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Mapa de conflitos causados por Racismo Ambiental no Brasil

Mapa de conflitos causados por Racismo Ambiental no Brasil

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"Há suspeitas de acordos políticos e econômicos que estejam mascarando a intenção dos países vizinhos a se beneficiarem ilegalmente dos nossos recursos através de sondas..."

levantamento inicial
junho de 2007
Pesquisa: Tereza Ribeiro
Coordenação: Tania Pacheco
"Há suspeitas de acordos políticos e econômicos que estejam mascarando a intenção dos países vizinhos a se beneficiarem ilegalmente dos nossos recursos através de sondas..."

levantamento inicial
junho de 2007
Pesquisa: Tereza Ribeiro
Coordenação: Tania Pacheco

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Mapa de conflitoscausados por Racismo Ambientalno Brasil
levantamento inicial junho de 2007
Pesquisa: Tereza RibeiroCoordenação: Tania Pacheco
 
2
Índice dos estados em ordem alfabética:
ACRE ............................................................................................. 3ALAGOAS .................................................................................... 10AMAPÁ ........................................................................................ 14AMAZONAS ................................................................................ 19BAHIA .......................................................................................... 25CEARÁ ......................................................................................... 46ESPÍRITO SANTO ....................................................................... 52GOIÁS .......................................................................................... 60MARANHÃO ............................................................................... 61MATO GROSSO DO SUL ........................................................... 74MATO GROSSO .......................................................................... 80MINAS GERAIS .......................................................................... 93PARÁ ............................................................................................ 99PARAÍBA ..................................................................................... 120PARANÁ ...................................................................................... 123PERNAMBUCO ........................................................................... 125PIAUÍ ............................................................................................ 130RIO DE JANEIRO ....................................................................... 134RIO GRANDE DO NORTE ........................................................ 150RIO GRANDE DO SUL ............................................................. 151RONDÔNIA ............................................................................... 156RORAIMA .................................................................................. 170SANTA CATARINA ................................................................. 176SÃO PAULO .............................................................................. 183SERGIPE ..................................................................................... 187TOCANTINS .............................................................................. 189
 
3
ACRE
Região Conflitos Grupo Atingido Agressores Apoios,articulações e parceriasTerras Indígenas doArara do Amônia, emMarechal Thaumaturgo,e adjacentes(MAPA)
 
Sobreposições entreterras indígenas eunidades deconservação; retirada demadeiraIndígenas Apolima-Arara(Terra Indígena do Ararado Amônia), Kaxinawá,Manchineri, Jaminawa, Nawa e Nikini
 
Associação deMoradores do SeringalCurralinho e Alto Envira(AMSCAE), Sindicatodos TrabalhadoresRurais, Conselho Nacional de Seringueirose Câmara de Vereadores,Ibama e Incra
 
