§2ºNo regime de comunhão de bens, quando, além do cabeça do casal, o outro cônjuge, também auferir rendimentos superioresa Cr$ 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil cruzeiros), poderão ser tributados separadamente, em nome do outro cônjuge, osrendimentos que êste tenha auferido de seu trabalho próprio e de bens gravados com cláusulas de incomunicabilidade einalienabilidade (Lei nº3.470, art. 33 e Lei nº4.862 art. 1º).§3ºNos casos dos §§1ºe 2ºtem o outro cônjuge, excluído o abatimento concernente aos filhos comuns que cabe ao cabeça docasal, direito ao abatimento dos seus dependentes e a dedução das despesas necessárias à percepção dos seus rendimentos.Art. 4ºNo caso de dissolução da sociedade conjugal, por morte de um dos cônjuges serão tributadas, em nome dosobrevivente,as importâncias que êste perceber do seu trabalho próprio, das pensões de que tiver gozo privativo ou de quaisquer bens que não seincluam no monte a partilhar (Decreto-lei nº5.844, art. 68).CAPÍTULOIVDO ESPOLIOArt. 5ºAo espólio são aplicadas as normas a que estão sujeitas as pessoas físicas, observado o disposto neste capítulo (Decreto-lei número 5.844 art. 45, parágrafo único).Art. 6ºNo caso do falecimento do contribuinte, a declaração, inclusive no exercício em que fôr homologada a partilha, ou feita aadjudicação dos bens, será apresentada em nome do espólio. com base nos rendimentos auferidos no ano anterior (Lei nº154, art.1º).§1ºHomologada a partilha ou feita a adjudicação dos bens, deverá ser apresentada pelo inventariante, dentro de 10 (dez) dias,declaração dos rendimento auferidos entre 1ºde janeiro e a data da homologação ou adjudicação (Lei nº154, art. 1º).§2ºO lançamento do impôsto será feito, até apartilha ou adjudicação dos bens, em nome do espólio (Lei nº154, art. 1º).Art. 7ºA partir da cobertura da sucessão e enquanto não fôr comunidade a homologação da partilha ou a adjudicação dos bens,as obrigações estabelecidas neste Regulamento ficam a cargo do inventariante (Decreto-lef nº5.844, art. 48) .
Parágrafo único.
A comunicação de que trata êste artigo será, feita repartição lançadora do local do último domicílio do de cujuspelo inventariante ou qualquer herdeiro, juntando-se os documentos comprobatórios (Decreto-lei nº5.844, art. 46, parágrafoúnico),Art. 8ºA isenção de Cr$ 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil cruzeiros), do art. 99, será considerada até o exercíciofinanceiro seguinte ao ano em que ocorrer o falecimento do contribuinte (Lei nº2.354, artigo 22, e Lei nº4.862, art. 1º) .
Parágrafo único.
Nos exercícios subsequentes, se a renda líquida fôr superior a Cr$ 1.500.000 (um milhão e quinhentos milcruzeiros), calcular-se-á o impôsto progressivo, sem se atender ao limite de isenção (Lei nº2.354, art. 22, e Lei nº4.862, art. 1º) :a) aplicando sôbre cada Cr$ 1.000 (mil cruzeiros) da renda até Cr$ 1 500:000 (um milhão e quinhentos mil cruzeiros) a menoralíquota da tabela de que trata o art. 99;b) observando, a partir da renda de Cr$ 1.501 000 (um milhão, quinhentos e um mil cruzeiros), a progressão constante da tabelareferida no item e, desprezada a fração de renda inferior a Cr$ 1.000 (mil cruzeiros).Art. 9ºQuando se apurar pela abertura da sucessão, que o de cujus não apresentou declaração para os exercícios anteriores ou ofêz com omissão de rendimentos, cobrar-se-á do espólio o impôsto respectivo, acrescido da multa de mora prevista na letra d doart. 444 (Decreto-lei número 5.844, art. 49).
Parágrafo único.
Se as faltas forem cometidas pelo inventariante, serão punidas com as multas cabíveis de acôrdo com os arts.440 a 454 (Decreto-lei nº5.844, art. 49, parágrafoúnico).Art. 10. Na falta de pagamento pelo inventariante, o cônjuge meeiro e os herdeiros e legatários responderão solidariamente pelatotalidade do débito dentro das fôrças da meação, herança ou legado (Decreto-lei nº5.844, art. 50).CAPÍTULOV DAS PESSOAS QUE TRANSFERIREM RESIDÊNCIA PARA O EXTERIOR Art. 11. Os domiciliados ou residentes no Brasil que se retirarem em caráter definitivo do território nacional no correr de umexercício financeiro além da declaração correspondente aos rendimentos do ano anterior, ficam sujeitos à apresentação imediatada declaração dos rendimentos do período de 1ºde janeiro até a data em que fôr requerida às repartições do Impôsto de Renda acertidão para os fins previstos no artigo 398 (Lei nº8.470, art. lV).
Parágrafo único.
A declaração de rendimentos de que trata êste artigo será apresentada com o requerimento da certidãonegativa de débito.CAPÍTULOVI
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