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# - Moura Rego - Kardec Quem Foi - [ Espiritismo]

# - Moura Rego - Kardec Quem Foi - [ Espiritismo]

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05/03/2013

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Moura Rêgo
 
 
 ALLAN KARDEC 
 Nome:
 Hypolite Denizard Leon Rivail 
 
Obs:
 Hypolite
- com apenas um “p”
 Denisard 
- com “s”
 Leon
- sem acento agudoLivro:
 Allan Kardec
– Análise de Documentos BiográficosAutor: Jorge Damas Martins – Stenio Monteiro de BarrosCópia da certidão de nascimento de
Kardec
:
 
 
Certidão de nascimento de
 Allan Kardec
Sábio pesquisador, Canuto Abreu ensina: “em matéria de nomes próprios comvários derivados regionais ou tribais, a melhor regra é seguir a grafia do registro civil”.
Pai
:
 Jean Baptista Antonie
 
 Rivail
– homem de lei – (juiz)
Mãe
:
 Jeanne Louise Duhamel
.Conforme
 Anna Blackwell
: “Sra.
 Duhamel
era uma mulher notavelmente bela, prendada, elegante e afável, a quem o filho devotava profundo afeto”Por razões médicas a Sra.
 Duhamel
se restabelecia no estabelecimento de ÁguasMinerais, na rua Sala, onde deu à luz
 Hypolite
 
 Leon
 
 Denisard 
 
 Rivail
. Na RE (Revista Espírita), junho de 1862, Artigo “Assim se escreve a História”,
 Allan
 
Kardec
cita: para começar jamais morei em
 Lyon
. Explica-se: Nasceu em
 Lyon
eapós o restabelecimento materno, foi para
 Bourg de Lain
onde residiam seus pais.(Análise de documentos Biográficos)
Nascimento
:
03/10/1904
 Residência: Rua Sala, 74 – 
 Lyon
– França (cf. cópia da certidão)Hora: 19 horasMédico:
Sr.Pierre Rodamel
Canuto Abreu (O livro dos espíritos e a sua tradição histórica e lendária) traçaelegante perfil do Sr.
 Rivail
:“O esposo – 
 Hipolyte
em família, Professor 
 Rivail
na sociedade e
 Hipolyte Leon
 
 Denisard 
 
 Rivail
na literatura – era, desde os 18 anos, mestre colegial de Ciências eLetras e, desde os 20 anos, renomado autor de livros didáticos.Salientou-se na profissão para qual fora aprimoradamente educado, na Suíça, pelo maior pedagogo do primeiro quarto de século XIX, de fama mundial e até hojemodelo dos mestres:
Pestalozzi
. E sucedeu ao próprio mestre, em Paris.De cultura acima da normal, nos homens ilustres da sua idade e do seu tempo,impôs-se ao geral respeito desde moço. Temperamento infenso à fantasia, sem instinto poético nem romanesco, todo inclinado ao método, à ordem, à disciplina mental, praticava, na palavra escrita ou falada, a precisão, a nitidez, a simplicidade, dentro dumvernáculo perfeito escoimado de redundâncias.De estatura meã, apenas 1.65 centímetros, e constituição delicada, emborasaudável e resistente, o Professor 
 Rivail
tinha um rosto sempre pálido, chupado, dezigomas salientes e pele sardenta, castigada de rugas e verrugas. Fronte verticalcomprida e larga, arredondada ao alto, erguida sobre arcadas orbitárias proeminentes,com sobrancelhas abundantes e castanhas. Cabelos lisos... repartidos, na frente daesquerda para a direita, sem topete, confundidos, nos temporais, com barbas..que lhedesciam até o lóbulo das orelhas e cobriam, na nuca, o colarinho duro de pontas coladasao queixo. Olhos pequenos e afundados, com olheiras e pápulas. Nariz grande,ligeiramente acavaletado perto dos olhos, com largas narinas entre rictos arqueados eausteros. Bigodes rarefeitos, aparados à borda do lábio...para triangular sobre o beiço,disfarçando uma pinta cabeluda. Semblante severo quando estudava...mas cheio devivacidade amena e sedutora quando ensinava ou palestrava.O que ele mais impressionava era o olhar estranho e misterioso, cativante pela brandura das pupilas pardas, autoritário pela penetração a fundo na alma do interlocutor.Pousava sobre o ouvinte como suave farol e não se desviava abstrato para o vago senãoquando meditava, a sós. E o que mais personalidade lhe dava era a voz, clara e firme detonalidade agradável e oracional, que podia escalar agradavelmente, desde o murmúrioacariciante até as explosões da eloqüência parlamentar.Sua gesticulação era sóbria, educada. Quando distraído, a ler ou a pensar cofiavaos favoris. Quando ouvia uma pessoa, enfiava o polegar direito no espaço entre os dois botões do colete, a fim de não aparentar impaciência e, ao contrário, convencer de suatolerância e atenção. Conversando com discípulos ou amigos íntimos, apunha algumas

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