Art. 4ºNo caso de dissolução da sociedade conjugal, pôr morte de um dos cônjuges, o sobrevivente apresentarádeclaração derendimento relativa às importâncias que perceber do seu trabalho próprio, das pensões de que tiver gôzo privativo ou de quaisquer bens que não se incluam no monte a partilhar (Decreto-lei número 5.844, art. 68).Art. 5ºSão também contribuintes as pessoas físicas residentes ou domiciliadas no país que auferirem rendimentosespecificadosnos Títulos III e IV do Livro II.CAPÍTULO II
Do espólio
Art. 6ºAplicam-se ao espólio as normas a que estão sujeitas as pessoas físicas, observado o disposto neste capítulo (Decreto-lei nº5.844, art. 45, parágrafo único).Art. 7ºNo caso de falecimento do contribuinte, a declaração será apresentada em nome do espólio, com base nos rendimentosauferidos no ano anterior, inclusive no exercício em que fôr homologada a partilha ou feita a adjudicação dos bens (Lei n º154,artigo 1º).§1ºHomologada a partilha ou feita a adjudicação dos bens, deverá ser apresentada pelo inventariante, dentro de 10 (dez) dias,declaração dos rendimentos auferidos entre 1ºde janeiro e a data da homologação ou adjudicação (Lei n º154, art. 1º).§2ºO lançamento do impôsto seráfeito, até a partilha ou adjudicação dos bens, em nome do espólio (Lei n º154, art. 1º).Art. 8ºA partir da abertura da sucessão e enquanto não fôr comunicada a homologação da partilha ou a adjudicação dos bens, asobrigações estabelecidas neste regulamento ficam a cargo do inventariante (Decreto-lei n º5.844, art. 46).Parágrafo único. A comunicação de que trata êste artigo será feita à repartição lançadora do local do último domicílio do de cujospelo inventariante ou qualquer herdeiro, juntando-se os documentos comprobatórios (Decreto-lei n º5.844, art. 46, parágrafoúnico).Art. 9ºA isenção de Cr$ 1.008.000 (um milhão e oito mil cruzeiros), do art. 56, será considerada até o exercício financeiroseguinte ao ano em que ocorrer o falecimento do contribuinte (Lei nº2.354, art. 22, Lei número 2.862, art. 19, §2º, Lei n º3.553,art. 1ºe Lei nº4.154, art. 2º).Parágrafo único. Nos exercícios subseqüentes, se a renda liquida fôr superior a Cr$ 1.008.000 (um milhão e oito mil cruzeiros),calcular-se-á o impôsto progressivo aplicando à porção de renda até aquêle limite o impôsto de Cr$ 30 (trinta cruzeiros) pôr 1.000(um mil cruzeiros), desprezadas as frações de rendimentos inferiores a esta quantia, sem se atender ao limite de isenção,observando-se daí em diante a progressão constante do artigo 56 (Lei nº2.354, art. 22, Lei número 2.862, art. 19, §2º,Lei nº3.553, art. 1ºe Lei nº4.154, art. 2º).Art. 10. Quando se apurar, pela abertura da sucessão, que o de cujus não apresentou declaração para os exercícios anteriores, ouo fez com omissão de rendimentos, cobrar-se-á do espólio o impôsto respectivo, acrescido da multa de mora prevista na letra d doart. 359 (Decreto-lei número 5.844, art. 49).Parágrafo único. Se as faltas forem cometidas pelo inventariante, serão punidas com as multas cabíveis de acôrdo com o Título VI do Livro VI (Decreto-lei nº5.844, art. 49, parágrafo único).Art. 11. Na falta de pagamento pelo inventariante, o cônjuge meeiro e os herdeiros e legatários responderão solidariamente pelatotalidade do débito dentro das forças da meação, herança ou legado (Decreto-lei número 5.844, art. 50).CAPÍTULO III
Das pessoas que transferirem residência para o exterior
Art. 12. Os domiciliados ou residentes no Brasil que se retirarem em caráter definitivo do território nacional no correr de umexercício financeiro, além da declaração correspondente aos rendimentos do ano anterior, ficam sujeitos à apresentação, imediatada declaração dos rendimentos do período de 1ºde janeiro até a data em que fôr requerida às repartições do Impôsto de Renda acertidão para os fins previstos no art. 291 (Lei nº3.470, art. 17).Parágrafo único. A declaração de rendimentos de que trata êste artigo será apresentada com o requerimento da certidão negativade débito.CAPÍTULO IV
Das pessoas que transferirem residência para o Brasil
Art. 13. As pessoas que, no correr de um exercício financeiro, transferirem residências para o território nacional e, nesse mesmoexercício, iniciarem a percepção de rendimentos tributáveis de acôrdo com êste regulamento, estarão sujeitas ao impôsto noexercício seguinte, como residentes ou domiciliadas no país (Decreto-lei nº5.844, art. 61).
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