ConselhoIndigenistaMissionário (Cimi)Organização dosPovos Indígenasdo Rio Envira(OPIRE), Uniãodas NaçõesIndígenas do Acree Sul do Amazonas(UNI)Comunidades indígenas sofrem pressão de seringueiros e do Estado, com retirada de madeiras, invasão de terras, demarcaçõessobrepostas de UCs, Existe descaso do governo, através do (Ibama) e lentidão no processo de demarcação.1-
TI Kaxinawá do Seringal Curralinho
 Em outubro de 2001, a FUNAI formou GT, coordenado pelo antropólogo Jacó Picolli (UFAC), para identificar essa terra. Otrabalho de campo foi prematuramente encerrado, em dezembro, devido a ameaças e constrangimentos protagonizados por extrativistas e agricultores dos seringais incluídos na área proposta, e de seu entorno, em oposição à identificação. Tentativas dediálogo feitas pelo Administrador Regional da FUNAI, junto à Associação de Moradores do Seringal Curralinho e Alto Envira(AMSCAE), ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, ao Conselho Nacional de Seringueiros e à Câmara de Vereadores, poucosfrutos renderam e, ao contrário, cristalizaram as divergências. Documentos divulgados pela Organização dos Povos Indígenas doRio Envira (OPIRE) e a União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas (UNI) repudiaram a obstrução do trabalho do GT,hipotecaram apoio aos Kaxinawá e exigiram o reconhecimento oficial da terra.(...) O início da regularização dessa terra indígena está paralisada, portanto, há mais de quatro anos, à espera que o coordenador finalize o relatório, cumprindo com compromissos assumidos com os Kaxinawá e em contrato assinado com o PPTAL. Para oavanço dessa regularização, é necessário também que os órgãos indigenista e ambiental trabalhem de forma articulada, uma vez quea retomada da identificação pela FUNAI parece depender do início, pelo IBAMA, dos estudos para a criação da unidade deconservação no entorno da terra indígena. Tentativas de construir consensos entre esses órgãos foram realizadas, em 2002 e 2003,sem resultados posteriores.Em final de fevereiro de 2006, reunião promovida pelo Administrador da FUNAI em Rio Branco, com a presença da liderançaKaxinawá, resultou em novas evasivas do coordenador do GT quanto à definição de um prazo para a conclusão do relatório. Emoutra reunião, na sede da Administração Executiva da FUNAI (AER-RBR), com a coordenadora da CGID/DAF, em março, ficouacertada a formação de um novo GT para concluir a identificação.2-
TI Arara do Rio Amônia
 Em dezembro de 2001, a FUNAI constituiu GT para a identificação dessa terra, coordenado pelo antropólogo Walter CoutinhoJúnior. O trabalho de campo do GT foi marcado por tensões com as famílias de extrativistas e agricultores ocupantes da áreaestudada. O respectivo relatório, propondo uma extensão de 16.900 ha para a terra Arara, foi entregue à CGID/DAF em maio de2003.Dentre os fatores que retardaram o início dessa regularização estiveram, primeiro, a não aceitação pelos próprios Arara da propostaapresentada pelo GT; e, segundo, a oposição demonstrada pelos moradores brancos e pelas associações da Reserva Extrativista(Resex) do Alto Juruá e do Projeto de Assentamento (PA) Amônia, áreas sobre as quais passaram a incidir partes da terra indígena proposta. Certos moradores da Resex e do PA, que alegaram já terem sido "expulsos do rio Amônia pela FUNAI", quando dademarcação física e da indenização dos ocupantes da TI Kampa do Rio Amônea, em 1992, opuseram-se a um novo deslocamentode suas famílias. Alegaram ainda a inexistência de áreas disponíveis de floresta em Marechal Thaumaturgo, onde pudessem ser reassentados e viver com dignidade.(...) Segundo o governo estadual, face aos obstáculos ao reconhecimento de sua terra, as lideranças Arara teriam demonstrado, maisrecentemente, disposição de readequar os limites propostos no último relatório da FUNAI, excluindo uma pequena parte incidentena Resex do Alto Juruá, onde há quantidade significativa de famílias de não-índios. Essa atitude seria demonstração do desejo dosArara de construir um consenso que viabilize a delimitação de sua terra, o levantamento das benfeitorias das demais famílias deocupantes, sua indenização e seu posterior reassentamento.A solução desta complexa situação não parece, todavia, tão próxima como avalia o governo estadual. Indicação disso foi a retençãode um fiscal do IMAC pelas lideranças Arara, a 5 de maio último, em protesto contra a retirada de madeira por parceleiros do PA,autorizada pelo órgão, em lotes incidentes na proposta de terra indígena. Após o IMAC, o IBAMA, a FUNAI e Polícia Federal sefazerem presentes no Amônia, e a retirada de madeira ter sido por ora suspensa, o administrador da AER-RBR se comprometeu,novamente, a fazer gestões junto à DAF para a retomada dos procedimentos necessários à delimitação da terra indígena.3-
TI Manchineri do Seringal Guanabara
 Em novembro de 2003, a FUNAI constituiu um GT, sob a coordenação do técnico em indigenismo e "antropólogo" RaimundoTavares Leão (AER-RBR), para realizar os estudos de identificação dessa terra. Em junho de 2004, versão preliminar do relatóriofoi encaminhada à análise da CGID/DAF, propondo uma extensão de 213.254 ha.Em novembro de 2004, após vistoria técnica realizada na região, o IBAMA, o INCRA e o governo estadual se manifestaramcontrários à proposta de limites contida no relatório, alegando que conflitos com os demais moradores poderiam surgir e que a

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