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Trabalho Realizado por:
Mário Matos, nº 18672Manuel Bogalheiro, nº 1904
 
 pág. 2
Índice
I . Introdução pág.03II . Teoria crítica da Escola de Frankfurt pág.04Indústria cultural como sistema pág.05O indivíduo na era da indústria cultural pág.06A qualidade dos produtos culturais pág.07Romances populares pág.08
 
Música ligeira pág.08Filme pág.08
 
 Novelas (televisão) pág.08
 
Os efeitos dos
mass media
 pág.09Os géneros pág.09O expoente de Habermas pág.10Características fundamentais da Teoria Crítica pág.11Teoria de inspiração marxista pág.11
 
Estudo da sociedade industrializada pág.11
 
Passagem do paradigma da qualidade para o da quantidade pág.11Manipulação ideológica pág.11
 
III . Aspectos positivos da Teoria Crítica pág.12IV . Aspectos negativos da Teoria Crítica pág.15Bibliografia pág.19
 
 pág. 3
I.
 
IntroduçãoApesar de ser um chavão moderno, é irrefutável que vivemos no mundo doespectáculo. O entretenimento e os conteúdos desempenham na sociedade de massas,um lugar tão importante como o da informação. A própria informação cede cada vezmais ao entretenimento. Relativamente a este tema, a Escola de Frankfurt, com a suateoria crítica, foi o primeiro grande movimento teórico a reflectir na produção em massade conteúdos culturais e produtos artísticos e de entretenimento.O impacto da Teoria Crítica do Instituto de Pesquisa Social da Escola deFrankfurt extrapolou o seu domínio, inicialmente algo restrito de especulação filosóficae social, e estendeu-se a áreas como a sociologia, os denominados
cultural studies
, asciências políticas, os estudos sobre a ideologia e a comunicação. Todavia, enquantosistema de posições radicais, a Teoria Crítica suscitou desde o seu início manifestaçõesde contestação e aprovação. Neste aspecto, seria uma via de reflexão, equacionar osvários argumentos, positivos ou negativos, que até aos dias de hoje foram motivados pelas teses da escola de Frankfurt avaliando a validade de tais críticas. No entanto, para o efeito do nosso trabalho, interessa-nos rever a Teoria Crítica àluz do presente de modo a retirar conclusões sobre a sua actualidade e sobre os seusaspectos teóricos que o tempo e a realidade revelaram como equívocos (ideológicos ehistóricos), o que para este propósito não podemos ignorar algumas das discussões passadas em torno desta teoria.Assim, dividimos o nosso trabalho em duas partes. A primeira trata-se derecuperar as linhas básicas da Escola de Frankfurt. Numa segunda parte, procede-se àavaliação crítica, à luz do presente, das teorias frankfurtianas, que simultaneamentefuncionará como conclusão deste trabalho.
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