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SIMULADO PM NOTURNO
LÍNGUA PORTUGUESA
Melhor Qualidade de VidaO exemplo de Los Angeles, onde grupos sociais se organizaram para buscar soluções paraseus problemas, deve ser observado com atenção. Formando, inclusive, patrulhas civis parainibir a violência urbana, demonstraram o quanto a participação de todos é vital. Sem umamudança radical de mentalidade jamais construiremos uma convivência tranqüila e segura. Cadaum por si é o caminho do suicídio. Contar apenas com o governo, com a polícia, para nossaproteção, é confiar demais na sorte. Temos que assumir nossas responsabilidades. Vizinhos,amigos, qualquer um que cruze por nossa calçada não pode ser encarado como um estranho.Devem ser como parte de nossas famílias.
(Jornal da semana, 18 de novembro de 1995)
01.
Segundo o texto, a melhor qualidade de vida depende:a) da ação da políciab) da ação organizada do governoc) da ação integrada de toda comunidaded) da formulação de patrulhas civise) da ação individual.
02.
autor cita o exemplo de Los Angeles para:a) demonstrar que nos Estados Unidos tudo funciona melhor.b) Poder abordar problemas semelhantes no Brasil.c) Indicar caminhos equivocados na solução do problema da violência.d) Provar que só a democracia pode consertar os erros sociais.e) Mostrar que os americanos já resolveram os problemas que nos incomodam.
03.
“...para buscar soluções...” (l 2); neste trecho, a preposição
 para
indica:a) causab) direçãoc) comparaçãod) concessãoe) finalidade
04.
“...para
seus
problemas...” (l 2); o possessivo destacado tem como antecedente:a) Los Angelesb) grupos sociaisc) patrulhas civisd) soluçõese) famílias
05.
Aponte a alternativa pontuada corretamente:a) Para mim ser é admirar-me de estar sendo.b) Para mim, ser é admirar-me de estar sendo.c) Para mim ser, é admirar-me de estar sendo.d) Para mim ser é admirar-me de, estar sendo.e) Para mim ser, é admirar-me de estar, sendo.
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06.
Quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:a) Nunca se ouviu falar dele.b) Apelidar-te-ei de ‘formoso”.c) Me impuseram severo castigo.d) Largaste-me só e desamparado.e) Apressa-te porque já é dia.
07.
Marque a opção com erro de acentuação:a) Párocob) Rúbricac) Ciúmed) Ordinárioe) Demência
08.
Ainda....pouco, eu.....vi atravessando aquela rua, ali...direita.A opção que completa corretamente o trecho acima é:a) há – a – àb) há – a – ac) a – a- ad) a – à – àe) à – a – aHouve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalébrilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nosdias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado noar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-me completamente feliz.Houve um tempo em que minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco.Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? quem as comprava? em que jarra,em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? e que mãos as tinham criado?e que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém minha almaficava completamente feliz. [...]Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela,uns dizem que essas coisas não existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que épreciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.(Cecília Meireles, A arte de ser feliz. Em"Escolha seu sonho", p. 24.)
09.
