas nuncapodem melhorar, já que não existe um padrão objetivo pelo qual medir esse melhoramento. Se,
 
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no entanto, o melhoramento moral parece ser um conceito que faz sentido, então o relativismo éfalso. 
6. Relativistas não conseguem manter discussões morais significativas
.
O que há para falar?Se a moral é totalmente relativa e todas as opiniões são iguais, então não há uma maneira depensar melhor do que outra. Não há uma posição moral que possa ser considerada comoadequada ou deficiente, razoável, aceitável, ou até mesmo bárbara. Se disputas éticas só fazemsentido quando a moral é objetiva, então o relativismo só pode ser vivido de forma consistente seseus defensores ficarem em silêncio. Por esta razão, é raro encontrar um relativista racional econsistente, já que a maioria deles são rápidos para impor suas próprias regras morais, como, porexemplo, ”é errado forçar sua própria moralidade nos outros”. Isso coloca os relativistas em umaposição insustentável: se falam sobre questões morais, eles abandonam seu relativismo; se nãofalam, eles abrem mão de sua humanidade. Se a noção de discurso moral faz sentidointuitivamente, então o relativismo moral é falso. 
7. Relativistas não podem promover a obrigação de tolerância.
A obrigação moral relativistade ser tolerante é auto-refutante. Ironicamente, o princípio da tolerância é considerado uma dasvirtudes principais do relativismo. A moral é individual, assim eles dizem, e, portanto, devemostolerar os pontos de vista dos outros e não julgar seu comportamento e atitudes. No entanto, senão existem regras morais objetivas, não pode haver nenhuma regra que exija a tolerância comoum princípio moral que se aplica igualmente a todos. De fato, se não absolutos morais, por queser tolerante afinal? Relativistas violam seu próprio princípio de tolerância quando não conseguemtolerar as opiniões daqueles que acreditam em padrões objetivos morais. Eles são, portanto, tãointolerantes quanto freqüentemente acusam os que defendem a moral objetiva de ser. O princípiode tolerância é estranho ao relativismo. Se, por outro lado, a tolerância parece ser uma virtude,então o relativismo é falso. 
O relativismo moral é falido. Não é um verdadeiro sistema moral.
É auto-refutante. Ehipócrita. É logicamente inconsistente e irracional. É seriamente abalado com simples exemplospráticos. Torna ininteligível a moralidade. Nem mesmo é tolerante! O princípio de tolerância sófaz sentido em um mundo no qual existem absolutos morais, e somente se um desses padrõesabsolutos de conduta for “Todas as pessoas devem respeitar os direitos dos outros que diferem emconduta ou opinião”. A ética da tolerância pode ser racional somente se a verdade moral forobjetiva e absoluta, não subjetiva e relativa. A tolerância é um princípio “em casa” no absolutismomoral, mas é irracional de qualquer perspectiva do relativismo ético. Deixe um comentárioPublicado por afeexplicada em 29/12/2012 em Relativismo Tags: Relativismo 

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