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Proc_04534_12_0453412_pb_lifesa_pca_2011_regularidade_com_ressalvas_recomendacao.pdf

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Published by: Tribunal de Contas do Estado da Paraíba on May 14, 2013
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05/14/2013

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 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
PROCESSO TC 04534/12
1/11
Origem: Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba S/A - LIFESANatureza: Prestação de Contas Anuais – exercício de 2011Responsáveis: Aluízio Freitas de Almeida JúniorRelator: Conselheiro André Carlo Torres Pontes
PRESTAÇÃO DE CONTAS
. Governo do Estado. Administração indireta. Laboratório IndustrialFarmacêutico do Estado da Paraíba S/A - LIFESA. Exercício financeiro de 2011. Desorganização emprocedimentos administrativos. Recomendações diversas. Comunicação. Informação de que a decisãodecorreu do exame dos fatos e provas constantes dos autos, sendo suscetível de revisão decorrente denovos acontecimentos ou achados. Precedentes do TCE/PB. Julgamento regular com ressalvas.
ACÓRDÃO APL – TC 00241/13RELATÓRIO
Versam os autos sobre a prestação de contas advinda do
Laboratório IndustrialFarmacêutico da Paraíba S/A - LIFESA
, de responsabilidade do gestor, Sr. ALUÍZIO FREITAS DEALMEIDA JÚNIOR, relativa ao exercício financeiro de
2011
.A matéria foi analisada pelo Órgão de Instrução deste Tribunal, lavrando-se relatórioinicial de fls. 128/140, a partir do qual podem ser colhidos, em suma, os seguintes dados:
 
Apresentação da prestação de contas
no prazo legal, em conformidade com aResolução RN - TC-03/10;
 
A diretoria da LIFESA apresentou a seguinte composição:
Aluísio Freitas deAlmeida Júnior (Diretor Presidente); Rosana Peixoto de Almeida Viana (DiretorAdministrativo/Financeiro e Comercial); e Expedito Madruga Leite (DiretorTécnico);
 
Foi realizada inspeção “in loco” no período de 11 e 12 de junho de 2012.
 
O Balanço patrimonial apresentou uma variação negativa de 9,32% no ativocirculante e negativa de 28,30% no passivo circulante;
 
 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
PROCESSO TC 04534/12
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A Demonstração de resultado do exercício apresentou saldo negativo no valor deR$209.840,63, diminuindo o patrimônio líquido da empresa;
 
Déficit nas operações normais da empresa no montante de R$190.300,32.Concluindo o sobredito relatório, o Órgão Técnico fez a indicação das seguintesirregularidades: inexistência de plano de cargos, carreiras e salários, gerando distorções salariais;atraso nos pagamentos das despesas com honorários aos membros dos Conselhos Fiscal e deAdministração; erro na contabilização de despesas com pessoal; e ausência de cumprimento dafinalidade de criação pelo LIFESA.Em atenção ao contraditório e à ampla defesa, foram efetuadas as citações dasautoridades responsáveis, as quais vieram aos autos apresentando defesa escrita conjunta às fls.155/192.Exame da defesa pela Auditoria gerou o relatório técnico de fls. 203/209, no qual éregistrado o
saneamento
da mácula apontada referente ao erro na contabilização de despesa compessoal.Instado a se manifestar, o
Parquet 
Especial, em parecer da lavra da Procuradora-GeralIsabella Barbosa Marinho Falcão, opinou pela: I- Regularidade com ressalvas das contas em análise;II- Aplicação de multa ao referido gestor, nos termos do art. 56 da Lei Orgânica desta Corte (LC18/93); e III- Recomendação à atual gestão no sentido de guardar estrita observância aos termos daConstituição Federal, das normas infraconstitucionais pertinentes e dos atos normativos da Corte deContas, bem como, para sanar as irregularidades ora constatadas, evitar a sua reincidência nosexercícios futuros, além de buscar a obtenção de maior eficiência e eficácia das ações cabíveis àentidade.O processo foi agendado para a presente sessão com as comunicações de estilo.
VOTO DO RELATOR
O Tribunal de Contas, no exercício de sua competência constitucional, pois, não selimita mais a examinar aspectos financeiros e orçamentários, mas pode – e deve - enveredar pela searaoperacional, abordando, por exemplo, o cumprimento de metas integradas a programas, projetos e
 
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atividades institucionais, emitindo juízo de valor não apenas sobre a legalidade da execução dedespesas, mas sobre a regularidade da gestão em sua organização e funcionamento.Importa destacar, por oportuno, que, modernamente, a fiscalização da gestão pública,exercitada pelos órgãos de controle externo, evoluiu de mera análise financeira e orçamentária - naConstituição anterior
1
-, para uma profunda investigação contábil, financeira, orçamentária,operacional e patrimonial, à luz da legalidade, legitimidade e economicidade, bem como da aplicaçãode subvenções e renúncia de receitas, segundo o caput, do art. 70, das vigentes Cartas Nacional eEstadual.
2
 
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Antes de se examinar o mérito processual, é de bom alvitre trazer à baila informaçõesacerca de decisões já tomadas por este Tribunal, quando da apreciação das contas anuais de gestãoadvindas do Laboratório Industrial Farmacêutico da Paraíba S/A - LIFESA relativas aos exercíciosfinanceiros de 2005 a 2010.Nesse retrospecto, vejam-se os resumos obtidos junto ao Sistema TRAMITA dosAcórdãos:
PCA 2005 – Acórdão APL - TC 00042/09
“Julgar regulares com ressalvas as contas apresentadas pelos Srs. Rui Oliveira Macedo e Marcos Antônio Viana de Oliveira, na qualidade de gestores do Laboratório IndustrialFarmacêutico do Estado da Paraíba S/A, relativas ao exercício financeiro de 2005; e 2. Recomendar ao atual Gestor daquela entidade no sentido de não incidir nas falhas formais mencionadas, sob penade reprovação de futuras contas.”
1 
CF/67.
Art. 70. A fiscalização financeira e orçamentária da União será exercitada pelo Congresso Nacional mediantecontrole externo e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo, instituídos em lei.2 
CF/88.
Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades daadministração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia dereceitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cadaPoder.
CE/89.
Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Estado e das entidades daadministração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia dereceitas, será exercida pela Assembléia Legislativa, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cadaPoder.
 

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