Assinale a alternativa em que o trecho - "Eu não era mais criança, porém minha alma ficavacompletamente feliz." - está parafraseado por meio de uma subordinação.a) Eu não era mais criança, mas minha alma ficava completamente feliz.b) Eu não era mais criança, todavia minha alma ficava completamente feliz.c) Embora eu não fosse mais criança, minha alma ficava completamente feliz.d) Eu não era mais criança; minha alma ficava, entretanto, completamente feliz.e) Eu não era mais criança; minha alma, contudo, ficava completamente feliz.O CÉREBRO E A MEMÓRIAComo se formam lembranças no cérebro de um bebê? Por que uma melodia românticapode disparar sensões o agraveis? Por que o conseguimos nos lembrar do queaconteceu conosco antes dos três anos de idade?Lembrar não implica apenas arquivamento de informações. É difícil perceber, masprecisamos de memória para atribuir sentido ................ experiências vivenciadas e conectá-lascom outras. ¨Não notamos, mas precisamos da memória também, por exemplo, para associar............. bicicleta caída ............. um tombo que levamos ou para acertar o trajeto da cozinha................ sala.Na infância, quando aprendemos a andar, há uma explosão de conexões entre as célulascerebrais. Cada experiência, por mais trivial que seja, imprime uma marca no cérebro, formando
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um circuito entre neurônios. Já as memórias que perdem o interesse vão sendo descartadas.Essa constante transformação do cérebro impede que haja duas pessoas iguais no mundo.Uma curiosidade da memória é a seleção. Convenhamos: armazenar tudo seria tão inútilquanto não guardar nada. ¤Então, para não se sobrecarregar, o cérebro é sábio. Divide astarefas e usa tipos diferentes de memória. Para entender e escrever o que se ouve ou se lê,usa-se uma memória descartável. Essa é a memória de trabalho. O cérebro sabe que nãoprecisa guardar informações corriqueiras por muito tempo. Por isso, reserva espaço para amemória de longa duração; Dessa forma, o cérebro escolhe o que vai formar nossa bagagem deexperiências.Algumas lembranças, entretanto, parecem emergir do nada: uma música pode reacenderas sensações de um jantar romântico. Nesse caso, o cérebro associou a melodia ao rosto, aocheiro, ao nome de uma pessoa. Naquele momento, neurônios formaram conexões parareconhecer todos os detalhes. A imagem foi montada pelo rtex visual: o perfume foireconhecido no córtex olfativo; a música e as emoções do momento foram registradas emoutras áreas do cérebro.Mesmo finda a seência, a cena ainda o estacompletamente arquivada. Asinformações, frescas, precisam passar pelo hipocampo, que, como uma cola, reforçará cada elodo circuito de neurônios. Uma interrupção pode, inclusive, causar a desgravação ou a nãogravação. Por isso, depois de um acidente de carro, por exemplo, a vítima esquece momentosimediatamente anteriores à batida. Um trauma interrompeu uma fase de gravação.Uma vez fixado, um circuito de neurônios pode ficar no cérebro por décadas. Por isso,tempos depois, num bar, distraído, você ouve aquela música e pronto! Uma coisa puxa a outra eserá suficiente para reativar todo o circuito. Aliás, a lembrança pode ser até mais agradável doque foi o acontecimento real.
Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. "O cérebro e a mente" (Série 'Cérebro, a máquina'). Disponível em:<http://www.drauziovarella.com.br>
10.
Considere as propostas de reformulação do fragmento "Não notamos, mas precisamos damemória também, por exemplo, para associar".I. Conquanto não notemos, evocamos, por exemplo, a memória também para associar.II. Ainda que não percebamos, a memória se faz necessária também, por exemplo, paraassociar.III. Embora sem se dar conta, recuperamos a memória também, por exemplo, para associar.Quais são reformulações corretas, e compatíveis em termos de significado, do fragmento dado?a) Apenas I.b) Apenas II.c) Apenas III.d) Apenas I e II.e) Apenas II e III.FOTÓGRAFO DESCOBRIA DELICADEZA DE GESTOS"Tirar fotos é prender a respirão quando todas as faculdades convergem para arealidade fugaz. É organizar rigorosamente as formas visuais percebidas para expressar o seusignificado. É pôr numa mesma linha cabeça, olho e coração. Essa imbatível definição do atofotográfico, feita pelo próprio Henri Cartier-Bresson, serve de ponto de partida para entender amagnitude e a ............ de sua obra em todo o mundo.Cartier-Bresson fotografava com o instinto de um caçador que persegue obstinadamentesua presa. Ele até se enveredou pelo universo dos retratos e os fez bem, mas seu grandediferencial era um faro particular para capturar ............... . Sua busca incansável era por aquiloque ele conceituou como o instante decisivo, o momento em que o universo em harmoniaconspirava a favor do artista.Mais do que uma técnica apurada, o instante decisivo de Cartier-Bresson preconizava apaixão pelo prosaico e pela fugacidade da vida. Sua investigação não buscava a obtenção defotografias grandiosas, mas, sim, a descoberta da beleza e da delicadeza dos pequenos gestos.Ao aposentar-se, Bresson se abrigou no desenho e na pintura. "Não tenho saudades. O
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